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A Series of Unfortunate Events
 (tradução: Desventuras em Série ) é uma série de treze livros escrita por Lemony Snicket (pseudônimo de Daniel Handler) e ilustrada por Brett Helquist.

A série se trata das aventuras de três crianças, os órfãos Baudelaire, após a morte de seus pais em um incêndio. A ambientação da história é anacrônica, e a série é repleta de alusões literárias e culturais. Uma adaptação para o cinema dos três primeiros livros da série já havia sido lançada em dezembro de 2004. Agora temos essa nova adaptação que é uma série e está sendo lançada pelo canal streaming Netflix, e saiu no dia 13 de janeiro de 2017.

A série narra as aventuras de três irmãos muito inteligentes, os órfãos Baudelaire. Violet Baudelaire, a mais velha, é uma inventora e tem quatorze anos quando a série se inicia; Klaus Baudelaire, o irmão do meio, é um grande leitor e tem doze anos no começo da trama; e Sunny Baudelaire, a caçula, é uma menininha de três anos que gosta de morder objetos e fala em uma linguagem compreensível apenas para seus irmãos (sua fala vai se desenvolvendo ao longo da série).

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A história parte do momento em que as crianças são informadas de que seus pais faleceram em um terrível incêndio que ocorreu em sua mansão, destruindo-a. No primeiro livro, as crianças vão viver sob tutela de um primo distante, o Conde Olaf, um homem terrível e pouco higiênico que tenta roubar a enorme fortuna que seus pais lhes deixaram.

Em cada livro as crianças são levadas a um novo tutor excêntrico; o Conde Olaf sempre os acha onde quer que estejam, aparecendo em disfarces ridículos com um plano diferente para roubar a fortuna das crianças. Aparentemente, os únicos que não são enganados pelos disfarces são os Baudelaire. (spoilers apartir daqui) A série segue nesse formato até o sétimo livro, quando os papéis são trocados, e do livro oitavo ao duodécimo as próprias crianças usam disfarces e são perseguidas pela polícia, após serem falsamente incriminadas pelo Conde Olaf.

A partir do quinto livro da série as crianças vão descobrindo o segredo que envolve suas vidas e a vida e morte de seus pais. Neste livro, as crianças são enviadas a um internato, onde conhecem os irmãos Quagmire, que também perderam os pais e um irmão em um incêndio. Nos próximos livros as crianças vão compreender que os incêndios não foram mera coincidência, e eventualmente descobrem que seus pais faziam parte de uma organização, a C.S.C., junto com vários de seus guardiões.

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Os irmãos são perseguidos pelo infortúnio aonde vão, mas ocasionalmente algo bom lhes acontece, e eles frequentemente encontram pessoas boas e bem-intencionadas. No fim os Baudelaire têm de contar com suas forças e um com o outro para desvendar o mistério e finalmente encontrar um lugar que possam chamar de lar.

Cada um dos irmãos tem um dom distintivo que os ajuda frequentemente em situações difíceis. Violet sempre cria invenções para ajudá-los, Klaus sempre fornece informações de livros, e Sunny tem dentes afiados que podem morder qualquer coisa. Nos livros finais, Sunny aprende a cozinhar à medida que começa a desenvolver dentes normais, e cozinhar se torna sua habilidade principal. Sunny originalmente falava em palavras únicas, que por vezes continham indicação do significado, faziam referências culturais (no décimo livro, ela diz “Matahari”, o que é traduzido como “Se eu ficar, posso espiá-los e descobrir.”), ou eram de outras línguas (“Shalom” ou “Sayonara”), mas eventualmente ela aprende a falar em frases completas.

Eu vi tanto o filme e como a série, e sempre tive uma vontade enorme de ler os livros (mas por sempre estar lendo algo nunca li, mas quem sabe esse ano?). E posso afirmar que a série está melhor que o filme e pelo que andei lendo mais fiel aos livros também. 🙂

Abaixo deixei o trailer.

Onde Assistir: Netflix








 

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The OA basicamente é mais uma série sem pé e cabeça do Netflix. Ela é estadunidense e seus temas principais são: drama, suspense e ficção científica. Criada e produzida por Brit Marling e Zal Batmanglij, sendo sua terceira colaboração, e distribuída mundialmente pela Netflix.

A série é produzida pelos estúdios Plan B e Anonymous Content. Na série, Marling estrela como uma jovem, chamada Prairie, que, ao ser encontrada depois de sete anos, se auto intitula “OA”, e pode enxergar, mesmo que antes de desaparecer fosse cega.

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A trama gira em torno desta jovem Prairie Jonhnson (Brit Marling), que retorna para sua cidade sete anos após desaparecer misteriosamente – porém, há um detalhe ainda mais bizarro: Prairie era cega quando desapareceu, e agora consegue ver. Há indícios de que Prairie se lembra do que aconteceu, mas se recusa a falar de seus sete anos desaparecida com a polícia ou com sua família.

A primeira temporada foi disponibilizada em 16 de dezembro de 2016 e possui oito episódios com cerca de uma hora cada. A série foi bastante elogiada pela critica e pelo publico por suas cenas filosoficas e suas tramas sobre ressurreição.

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Outro ponto muito legal da série é sua fotografia que é maravilhosa e cheia de paisagens incríveis. Que cativa muito quem estiver assistindo. Além da historia, claramente, em que você fica a cada ep se perguntando o que está acontecendo. E o final é um pouco irritante, tenho que admitir, mas espero que tenha uma segunda temporada. Sério.

Abaixo deixei o trailer para vocês terem uma noção.

Onde assistir: NETFLIX








 

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Provavelmente quando vocês estiverem lendo este texto eu já vou estar arrumando os últimos detalhes, ou no portão de embarque ou até mesmo dentro do avião, voltando para o Brasil. E só de estar escrevendo isto já me da um friozinho na barriga, não o mesmo frio que eu tive quando vim para ca, mas um frio do que está por vir do meu futuro. Também tem um mix de triste e de felicidade.

Felicidade porque finalmente vou poder rever meus animais/filhos que não vejo à 7 meses, rever meus amigos e alguns familiares. Rever meu país e a minha cidade que tanto amo. Comer a comida do Brasil que não tem igual e entre tantos outros fatores que não cabe num texto, e já traz um sorriso enorme no meu rosto. Mas ao mesmo tempo fico triste, pois vou deixar aqui pessoas ótimas que me ajudaram, riram comigo e estiveram comigo nesse tempo. E acabaram se tornando uma parte muito importante da minha vida. Como eu sempre digo casa são pessoas, nenhum lugar tem o mesmo valor e significado se não tem as pessoas queridas ali.

Neste texto eu também quero falar da Helena de alguns meses atrás e da Helena de agora. Ano passado foi um dos piores anos para mim, não vou entrar em detalhes, mas posso dizer que por motivos pessoais e por eu estar totalmente desmotivada na minha área profissional contribuíram muito para isso.

Eu estava sem rumo, e as únicas duas certezas que eu tinha era que eu algum dia queria publicar meu livro e que queria vir para Londres. Porque era um sonho que eu tinha dês dos meus 11 anos e que por motivos da vida sempre ficavam para depois. E para “quando terminar a faculdade”. E finalmente quando terminei a faculdade, adivinha? Eu não fui. Tive que fazer uma cirurgia (que já falei aqui no blog para vocês), que acabou sendo caro. Segura o dinheiro, procura emprego e nada de emprego.

E quase que não venho para ca, mas eu não desisti e insiste. Procurei agências fui em feira de intercâmbio e pesquisei preços e preços. Quando finalmente acertei tudo e vim. Mal podia acreditar, só acreditei mesmo no dia e quando o avião aterrizou aqui.

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Quando eu cheguei aqui eu não sabia o que esperar, estava morrendo de medo de não me adaptar e não fazer amigos. Mas logo no primeiro mês ocorreu tudo bem e vi que tinha pessoas legais na minha sala. Eu vi que eu podia e conseguia falar inglês tranquilamente, mesmo errando era com eles que eu aprendia.

Viajei muito também, conheci pessoas nessas viagens que mudaram e ajudaram na minha vida. Decidi que por mais que a Helena de 17/18 anos acha-se que jornalismo era pra ela, realmente o que todo mundo sempre falou para ela estava certo no final das contas. E agora ela/eu quero fazer psicologia e vou encarar isso de cara.

Todas essas viagens, morar sozinha pela primeira vez, conhecer pessoas de outras nacionalidades, tudo isso me inspirou demais. Todo o desanimo e o desamparo que eu estava ano passado e até o comecinho desse ano se foi. A Helena que está voltando para o BR está inspirada, cheia de planos e ideias para o seu futuro.

Londres me fez me aproximar mais das minhas raízes, me aproximar mais do meu lado latino. Amar mais a minha história. E ao mesmo tempo amar aqui também.

Percebi que viajar é o que me da energia para o meu espírito, conhecer, conversar e ajudar pessoas é o que me alimenta. Se eu não tenho essas duas coisas na minha vida eu fico desmotivada e sem rumo. Por isso tenho dois planos grandes que envolvem esses dois temas. Espero poder e conseguir realiza-los.

Aqui se acaba os textos dessa minha pequena aventura morando fora. Se vocês quiserem ler os primeiros é só clicar aqui.