estava com saudades de você

Em dois mil e dezoito encarei algo que fazia um tempo que não fazia: eu.

Olhei e me redescobri de todas as formas, assumi, vi meus defeitos, recebi minhas demoras. Aceitei meu tempo. E eu estou dizendo de algo que vem total de dentro. Muitas vezes falo com vocês sobre autoaceitação e as pessoas falam de alguma modificação externa para arrumar o interno, mas ficar sozinha consigo mesma por um bom tempo, observando e explorando si mesma é de tamanho amor e recebimento muito maior qualquer extreme makeover pode oferecer.

Um fato dessa pequena jornada de autoconhecimento é como você se reconecta com a sua infância. Como se uma pequena parte da sua essência tivesse voltado. Era como se tivesse ficado adormecido por um longo período na fase da terrível adolescência e na fase do jovem-adulto, e vem se instalasse novamente, só pra te relembrar quem você é, verdadeiramente.

Você se reconecta com seus desejos e anseios mais primitivos, e o que você buscava como forma de liberdade para você e de outros indivíduos desde os seus primeiros momentos. O mais importante: você se conecta com você. E quando isso acontece é algo totalmente completo. Não tem outro nome além de: amor próprio. E em contra partida, poucas pessoas sabem lidar com isso, porque poucas pessoas sabem lidar consigo mesmas e a “solidão” do que é ficar consigo, sozinhas. Porém, no final tu nunca estará mais sozinho de novo.

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