Especiais

 

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Nós do Psycho Blondies sempre apoiamos você, mulher, a se aceitar, se amar, e o principal, fazer o que bem quiser com o seu corpo, e isso envolve principalmente o seu cabelo. Aliás, ele também faz parte do seu corpitcho. E o post de hoje é especial para nossas irmãs negras, que tem cabelo afro, tranças, black power e sempre tiveram vontade de deixa-los livres e coloridos. Sim, você pode. E eu (Helena) vim mostrar várias inspirações para vocês, espero que gostem. Pois, fiz este post com muito amor e carinho. coracao-1_xl

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E ai gostaram? Não se esqueçam de comentar abaixo. 🙂








 

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Olá gente, tudo bom com vocês? Como vocês sabem eu sou apaixonada por tatuagens, atualmente tenho sete, e tenho só mais uma em meus planos, e como ela é grande ira demorar para fazer, pois preciso economizar. Já existe vídeo, um pouco antigo, onde mostro as minhas tantos (preciso atualizar este vídeo, com outro, pois já fiz novas), nele  conto a minha experiência pessoal e dou dicas e respondo algumas dúvidas frequentes de vocês sobre o assunto.  Então caso queira conferir é só clicar aqui.

Bom, eu sempre fui apaixonada por ler (graças a Harry Potter) e amo escrever. Tenho algumas ideias e pretendo muito publicar um livro algum dia, e espero que consiga publica-lo em alguma editora lá da Inglaterra, pouco exigente eu né? Enfim, eu já tenho duas tattoos que representam dois livros que marcaram muito a minha vida, que é das relíquias da morte, na nuca, e uma frase de um dos livros de Percy Jackson, no ombro. Porém, a minha atração por esse mundo só cresceu ao decorrer dos anos, de uma forma que atualmente faz parte do que eu sou e tem um significado muito importante para mim. E como eu conheci novos autores e novas leituras, decidi que preciso disto marcado no meu corpo. Só que quero de forma delicada e pequena, porque primeiro que não estou com muito dinheiro e segundo porque amo tatttoos delicadas.

Pesquisando imagens de tattoos que abordam o tema leitura e escrita, percebi que são poucos sites que mostram tatuagens que mostram de forma geral. Ou seja, normalmente exibem fotos de tatuagens de Harry Potter, da Alice, Peter Pan, etc. Por isto este post não terá nenhuma imagem deste tipo e sim de tatuagens que equivalem de forma geral o fascínio pela leitura e escrita.  Espero que gostem. coracao-1_xl


LIVROS
livros tattooolivros 2livro 3Livros 4

PONTUAÇÃO
Pontuação 1
Pontuação 2

CANETA TINTEROcaneta tintero 2caneta tintero 1

MÁQUINA DE ESCREVER
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Foram essas que mais me chamaram atenção para compartilhar aqui com vocês. Lógico que existe milhares de outras tattoos que envolve este tema e com outros estilos, porque cada tatuador tem o seu próprio. Admito que fiquei em dúvida agora entre duas,a das aspas no pulso (minha primeira opção) e da máquina de escrever (da primeira montagem, a 4 de baixo). Qual vocês preferem? Comentem abaixo, e me ajudem. 😀








 

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No último post sobre subculturas eu falei sobre os Seapunks para vocês, se você não leu clique aqui para ler… No post de hoje eu vou falar um pouco mais sobre o universo fofo do movimento Kawaii!
Para começar você tem que saber que Kawaii é uma palavra japonesa que é um adjetivo equivalente a meigo/adorável/inocente em português e começou a ser usado nos anos 70 quando algumas garotas orientais passaram a escrever em estilo ocidental e desenhar figurinhas fofas(corações, nuvens, estrelas, bichinhos) no meio das frases/palavras. Logo as revistas passaram a apoiar o novo estilo e logo depois a Sanrio deu a luz ao maior simbolo do kawaii, a Hello Kitty. Não demorou muito tempo para a gatinha virar referencia e entrar no guarda-roupa kawaii:

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O kawaii é mais conhecido nos países orientais como Coréia e Japão, aliás, são tão respeitados e influente nesses lugares que a Vogue de lá tem uma área da revista dedicada só para esse estilo, as prefeituras japonesas tem mascotes no estilo kawaii e muitos produtos colocam essas figuras fofinhas para se promoverem por lá e vendem super bem além de serem considerados os produtos mais atrativos pelos consumidores.

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“Ser kawaii” é mais comum entre meninas de 14 a 18 anos, o que, de jeito nenhum, não exclui os meninos ou alguém fora dessa faixa etária, aliás, “ser kawaii” é super normal para qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. Mas, o que é “ser kawaii“? Bom, existem niveis de “engajamento” quando o assunto é pertencer a essa subcultura, tu pode cair de cabeça e viver 101% do seu tempo rodeado de figurinhas fofas, roupas fofas, ser uma pessoa fofa, enfim, levar bem a sério, ou você pode simplesmente usar um acessório aqui ou ali pra complementar teu look.

Mas em que se baseia o estilo kawaii? Como você leu no começo do post, kawaii é fofo, meigo, inocente e as roupas não poderiam ser diferentes… Mesmo variando muito de pessoa para pessoa, o guarda roupa desse pessoal é composto de muitas cores(com destaque para os tons pastéis), laços, rendas, fitas e babados, além de pegar 90% de referencia em animes, mangás e outros desenhos. Dá uma olhada em alguns looks kawaii’s:

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O que chama muita atenção são os cabelos, seja o natural ou uma peruca bem elaborada, são geralmente coloridos em tons que oscilam entre os vibrantes ou pastéis e entre todas as cores do arco-iris. Outra coisa que também chama atenção é a maquiagem. O maior destaque vai para os olhos que são maquiados para parecer enormes e mais infantis, o truque é feito com muito lápis branco na linha d’água, cílios postiços e delineador, enquanto a boca fica mais simples com um gloss/batom rosa claro.

Untitled 16Clique aqui para ver um tutorial gringo que te ensina esse tipo de maquiagem.

A realidade é que o estilo kawaii é muito amplo e pode oscilar, pode vir apenas no rosto de boneca ou no look completo, desde o mais infantil com tons pastéis, um bem colorido ou até um look que chega a puxar pro gótico… Mas o que eu quero saber é: o que vocês acham dessa subcultura? Você conhece alguém que segue esse movimento? Você tem algum item que lembre alguma coisa que eu mostrei aqui? Qual outra subcultura vocês gostariam de conhecer melhor?  Conta pra gente nos comentários!








 

Voltando com o especial “Diretores que amamos: Quentin Tarantino” \o/. Já viram que eu sou meio enrolada com esses especiais né? Estou tentando melhorar, eu jurooo!! Mas então, vocês podem ler a resenha do primeiro filme, Cães de Aluguel, aqui.

Hoje vamos falar sobre Pulp fucking Fiction!

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Pulp Fiction foi lançado em 1994 com orçamento de 8 milhões de dólares (menos do que o cachê de Bruce Willis em Duro de Matar 3) e conseguiu atrair nomes como Willis, John Travolta, Samuel L. Jackson e Uma Thurman graças ao roteiro. Na época Jackson disse que foi o melhor roteiro que ele já tinha lido.

Cada cena/capítulo é tratada como uma história em si, mas que se conectam fora de ordem. Assim como Cães de Aluguel, Pulp começa num café, com um jovem casal (Tim Roth e Amanda Plummer) conversando antes de decidir roubar o lugar. A próxima sequência traz dois matadores, Vincent e Jules (John Travolta e Samuel L. Jackson), que estão vestidos como os bandidos de Cães: terno preto, camisa branca e gravata.

Jules é um cara normal que por acaso ganha a vida matando gente. Vincent é um junkie nas horas vagas e acaba de voltar de Amsterdam.

Em outra sequência Vincent leva Mia (Uma Thurman), a esposa do chefão Marsellus (Ving Rhames), para sair a pedido dele. Esse encontro gera o maior capítulo do filme. Nele Steve Buscemi foi ironicamente transformado de Sr. Pink, que não dava gorjeta em Cães de Aluguel, a um garçom Buddy Holly deprimido.

Sábado a tarde

Pulp retrata vários níveis de crime. Quando os personagens de Tarantino sacam armas, como fazem com frequência, nunca se sabe se eles explodirão a cabeça um do outro, se vão fazer um discurso (frequentemente fazem ambos), vão virar a mesa ou farão uma retirada honrada e pacífica. Tarantino faz filmes que retrabalham trechos de seus filmes favoritos em que todos seus atores preferidos atuam.

Ele segue um certo padrão no clímax das cenas violentas, um padrão que começou com o Sr. Blondie em Cães. Em Pulp esse padrão acontece em dois momentos, no primeiro quando Jules enrola para matar seu alvo, que se contorce sentado, ponderando qual tipo de hambúrguer é o melhor. E no segundo quando Buth (Bruce Willis) e Marsellus se encontram amarrados e amordaçados, sendo encharcados com gasolina por uma dupla bizarra.

Para Tarantino, Pulp tem um espírito abertamente cômico do começo ao fim. E de acordo com ele, inconscientemente seus filmes seguem o velho Código Hays: você pode fazer o que quiser nos primeiros oitenta e oito minutos, desde que nos últimos dois haja algum pagamento pelo que os personagens fizeram. Ou seja, os finais de Cães e Pulp são moralistas.

Jules começa o filme apenas fazendo seu trabalho (matando) e termina refletindo sobre versos do livro de Ezequiel enquanto tenta descobrir onde ele fica no esquema moral das coisas.








 

Olá, gente, tudo bem com vocês?

Liberamos o vídeo sobre a 1ª Semana da Maratona Literária de Inverno 2015. E não teve flop \o/ #todascomemora. Nele nós comentamos nossas impressões sobre os livros e como estamos indo na maratona.  Esperamos que gostem 🙂

Resenha do livro 1984.
Resenha do livro O Trono de Fogo.
Resenha do livro Admirável Mundo Novo.
Nossa TBR completa da maratona.
Post especial sobre mangás.

Comenta com a gente se vocês já leram algum desses livros e se vocês estão participando da maratona também.