Olá gente, tudo bom? Mais um look para vocês, desta vez mostrando o que usei no Lollapalooza. Montei esse look pensando em ser confortável principalmente, nada que fosse muito grudado, pois me incomoda um pouco. E para dar um toque final escolhi o o acessório que estou usando na cabeça, uma peça no estilo boho, ou gipsy, como vocês preferirem denominar.

O que me animou neste look é que eu não fui a única que gostou dele, alguns portais também curtiram e tiraram umas fotos dele, como Elle, Globo e Folha.

Mas chega de enrolação e vamos a ele.

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Macaquinho: Zara
Kimono: Zara
Acessório da cabeça (que não sei o nome, se souberem comentem abaixo pra me ajudar haha): Koven
Bota:  Lovely Whole Sale

E qual foram os looks que vocês usaram no lolla? Manda pra gente!







 

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sinopse
“História verídica de um dos mais bárbaros episódios da crônica policial brasileira. Escrito a quatro mãos pela jornalista Luíza Alcalde e pelo investigador de polícia Luís Carlos dos Santos, relata os crimes do motoboy Francisco de Assis Pereira, um serial killer que violentava e matava suas vítimas no Parque do Estado, região sul da capital paulista.” -Skoob

 

o que eu acheiNão vou repetir, mas já falando, este foi um livro que eu li para meu tcc, terminei ele hoje. Eu nem estava pensando fazer resenhas de literatura jornalística, mas toda vez que posto alguma foto de algum livro novo que estou lendo sobre Serial Killer, vocês perguntam aonde comprei, se tem resenha, e tudo mais. Me surpreendi, porque achava que esse tema não interessava todo mundo.
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Caçada ao Maníaco do Parque, é um livro que mostra o ponto de vista da policia, e todo seu trabalho para capturar um dos serial killers mais notórios de São Paulo, e do Brasil. Francisco de Assis Pereira, mais conhecido como Maníaco do Parque. Sim gente, existe serial killers brasileiros, na verdade eles estão no mundo inteiro.

Ele assassinou cerca de 10 mulheres no ano de 1998 no Parque do Estado de São Paulo, ele atraia suas vítimas com propostas de emprego como modelo, dizendo que trabalhava para uma empresa de cosméticos.

Apesar do livro mostrar somente o trabalho policial, ele consegue relatar, mesmo que breve, condições e aspectos da vida do Francisco. Além de depoimentos de vitimas que sobreviveram, já que antes de ele cometer os assassinatos ele chegou a estuprar algumas mulheres.
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É irônico, mas você percebe que se a policia tivesse se empenhado em prende-lo antes, pelos crimes de estupros, talvez essas mulheres ainda estivessem vivas. Tem diversos relatos das mulheres que sobreviveram que reclamaram pela falta de ação policial e e pessoas que deveriam estar lá para nos (cidadãos) proteger, vou colocar aqui um do trecho que fala disto.

“Uma das vítimas que ajudou na elaboração do retrato do suspeito chegou a comentar que se ele tivesse sido feito na época em que elas foram atacadas, talvez as outras vítimas não fossem violentadas e, quem sabe, muitas ainda estivessem vivas caso a polícia se empenhasse em prendê-lo” p.40

Outro relato (abaixo) que me surpreendeu muito, de uma mulher que tinha acabado de ser abusada sexualmente por ele, e sobreviveu.

“Quase chegando ao terminal, ele pediu que ela ficasse um pouco atrás, enquanto seguia seu caminho. Ao ver um segurança na estação, ela contou o que lhe acontecera e apontou para o desconhecido, que já caminhava um pouco distante. O segurança olhou-a de cima abaixo e não deu a mínima importância à sua queixa. Tranquilo, ele continuou sua caminhada até sumir na escuridão. p.59

Admito que esses relatos me assustaram mais do que o próprio Maníaco. Perceber que quando um ser humano não se empenha a ajudar quem precisa, é muito triste.

consideraçÑoes finais modelo 2Indico este livro para quem gosta do assunto e entenda um pouco sobre, pois em certos momentos os autores citam algumas características próprias dos serial killers, e não explicam o que é. Ou seja, se você nunca leu nada sobre o tema, você ficará “boiando”. Mas tirando isso, e o fato de ter poucas páginas, achei ele bem completo e de leitura extremamente rápida.

Onde achar: Infelizmente é muito difícil achar esse livro em livrarias comuns, já que eles não vendem mais. O meu comprei num sebo, pelo site Estante Virtual.







 

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Olá gente bonita, chegamos a último post de diário de viagem. 🙁 Por enquanto, pois espero viajar mais.

Este último dia termina com Punta del Este, uma cidade litorânea do Uruguai, e extremamente pequena, com seus 5 mil habitantes. Por ela ser tão pequena é de se estranhar que ela é um dos pontos turísticos do país, e sinceramente, ela não tem muitos pontos turísticos, mas é uma cidade maravilhosa.

O que este lugar tem de atrativo são os prédios, casas e claramente a natureza. Sério é maravilhoso, todas as ruas limpas, organizadas, e pra onde você olha tem o mar ou alguma plantação verde. É ótimo para pessoas, que assim como eu, gostam de viajar e estar em contato com a natureza, se desligar um pouco do mundo virtual e essas coisas. Imagino que passar um mês lá deve ser maravilhoso.

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Bom, mas chega de delegas, vamos aos pontos que eu visitei, e todo mundo tem que obrigação de passar por esses lugares. Primeiro ponto foi o Monumento ao Afogado, mais conhecido como “La Mano” ou “Los Dedos“. A escultura é obra do artista chileno Mario Irarrázabal e representa o último gesto de uma pessoa se afogando no mar, mas segundo a guia era para ser a mão de Deus. Então não sei o significado. haha.

Fica localizado na parada 1 da Playa Brava e recebe turistas o ano inteiro. O que dificulta na hora de tirar uma foto, mas eu e o Eduardo tivemos uma chance de olhar num momento que não havia ninguém e tiramos uma.

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Demos uma volta pela cidade e passamos na frente das casas de pessoas famosas/ricos, e indo em direção pela Brava (direção oposta a Montevidéu), você chega ao rio Maldonado. Passando pela ponte ondulada, que parece mais uma montanha russa, sério. Não continuamos, pois a intenção era só passar pela ponte, mas dizem que no verão os jovens vão para lá, pois as praias mais escondidas e as baladas mais descoladas estão lá.

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Seguindo caminho de volta, fomos direto para Casapueblo, um dos meus lugares favoritos, com toda certeza. Localizado na Punta Ballena, a 16km de Punta del Este, funciona como casa, hotel, cafeteira, galeria de artes e tem um mirante lindo, dizem que é maravilhoso observar o pôr do sol lá.

Toda a arquitetura e o projeto pertenceu ao artista plástico Carlos Páez  Vilaró, que viajou muito, suas experiências são retratadas em seus quadros. Se não me engano tem que pagar uma taxa de visitação, eu não sei ao certo quanto foi, pois já estava incluso na excursão que pegamos.

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E para concluir nossa pequena excursão visitamos a Avenida Gorlero, onde vocês podem comprar lembrancinhas e essas coisas, e tem um clima bem agradável.

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Bom gente, foi isso, por termos poucas horas visitamos poucas coisas mesmo, mas como eu disse no meu primeiro post sobre Uruguai, quero muito voltar a este país para visita-lo como ele merece. Mas se vocês forem tentem visitar estes lugares vale a pena, ou vá nesses por mim: Museu Ralli, Conrad Hotel & Cassino, Farol de Punta del Este, Museo del Mar, Plazoleta Grã-Bretanha, Porto Nossa Senhora da Candelária.

E ai gostaram do post? Comentem ai embaixo!







 


11028028_786996538015773_6481840200266346934_nEspero que esse texto não fique chato.

Todas as mulheres cis ou trans precisam do Feminismo.

O movimento feminista é um movimento político cuja meta é conquistar a igualdade de direitos entre homens e mulheres, isto é, garantir a participação da mulher na sociedade de forma equivalente à dos homens. Além disso, o movimento feminista é um movimento intelectual e teórico que procura desnaturalizar a ideia de que há uma diferença entre os gêneros. No que se refere aos seus direitos, não deve haver diferenciação entre os sexos.

Esse sistema de diferenciação entre homens e mulheres, onde o homem é superior, nós chamamos de patriarcado e se consolidou com o capitalismo.

O feminismo é um movimento que tem origem no ano de 1848, na convenção dos direitos da mulher em Nova Iorque. As feministas estadunidenses lutavam pelo direito ao voto.

O movimento feminista também começa a ganhar corpo na Revolução Industrial, quando a mulher assume postos de trabalho e é explorada pelo fato de que assume uma tripla jornada de trabalho, dentro e fora de casa.

A publicação do livro O Segundo Sexo, de Simone de Beauvoir, em 1949, viria influenciar os movimentos feministas na medida em que mostra que a hierarquização dos sexos é uma construção social e não uma questão biológica. Ou seja, a condição da mulher na sociedade é uma construção da sociedade patriarcal. Assim, a luta dos movimentos feministas, além dos direitos pela igualdade de direitos incorpora a discussão acerca das raízes culturais da desigualdade entre os sexos.

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O feminismo passou por três ondas e possui diversas linhas, eu (Dandara) e a Lena somos da linha do feminismo interseccional, mas existe o feminismo radical, liberal, anarquista, socialista… (Explicar todas as ondas e todas as linhas vai deixar esse post gigantesco, mas se vocês se interessarem pelo tema, podemos fazer outros posts explicando melhor).

De acordo com a professora estadunidense Kimberlé Crenshaw, Intersecionalidade é “a visão de que as mulheres experimentam a opressão em configurações variadas e em diferentes graus de intensidade. Padrões culturais de opressão não só estão interligados, mas também estão unidos e influenciados pelos sistemas intersecionais da sociedade. Exemplos disso incluem: raça, gênero, classe, capacidades físicas/mentais e etnia”.

CULTURA DO ESTUPRO

Cultura do estupro é quando você culpa a vítima pela violência sexual que ela sofreu. É quando você questiona as roupas que ela estava usando, se ela consumiu álcool ou drogas, o local que ela estava e etc. Enfim, é jogar na vítima a culpa pela violência, como se ela pudesse ter feito algo para evitar. Estupro é um crime hediondo onde a vítima tem que provar que é inocente.

ABORTO

O debate sobre a questão do aborto no Brasil ainda é moralista. Ainda julgamos as mulheres que engravidam e não desejam ser mães, sob a ótica conservadora e cristã. Em um país onde educação sexual nas escolas e vacinação contra HPV para adolescentes causam polêmica sobre “incentivo ao início da vida sexual”, não podemos discutir aborto com um viés moralista.

A cada dois dias uma brasileira morre em decorrência de um aborto ilegal. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 milhão de mulheres no país se submetem a abortos clandestinos todo ano. Aborto é uma questão de saúde pública.

Além do viés moralista, infelizmente também é uma questão criminal. Estabelecido como crime pelo Código Penal, o aborto é permitido no Brasil em apenas três situações: quando não há outra forma de salvar a vida da gestante; quando a gravidez é decorrente de estupro e a mulher ou representante legal dela opta por interromper a gravidez e em casos de diagnóstico de anencefalia.

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No entanto, apenas 65 unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) estão aptas a realizarem o procedimento do aborto legal. Em 2013, segundo o Ministério da Saúde, foram registrados 1.523 casos de aborto legal.

A OMS estima que, a cada ano, são feitos 22 milhões de abortos em condições inseguras, levando à morte cerca de 47 mil mulheres, além de causar disfunções físicas e mentais em outras 5 milhões.

Precisamos falar sobre o aborto, precisamos desconstruir a visão machista da sexualidade feminina, precisamos dar o direito de escolha à mulher sobre a sua sexualidade e o seu corpo. Dentro da discussão do viés moralista, argumenta-se que vão aumentar o número de abortos se o procedimento for descriminalizado, como se fosse uma decisão simples. As mulheres abortam mesmo com a proibição, os únicos números que com certeza vão diminuir são mulheres mortas na clandestinidade.

FEMININOS E A POLÍTICA

Parlamentares homens, brancos, heterossexuais são maioria no Congresso, 70% deles são latifundiários ou empresários. Nesse sistema as mulheres tem pouca ou quase nenhuma representatividade. Uma das principais reivindicações do movimento feminista é a equiparação salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função, mas está travada no Congresso Nacional há muito tempo. As mulheres seguem ganhando cerca de 70% do salário dos homens, além de realizar gratuitamente e quase exclusivamente o trabalho doméstico.

Os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres são constantemente atacados por parlamentares da bancada religiosa, que vem crescendo a cada eleição devido ao poder econômico das igrejas.

Para mudar esse quadro e garantir os direitos das mulheres, temos que lutar pela Reforma do Sistema Político. Mas para que essa reforma atenda essas demandas, é necessário atacar as bases do patriarcado no Estado.

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O patriarcado organiza a sociedade e o Estado ao redor da superioridade masculina, e isso se dá na economia, na política, na cultura, nas relações sociais, na família e nas instituições. Ele se faz presente na divisão sexual do trabalho, onde as ocupações masculinas são mais valorizadas e relacionadas com posições de liderança, e as femininas são mais desvalorizadas e relacionadas principalmente a trabalhos de cuidado.

Para despatriarcalizar o Estado é preciso aumentar a participação da mulher na política e mudar o financiamento das campanhas. A maioria dos partidos políticos não colocam mulheres como suas candidatas principais ao Congresso, e os financiadores das campanhas também não.

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Uma das reivindicações da Reforma Política é a alternância de gênero na lista fechada de votação. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) defendeu a lista fechada com alternância de gênero quando fez parte da Comissão de Reforma Política no Senado, como um dos meios de acabar com a sub-representação feminina no Parlamento.

Com a alternância de gênero as candidaturas de mulheres ao Congresso deixariam de ser secundárias. A lista será formada pelo partido, se o primeiro nome for de um candidato homem, o segundo nome deverá ser de uma mulher.

Precisamos de parlamentares mulheres, principalmente progressistas, no Congresso Nacional para que suas reivindicações sejam ouvidas.

MITOS

Para ser feminista sou obrigada a parar de me depilar? Preciso parar de usar maquiagem? Não posso mais dar de quatro?

Todas essas perguntas acima eu (Helena) já escutei demais, e são todas falsas. Porque um dos principais objetivos do movimento feminista é trazer a liberdade da mulher e especialmente ao seu corpo. Ou seja, se a mulher quiser se depilar, ok,  e se ela não quiser é ok também. Isso se enquadra para todas as outras “perguntas” que citei acima.

O objetivo é dar o direito e a liberdade da mulher decidir o que ela quiser, seja para o que for. E o mais importante, no feminismo, é que a decisão seja somente dela, e não de terceiros.
Ah, antes que eu me esqueça, você não precisa odiar homens para ser feminista. Diversas mulheres namoram, são casadas, amam seus pais, irmãos, primos, etc. E isso não as tornam menos feministas.

E ai tiramos as dúvidas de vocês? Caso alguma coisa não esteja esclarecida pode comentar aqui e/ou vir falar com a gente, adoramos debater sobre o assunto.







 

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Olá, tudo bem com vocês? Como muitos de vocês sabem semana que vem é terá dois dias de Lollapalooza aqui em São Paulo, e eu sempre tento escapar deste festival. Porque a localização é horrível, e o lugar também, pois para você ir de um show pra outro, você tem que ir por uma “rua” minúscula com mais de 500 pessoas querendo passar por ela, ou seja, um amontoado de gente, e como de um show pra outro a diferença são de 5 min no max, você perde toda abertura, e se você chega fica muito longe e não consegue ouvir (aconteceu isso quando tentei chegar no show do Imagine Dragons). Ah, e eu quase que não volto pra casa porque a estação de trem (porque só tem uma estação de trem lá, ou seja, todo mundo vai pra ela) lotou de uma forma surreal, e fiquei 40 minutos numa fila em que só dei 5 passos, não to mentindo, eu contei. Essas foram as minhas experiências que eu tive no Lolla do ano passado. #voltaprojockeylolla

Porém, este ano tem a Mariana and The Diamonds, e sou muito fã dela, e faz tempo que acompanho as músicas e seus álbuns, então vou arriscar novamente, só que desta vez não ficarei até a última música por motivos de que não quero ficar duas horas tentando entrar em um trem depois.

Enfim, na playlist de hoje resolvi separar algumas bandas que estou muito afim de assistir nesse lolla (28), e espero que eu consiga, já que no ano passado de 5 bandas que eu queria ver só consegui duas. #chatiada

Alt-J

É uma banda que “descobri” tem há uns dois anos, e  suas músicas invadiram meu ipod e ficaram por lá. Eu adoro banda que tem cantores com uma voz um pouco mais suave e até um pouco rouca, acho que super combina com a batida que eles fazem.

 

Kasabian

Quem é que nunca ouviu uma música dessa banda? E outra não tem como não gostar dela.

 

Marina And The Diamonds

Minha diva! Eu já devo ter postado esse clipe dela aqui no blog umas dez mil vezes, mas fazer o que. É uma das músicas mais famosas dela (e a minha favorita), e cheio de boy gato. To muito, muito ansiosa pelo show dela. coracao-1_xl

 

Jack White

Eu fiquei bem confusa em escolher qual último show assistir, porque gosto muito de Bastille, mas como vou junto com o meu namorado optamos por escolher Jack White, era algo que nós dois gostamos. Apesar de que não vamos ficar até a última música, já sabemos que vai ser um show sensacional.

E ai gostaram dessa playlist inspirada no do Lolla? E vocês vão também? Quem sabe a gente não se encontra lá!! 🙂