Livros

 


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“O fenômeno de assassinatos em série sempre foi considerado, ao mesmo tempo, o mais macabro e o mais fascinante ramo da criminologia moderna. Apenas recentemente autoridades policiais (…)” -Skoob

Como muitos de vocês sabem eu estou fazendo meu tcc (trabalho de conclusão de curso), e sério eu estou vivendo ele, literalmente, só respiro, penso e falo sobre isso. E o tema dele é Serial Killer, então não é de se surpreender que eu esteja lendo um livro do gênero. Este em especial foi o meu orientador que me indicou, e estou amando, deixarei detalhes para uma futura resenha.

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“Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário.(…)” – Skoob

O filme, deste livro, retrata uma sociedade doente, politicamente pautada por uma visão de direita, e eu sempre quis saber como é a perspectiva do livro. Vou começar a ler o livro assim que terminar de reler O Lobo da Estepe. Aguardem a resenha. 😉








 

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sinopse
“O enredo gira em torno de Anne Elliot, filha de Sir Walter Elliot, um vaidoso e esnobe baronete. No passado, Anne apaixonara-se por Frederick Wentworth, que, embora belo, inteligente e ambicioso, não tinha tradições ou conexões familiares importantes – e assim Anne fora persuadida pela família a romper com ele. Em 1815, momento em que se passam os eventos narrados no livro, a boa, generosa e sensível Anne Elliot continua solteira, mas agora, aos 27 anos, pensa com mais autonomia e maturidade. Agora, também, a situação financeira de Sir Walter Elliot é desfavorável, e ele se vê obrigado a alugar a propriedade da família. Por força do destino, o novo ocupante da residência é cunhado de Wentworth. Quase oito anos após o rompimento, Anne se verá novamente convivendo com seu grande amor, agora um capitão da Marinha, e reflexões, conjunturas e arrependimentos serão inevitáveis. Anne e Frederick se redescobrem apaixonados, e renovam o compromisso de casamento. Com o mesmo texto leve e envolvente – mas irônico e perspicaz – que a caracteriza, Austen faz aqui uma crítica à vaidade típica da sociedade inglesa do início do século XIX, ao mesmo tempo em que enfoca o tema do casamento, quase onipresente em seus escritos.”  – Skoob
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Pra começo de conversa vocês repararam nessa edição dos livros da Jane Austen? São maravilhosos, e essa capa é a minha favorita, porque tem a minha cor predileta nela. Puro amor esse livro. coracao-1_xl

Como característico da Jane Austen, a narrativa de Persuasão é rica em detalhes e repleta de bom humor. Com uma leve dose de ironia a autora descreve de forma minuciosa a sociedade inglesa do século XIX, discutindo pontos comuns a época, como o preconceito, a elitização e discrepância social. Contudo, o ponto chave da obra em questão não é a crítica social realizada pela autora, mas sim, o demasiado leque de sentimentos presentes na trama. Logo de início nos deparamos com uma avalanche de emoções – saudade, medo, perda, preconceito e principalmente, ressentimento, fato que me surpreendeu, tendo em vista que os sentimentos não são narrados com tanta intensidade pela autora em Orgulho e Preconceito – obra da autora supracitada que tive o prazer de ler antes de Persuasão.

Aqueles que não apreciam esse tipo de comparação que me desculpem, mas não posso deixar de citar que, diferentemente de Orgulho e Preconceito, em que a heroína descrita por Jane Austen é perspicaz, direta e forte o suficiente para não deixar seus sentimentos prevalecerem sua razão, Anne Elliot, donzela que estrela Persuasão, é demasiadamente inteligente, bondosa e sensata, mas com sua alma caridosa raramente faz prevalecer suas vontades, priorizando sempre, as necessidades e desejos daqueles que estão a sua volta, isso faz de Anne uma moça reservada, que sofre calada a perda de um grande amor.

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Anne se apaixonou por Frederick Wentworth, aceitou um pedido de noivado, sonhando com seu desejado casamento. Contudo, a posição inferior de Frederick e sua instabilidade na atual profissão naval, fez com que a família de Anne não aprovasse o casamento, fato que acrescentado a desaprovação de tal relacionamento por sua grande amiga Lady Russell, persuadiu Anne a romper o compromisso. Envergonhado e desolado, Frederick partiu, seguindo seus planos na carreira de marinheiro, com a intenção clara de não mais voltar.

Longos oito anos se passaram e Anne não cogitou mais a possibilidade de se casar, os sentimentos que inundam seu coração demonstram os rastros de dor que o rompimento do noivado em sua primeira juventude deixou. E isso piora quando Frederick Wentworth, agora como Capitão Wentworth, retorna para a vida de Anne, cruzando com seu caminho vezes suficientes para fazê-la lembrar-se da decisão errada que tomou quando jovem.

A dor de seu regresso é visível aos olhos de Anne, que se aflige toda vez que o vê, ao mesmo passo, Frederick não aparenta estar tão imune aos sentimentos do passado quanto ela, e por isso, mantêm-se frio e distante.

Ao decorrer da narrativa, vemos os encontros e desencontros do jovem casal, que luta para superar a dor do passado, buscando se libertar das mágoas e receios que permeiam tal relação. Eles se reaproximam, mas nenhum sabe ou é capaz de arriscar o quanto o outro está curado, se já se perdoaram, e em um emaranhado de emoções, dúvidas e superação, os vemos seguindo caminhos separados – que dependendo deles e de mais ninguém, podem um dia, tornarem-se um só caminho novamente.  Não posso contar mais nada depois deste ponto, porque seria spoiler, e acho que contei alguns, dependendo do que você considera como spoiler. haha 

consideraçÑoes finais modelo 2Como eu disse na resenha do outro livros da Jane Austen, Orgulho e Preconceito, para se ler livros clássico é preciso ter paciência e calma. E repetindo, não é pra todo mundo. Pois não é qualquer pessoa que se adapta a este tipo de leitura, mas na minha sincera opinião vale muito a pena a tentativa.

Ah um fato interessante, que parei para pensar esses dias, é que a meus dois livros favoritos da Jane marcam o inicio da carreira dela e o fim, já que Orgulho e Preconceito foi seu primeiro livro, e Persuasão seu último, antes dela contrarie a doença que a mataria. </3

Ah, antes que me perguntem, já vou respondendo. “Se a Jane Austen é uma de suas autoras favoritas, Helena, por que os livros dela nunca tem cinco estrelas?”. Sim, ela é uma das minhas autoras favoritas, e eu amo seus livros, seu enredo, e as personagens femininas, mas o que me incomoda um pouco é a escrita e algumas cenas que são muito paradas, mas isso se deve ao fato de que estou acostumada com outro tipo de leitura, uma leitura mais atual e recente. Por isso não culpo ela e nem seus livros, por eu dar menos de cinco estrelas, porque sou eu que não sou totalmente acostumada ainda. Mas ela e seus livros são meus favoritos e sempre serão. coracao-1_xl

Abaixo vou deixar o trailer do filme baseado neste livro, feito pela BBC, se não me engano. 🙂


Comentem ai em baixo o que vocês acharam o que acharam desta resenha, de qualquer forma espero que tenham gostado ! 🙂

 








 

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sinopse
“Jane Austen inicia Orgulho e Preconceito com uma das mais célebres frases da literatura inglesa: “É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro e muito rico deve precisar de uma esposa”. O livro é o mais famoso da escritora e traz uma série de personagens inesquecíveis e um enredo memorável. Austen nos apresenta Elizabeth Bennet como heroina irresistível e seu pretendente aristocrático, o sr. Darcy. Nesse livro, aspectos diferentes são abordados: orgulho encontra preconceito, ascendência social confronta desprezo social, equívocos e julgamentos antecipados conduzem alguns personagens ao sofrimento e ao escândalo. Porém, muitos desses aspectos da trama conduzem os personagens ao auto-conhecimento e ao amor. O livro pode ser considerado a obra prima da escritora, que equilibra comédia com seriedade, observação meticulosa das atitudes humanas e sua ironia refinada.” – Skoob

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Orgulho e Preconceito é um dos meus livros favoritos, aliás a autora é uma das minhas prediletas. Principalmente, como já falei umas mil vezes, pelo o fato dela ter criado como personagem principal uma mulher, e com o bônus de ter uma personalidade forte. Temos que lembrar que naquela época (1813), em que o livro foi lançado, o mundo era mais machista do que já é, e uma autora mulher lançar um livro com esta personagem, que nega o casamento planejado pelos pais, de alguma forma, mesmo que pequena,  já é um ato de coragem e de feminismo. Estão entendo o porque eu amo essa autora, não é?

Bom, mas vamos um pouco da história deste livro. Liz, como é apelidada, é uma das únicas das quatro irmãs que não tem sonho de casar, e se fosse casar teria que ser por amor, e não porque os pais escolheram e nem pela fortuna do homem. As vezes, em algumas partes do livro, ela pensa e reflete tanto sobre isso, e sobre o sr. Darcy, que irrita um pouco o leitor. Porque ela fica com um ódio que chega a ser um pouco obsessivo, e repetitivo.

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Outro personagem que também gosto bastante é uma das irmãs dela, Jane. Ela é bem diferente do que a irmã, porque é mais calma, bondosa (até demais), e acredita na bondade de todos. Mas o que ambas tem em comum é que querem casar por amor, e não por planejamento dos pais. O pai delas, também, é outro personagem bem interessante, legal, e calmo. Ele e a sua mulher, Mrs Bennet, brigam direto, pois ambos tem posições bem opostas do que esperam do futuro de suas filhas. 

O livro em si é muito bem articulado, e escrito. E apesar de ser um pouco grande é de rápida leitura, pelo menos na minha opinião. E acho que vale muito a pena ser lido, e apreciado, pois além de uma história, ela transmite para nós leitores, os costumes da época, a educação, e etc. É um clássico, né minha gente.

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Indico esse livro para quem gosta de grandes clássicos literários, mas já aviso que clássicos não são para todo mundo, porque não é qualquer um que se acostuma com a escrita antiga e totalmente formal. Admito que foi complicado para mim pegar no tranco, só na metade do livro consegui compreender melhor. E por conta desse detalhes, muitas pessoas desistem de ler os livros da Jane Austen, ou qualquer livro antigo.

Como o livro foi um grande sucesso existem minisséries, e diversos filmes baseado em Orgulho e Preconceito. Então coloquei o filme mais recente aqui em baixo para vocês!

E aproveitando que estou falando das adaptações do livro para as telas queria citar uma webserie no youtube, que é baseada na obra, e leva o nome The Lizzie Bennet Diaries. É como se fosse um vlog da Liz, contando sua história, só que nos dias atuais, claramente.

A série estreiou no Youtube em 2012 e foi concluída depois de 100 episódios em 2013 e cada episódio tem de 2 a 5 minutos de narração. Seu sucesso foi tanto que foram feitos diversos canais interligados, de personagens relacionados à Lizzie. Além disso, logo mais também será lançado um livro baseado nela. Para saber mais sobre a série, entre no site oficial, clicando aqui.

Deixei abaixo o primeiro episódio da webserie.

 


Comentem aqui em baixo o que vocês acharam dessa resenha e da dicas de filmes e do “vlog”!  Adoro o comentários de vocês.coracao-1_xl








 

Voltamos!! O blog teve alguns probleminhas técnicos por sobrecarga de acesso, mas como vocês podem ver já está tudo resolvido.

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“O Lobo da Estepe – Temos a história de Harry Haller, um outsider, um misantropo de cinqüenta anos, alcoólatra e intelectualizado, angustiado e que não vê saída para sua tormentosa condição, autodenominando-se “lobo da estepe”. Mas alguns incidentes inesperados e fantásticos o conduzem lenta porém decisivamente ao despertar de seu longo sono: conhece Hermínia, Maria e o músico Pablo. E então a história se desenvolve, guiando-nos num êxtase febril ao seu surpreendente desenlace final.” – Skoob

Eu li esse livro no começo da faculdade e amei. Herman Hesse é um dos meus escritores favoritos. Estava sentindo falta dele e resolvi reler. Esse livro serviu de inspiração para o primeiro álbum da banda O Teatro Mágico, mas eu só vou explicar isso na resenha 😉

 

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“A mais importante reportagem do século XX – um retrato de seis sobreviventes da bomba atômica escrito um ano depois da explosão. Quarenta anos mais tarde, o repórter reencontra seus entrevistados. A bomba atômica matou 100 mil pessoas na cidade japonesa de Hiroshima, em agosto de 1945. ” – Skoob

Este livro custou a vida para acha-ló, e no final não achei, mas consegui emprestado de uma amiga. Obrigada Raffa coracao-1_xl.  Já falei um pouco dele no vídeo dos livros que quero ler este ano, caso queiram ver é só clicar aqui.








 

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Se você é como eu que não gosta de “pular carnaval” e que prefere ficar na sua cidade, que por sinal fica vazia já que todo mundo viaja, descansando. E principalmente para colocar aquelas séries em dia ou ler aqueles livros que você está enrolando alguns dias, ou semanas. Bem-vindo. Este post é pra você. 

Separei alguns livros que são curtos, e de rápida leitura para você que não sabe o que fazer neste feriadão. A maioria dos livros que indiquei não chegam a ter nem 300 páginas, então tem uma leitura bem tranquila. Lembrando que este post é só uma sugestão!

 

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         As vantagens de ser invisível
“Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, As vantagens de ser invisível reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.”

 

Pra quem não sabe este livro é um dos meus favoritos, e o final é surprendente. Gosto de livros assim.

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A invenção de Hugo Cabret
“Hugo Cabret é um menino órfão que vive escondido na central de trem de Paris dos anos 1930. Esgueirando-se por passagens secretas, Hugo toma conta dos gigantescos relógios do lugar: escuta seus compassos, observa os enormes ponteiros e responsabiliza-se pelo funcionamento da máquinas.”

Apesar do livro ter 534, sendo o único “maior” desta lista, ele é super tranquilo e rápido de ler, porque a maioria dos capítulos é repleta por desenhos. Eu já fiz resenha dele, é só clicar aqui.


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O Estranho Caso do Cachorro Morto
“Christopher John Francis Boone sabe de cor todos os países do mundo e suas capitais, assim como os números primos até 7.507. Gosta de animais mas não entende nada de relações humanas. Adora listas, padrões e verdades absolutas. Odeia amarelo e marrom e, acima de tudo, odeia ser tocado por alguém.”

Outro livro que é um dos meus favoritos, é muito bom a história e o enredo dele. Mas o que mais gosto é o fato do personagem principal ser autista, e mesmo que por pouco tempo, nós, leitores, conseguimos entender um pouco, como funciona a cabeça de uma pessoa assim.

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Kurt Cobain a construção do mito
“Quando Kurt Cobain e o Nirvana lançaram seu primeiro álbum. Bleach, em 1989, ninguém – nem mesmo Kurt – poderia prever que um ídolo estava prestes a nascer. Em menos de uma década, o jovem de Aberdeen, Estados Unidos, foi mais do que um recordista do mundo fonográfico. E nem mesmo o uso abusivo de drogas e sua rejeição à posição de ídolo impediram que Kurt se tornasse o rosto de uma geração. “

Esse é o livro mais curtinho da lista, tendo somente 175 páginas. E claramente não podia deixar  de indicar um livro que fale do meu homem. coracao-1_xl E também já fiz resenha dele, é só clicar aqui.

Espero que tenham gostado dos livros que indiquei, e se vocês conhecerem outro livro que também tem uma leitura rápida, me informem nos comentários, sou louca para descobrir novos livros. E além de que amamos os comentários de vocês, sério. coracao-1_xl