Diário de viagem

 

Alguns dias atrás numa foto minha no meu instagram eu tinha pedido para vocês perguntarem todas as suas dúvidas e questões que vocês tinham sobre intercâmbio e sobre Londres em si, já que estou aqui. Enfim, gravei um vídeo resposta e aqui está ele.

Espero que ele seja de ajuda para vocês. 🙂


Texto 1: primeiro dias em Londres
Texto 2: morando sozinha
Texto 3: Precisamos ser mais orgulhosos com o nosso país
Texto 4: “casa” são pessoas e não lugares
Texto 5: Londres x São Paulo
Texto 6: O que é ser brasileiro? Ou melhor, o que é ser latino americano?







 

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Olá gente bonita, chegamos a último post de diário de viagem. 🙁 Por enquanto, pois espero viajar mais.

Este último dia termina com Punta del Este, uma cidade litorânea do Uruguai, e extremamente pequena, com seus 5 mil habitantes. Por ela ser tão pequena é de se estranhar que ela é um dos pontos turísticos do país, e sinceramente, ela não tem muitos pontos turísticos, mas é uma cidade maravilhosa.

O que este lugar tem de atrativo são os prédios, casas e claramente a natureza. Sério é maravilhoso, todas as ruas limpas, organizadas, e pra onde você olha tem o mar ou alguma plantação verde. É ótimo para pessoas, que assim como eu, gostam de viajar e estar em contato com a natureza, se desligar um pouco do mundo virtual e essas coisas. Imagino que passar um mês lá deve ser maravilhoso.

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Bom, mas chega de delegas, vamos aos pontos que eu visitei, e todo mundo tem que obrigação de passar por esses lugares. Primeiro ponto foi o Monumento ao Afogado, mais conhecido como “La Mano” ou “Los Dedos“. A escultura é obra do artista chileno Mario Irarrázabal e representa o último gesto de uma pessoa se afogando no mar, mas segundo a guia era para ser a mão de Deus. Então não sei o significado. haha.

Fica localizado na parada 1 da Playa Brava e recebe turistas o ano inteiro. O que dificulta na hora de tirar uma foto, mas eu e o Eduardo tivemos uma chance de olhar num momento que não havia ninguém e tiramos uma.

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Demos uma volta pela cidade e passamos na frente das casas de pessoas famosas/ricos, e indo em direção pela Brava (direção oposta a Montevidéu), você chega ao rio Maldonado. Passando pela ponte ondulada, que parece mais uma montanha russa, sério. Não continuamos, pois a intenção era só passar pela ponte, mas dizem que no verão os jovens vão para lá, pois as praias mais escondidas e as baladas mais descoladas estão lá.

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Seguindo caminho de volta, fomos direto para Casapueblo, um dos meus lugares favoritos, com toda certeza. Localizado na Punta Ballena, a 16km de Punta del Este, funciona como casa, hotel, cafeteira, galeria de artes e tem um mirante lindo, dizem que é maravilhoso observar o pôr do sol lá.

Toda a arquitetura e o projeto pertenceu ao artista plástico Carlos Páez  Vilaró, que viajou muito, suas experiências são retratadas em seus quadros. Se não me engano tem que pagar uma taxa de visitação, eu não sei ao certo quanto foi, pois já estava incluso na excursão que pegamos.

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E para concluir nossa pequena excursão visitamos a Avenida Gorlero, onde vocês podem comprar lembrancinhas e essas coisas, e tem um clima bem agradável.

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Bom gente, foi isso, por termos poucas horas visitamos poucas coisas mesmo, mas como eu disse no meu primeiro post sobre Uruguai, quero muito voltar a este país para visita-lo como ele merece. Mas se vocês forem tentem visitar estes lugares vale a pena, ou vá nesses por mim: Museu Ralli, Conrad Hotel & Cassino, Farol de Punta del Este, Museo del Mar, Plazoleta Grã-Bretanha, Porto Nossa Senhora da Candelária.

E ai gostaram do post? Comentem ai embaixo!







 

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Queria pedir desculpas a vocês porque esse post era para ter ido ao ar semana passada, mas estava na correria com tcc e não consegui subir ele para vocês. E tenho mais um pedido de desculpa a fazer, que é sobre o vídeo deste post, ele tem poucas cenas dos pontos turísticos de Buenos Aires, ai você pergunta “por que Lena?” ai eu te respondo “esqueci”. Literalmente, eu só lembrei de filmar alguma coisa quando estavamos visitando as últimos pontos, então o vídeo vai ser bem curtinho. Mas vamos ao que interessa.

Ficamos apenas dois dias em Buenos Aires, mas como ela é uma cidade bem compacta conseguimos ver bastante coisas! No primeiro dia fomos ao cemitério da Recoleta. Que é mais considerado como um museu já que diversas pessoas importantes, como artistas, políticos, cientistas, estão enterrados lá.

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As sepulturas tem colunas clássicas e símbolos sobre o tema da morte, tendo uma arquitetura neo-clássico. A propriedade de cada família deve ser paga, através de uma taxa mensal, para administração. Essa taxa é tão elevada que é lá dentro  é aonde se encontra o metro quadrado mais caro da cidade.

Voltando as pessoas de grande importância  que estão sepultados por lá, se encontram nomes como Evita Perón, Adolfo Bioy Casares, Luis Perlotti, Miguel Sansebastiano, entre outros!

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Depois que saímos de lá, demos uma pequena volta pelo bairro da Recoleta. Mas logo fomos para o centro da cidade, aonde estão os cartões postais da cidade, como a Casa Rosada, que fica na Plaza de Mayo, o Palácio do Congresso Nacional, e alguns dos bares mais notáveis da cidade, como o Café Tortoni, tem também a Calle Florida (para quem quer fazer compras) e a Avenida 9 de Julio, que ostenta o Obelisco no cruzamento com a Avenida Corrientes.

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Ficamos uns 20 minutos por lá, mas logo tivemos que voltar ao ônibus da excursão para conhecer o bairro La Boca, que tem uma história que é basicamente sobre futebol e italianos imigrantes. Demos uma volta dentro do ônibus mesmo, e só paramos na rua Caminito, um outro ponto turístico da cidade!

Vou falar um pouco da história desta pequena rua. Em 1898 passava uma linha de trem, mas foi fechada em 1928, e assim o  terreno ficou abandonado. Só em 1950 um grupo de moradores, entre os quais estavam o famoso pintor Boca Quinquela, decidiu restaurar o terreno.  O pintor batizou a rua como “Caminito” pelo título do popular tango de 1926, de Pañalosa e Filiberto.  Conseguiram doações de diferentes artistas para ajudar na reforma. E em 1959, Caminito foi transformado em um museu a céu aberto e sem portas.

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As casas na área do Caminito são mais conhecidas como “Conventillos” (seriam nossos cortiços). Pois as casas eram típicas dos imigrantes (italianos) do final do século XIX.   As casas que foram pintadas em diversas cores, se deve porque os imigrantes italianos usavam as tintas que sobravam das oficinas do porto, que se localizava muito perto dali.  Atualmente , os “conventillos” se transformados em lojas de souvenirs e você pode visitar.

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Visitamos também a calle Florida, mas não queríamos comprar nada, então decidimos ir direito a outro lugar, que foi meu preferido, e por isso vou deixar ele por último. Porque sempre, o melhor para o final. 🙂

Bom, no nosso segundo dia de Buenos Aires só conhecemos o Jardín Japonés, junto com a minha amiga que está morando lá. Não conhecemos outro ponto turístico por falta de tempo. Bom, voltando, o jardim está localizado na Avenida Figueroa Alcorta e Avenida Casares, no bairro Palermo. Você tem que pagar 50 pesos argentinos para entrar, o que equivale a 10 reais.

Foi construído em 1967 em uma ocasião que a Argentina recebia o Príncipe herdeiro Akihito, atual imperador do Japão.

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Lá dentro opera um restaurante e casa de chá, infelizmente não fui. Tudo é administrado pela Fundação Cultural Argentino-Japonês. Por estas razões, muitas festas no Japão são realizados no Jardim Japonês. Lá também tem uma biblioteca de assuntos só japoneses. Muitas performances teatrais e recitas de música são realizadas lá também.

Outro fato interessante é que lá tem cursos de japonês e cultivo de bonsai. E um espaço que é concebido de meditação.

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Voltando ao dia anterior, o que eu mais amei. Livraria El ATeneo! Antigamente era um teatro, mas foi fechado, e depois restaurado e transformado numa enorme livraria. Ela é considera uma das livrarias mais bonitas do mundo, e tem motivos. Sério, é super apaixonante.

Dentro dela tem um pequeno lugar que você pode tomar um café ou um lanche, foi lá que consegui um pouco de wifi, já que no cruzeiro não tinha. 🙁

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Estão entendendo meu amor por essa livraria? É realmente tudo muito lindo, infelizmente não fiquei tanto tempo quanto queria, porque já estava cansada e andei mais de sete quadras num sol dos infernos, literalmente, para chegar lá. Então imaginem meu estado, acabada. Mas valeu muito a pena.

Vou colocar mais algumas fotos dela abaixo para vocês.

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Então é isso pessoal, espero que tenham gostado. O post não ficou tão bom quanto gostaria, mas é que passei o dia fora e estudando, e estou escrevendo ele correndo só para vocês. coracao-1_xl Sou fofa.

E quem perguntou sobre restaurantes lá no meu ask (não esqueço de vocês), o único que eu me lembro aqui são alguns que tem no Porto Madero, e são ótimos por sinal! E por favor, não vão no zoológico, eles que deixam os animais dopados, 24h por dia, só para você ir lá e tirar uma selfie com ele. Pense se o sofrimento dele vale uma foto.

E comentem o que vocês acharam, adoramos a opinião de vocês. 🙂







 

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Olá gente, tudo bem com vocês?  Hoje eu vim contar um pouquinho da minha viagem para Montevidéu, Uruguai. Quem não me acompanha nas redes sociais provavelmente não sabe, mas semana passada eu fiz um cruzeiro, junto com meu namorado, e passamos pela capital do Uruguai, Buenos Aires (Argentina), e Punta del Este (Uruguai, novamente). Os dois últimos lugares também terão seus devidos posts. Geralmente viagens de cruzeiros quando para em alguma cidade fica somente ali por alguns poucos dias, ou algumas horas. Foi o caso das duas cidades do Uruguai, porque na Argentina ficamos dois dias.

Por isso esse diário de viagem será um pouco curto (mas acabou não ficando haha), porque não tenho muito o que falar de Montevidéu, porque não fiquei muito tempo, foram só algumas horas com a excursão que o próprio navio oferece. Mas foi o suficiente para eu me apaixonar pelo país e querer voltar para ficar mais alguns dias.

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Eu já gostava do Uruguai, mesmo nunca tendo ido para lá, simplesmente, por causa da política e de certas leis “polêmicas” (bem justas), que melhoraria a vida de muita gente aqui no Brasil (se ele adotasse)! Mas nunca tinha me atraído pela capital deles, principalmente porque umas duas pessoas já haviam me dito que a cidade era minúscula e não tinha nada para se ver, e fazer. Porém, creio que as pessoas não olharam com atenção para essa pequena capital.

Montevidéu é linda demais, todos os prédios, casas e afins estão super conservados e devidamente restaurados. Para todos os lados que você olha tem um parque ou alguma árvore, quase, se não todas, as ruas são super arborizadas. E um detalhe que me cativou ainda mais, principalmente por ser um país vizinho do Brasil é que não tem um papel no chão, todas as ruas são super limpas. Acho que não é atoa que ela foi eleita a melhor cidade da América Latina para se viver.

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Bom, chega de falar da minha paixão pela cidade e vamos para a parte que interessa, o que eu visitei e recomendo para vocês.

Pra começo de conversa você tem que ir na Praça Independência, que é aonde acontece as grandes festas quando algum presidente é eleito, e outras festas e manifestações acontecem por lá também. Além de que a praça é super linda. Nela tem o Palácio Salvo (primeira foto deste post), que é um dos “cartões postais” da cidade, um edifício com uma arquitetura majestosa e diferente, que já foi considerado o mais alto da América do Sul.

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Continuando na Praça Independência, você pode visitar o Teatro Solís, que existe desde 1856, e é o mais importante teatro de Montevidéu. O local é famoso pela arquitetura imponente de seu edifício e pelo charme dos detalhes em seu interior. Eu só passei na frente dele, mas me falaram que é possível fazer uma visitação interna.

Também temos nela (na Praça Independência) a Puerta de la Ciudadela, nome em sua língua original, que nada mais é do que uma porta que restou da fortaleza que protegia Montevidéu anos atrás. Hoje em dia a porta é um dos lugares favoritos dos turistas para contemplar e tirar fotos.

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Localizado na Av. de Las Leyes , apenas a 3km da Plaza Independencia, se encontra  o Palácio Legislativo. A sede da Câmara dos Deputados, é um dos prédios mais imponente de Montevidéu, e é de tirar o fôlego. Muitos turistas só tiram fotos externas dele (que foi meu caso), mas ele é aberto para visitantes com visita guiada. Acontece de segunda e sexta em dois horários, às 10:30h e às 15:00, o ingresso custa 70 pesos uruguaios (aprox. R$7,00) ou então 3 dólares. Não é necessário reservar, só basta chegar alguns minutos com atencedência.

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Já estou chegando ao fim deste post, mas sem antes indicar dois últimos lugares que passei e achei bastante bonitos. Um deles é um parque, infelizmente não lembro o nome dele, mas fomos nele porque existe uma estátua que homenageia a parceria que existiu/existe entre o Uruguai e o sul do Brasil. Por eles serem tão próximo eles acabaram pegando um pouco da cultura do outro, então para celebrar esta pequena união, tem este pequeno monumento com cavalos.

Parece ilusão/photoshop, mas sim, tinha realmente um pássaro pousado na mão da estátua <3

Parece ilusão/photoshop, mas sim, realmente tinha um pássaro pousado na mão da estátua <3

Outro lugar que é bastante interessante é o bairro Prado, é um dos mais antigos e é composta por enormes casarões, já que antigamente só ricos moravam na região e construíram casas maravilhosas. Como a foto abaixo.

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Enfim, vou terminar logo este post porque está maior do que eu gostaria, e duvido que todos vocês terão paciência de ler tudo isso. Mas antes não poderia sugerir outros lugares para você visitar (por mim) como Mercado do Porto, Feira de Tristán Narvaja, Av. 18 de Julho, e outros tantos lugares que não tive a oportunidade de conhecer. Por isso e por outros motivos preciso voltar a Montevidéu.

Deixarei vocês com algumas fotos e um curto vídeo do que filmei por lá.

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Comentem se vocês já foram ou se tem vontade ir, e o motivos de vocês. É sempre bom saber a opinião de vocês, principalmente em questões de viagens, porque sempre que alguém vai tem uma experiência diferente da outra pessoa. Bom, espero que este post tenha ajudado, de alguma forma, vocês. coracao-1_xl







 

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Olá gente, tudo bom? Essa segunda, e última, parte da minha viagem para Dublin, demorou para ir ao ar, mas antes tarde do que nunca. Hoje separei alguns  pontos turísticos que fui e que se você for para lá tem que ir dar uma passada por eles!

Primeiramente vou começar pela Guinness StoreHouse, ela cobre um enorme quarteirão nos arredores da Thomas street, aonde foi um dia a fábrica da cervejaria irlandesa. Atualmente é um museu dedicado a cerveja. Pode-se dizer que a Guinness é o que moveu a Irlanda a se tornar mais popular e entres outras questões econômicas. O mais bacana de fazer uma visita por lá é que o é passeio é auto-guiado, ou seja, você escolhe a forma como quer conhecer o espaço, seja simplesmente dando uma olhada por cima e curtindo a atmosfera ou então lendo todos os cartazes e placas informativas, assistindo aos vídeos e mexendo em quiosques multimídias interativos (auto-explicativos) e se atentando aos milhares de detalhes espalhados pelos seis andares do edifício.

Ao entrar na Guinness Storehouse você ganha um  mapa dobrável (disponível em diversas línguas) que lhe permite escolher o quão rápido ou devagar você quer explorar o lugar. No site deles também há a opção de fazer o download do iWalk Podcast, um arquivo em Mp3 que lhe passa todas as informações do tour pela fábrica por áudio.

hahuahuahuA Guinness Storehouse, faz uma linha do tempo da cerveja, des dos os ingredientes que vão nela, como funciona o processo de fermentação e de fabricação, quais são as ferramentas utilizadas para a manufatura dos barris de cerveja, e uma rápida história da exportação da marca, marketing e propaganda, além de informações sobre o famoso Guinness livro de Recordes, inúmeros posters, vídeos de comerciais e itens de colecionadores. Mas o ponto mais legal do passeio é o sétimo e último andar da Guinness Storehouse, o conhecido Gravity Bar (a primeira foto do post foi tirada lá). Situado à 46 metros do chão, o Gravity Bar é um ambiente redondo, fechado por enormes vidros de todos os lados. Ele é o bar mais alto de Dublin e, o mais legal, dá pra ver a cidade inteirinha lá de cima! Pois é, dá e é muito bacana, pois você pode apreciar a vista e curtir sua bebida de cortesia.

Uma dica, quando você comprar seu ingresso para a Guinness Storehouse você tem que guardá-lo bem, pois com ele você tem o direito a desfrutar de uma cerveja no Gravity Bar, ou um refrigerante.E se você estiver com fome, como eu estava, tem uns 3 ou 4 restaurante lá em cima, mas quando eu fui estavam todos fechados devido ao horário. 🙁 Então cheguem cedo. Para finalizar o passeio conta com uma pequena loja de presentes e souvenirs, localizada na saída da Guinness Storehouse, é bem variada e completa, com produtos originais e exclusivos da marca.

A Guinness Storehouse fica localizada na St James’s Gate, na Dublin 8. Para saber mais informações entrem no site deles clicando aqui.
OBS: Adultos que quiserem comprar ingressos online tem 10% de desconto diretamente no site deles.

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Outro passeio turistico muito legal é o Trinity College Dublin, uma das maiores faculdade da Irlanda. Infelizmente não tirei muitas fotos por lá, porque filmei desde tirar fotos. Ele com toda certeza foi o passeio que eu mais gostei, porque entramos na biblioteca da universidade serviu de inspiração para a construção da biblioteca de Hogwarts dos filmes da saga Harry Potter, e eu como uma boa potterhead surtei loucamente!!

A faculdade está localizada na parte central de Dublin, cerca de um quarteirão do Rio Liffey (o rio que cruza a cidade de Dublin). Ela foi fundada em 1592 pela Rainha Elizabeth I. As tradicionais influências Anglo-Irlandesas as famílias protestantes preferiam que seu sucessores estudassem nela do que na Inglaterra. Outro ponto interessante é que a faculdade tem uma certa fama pela formação de importantes nomes na literatura, como Jonathan Swift, Oliver Goldsmith, Oscar Wilde, Bram Stoker, J.M. Synge e Samuel Beckett, e na política Edmund Burke, Wolfe Tone, Robert Emmet, Edward Carson e Douglas Hyde.

Antigamente a universidade pública só aceitava alunos protestantes, porém os alunos católicos poderiam ser aceitos, mas só se abrissem mão de suas crenças. Apesar destas restrições religiosas tenham sido abolidas em 1873, o clime protestante ainda se manteve fortemente na faculdade. E um fato interessante é que hoje em dia a maior parte dos alunos são católicos.

 

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Tem diversas partes abertas para visitação no Trinity College, mas o que eu fui ver mesmo foi a biblioteca (das fotos acima). É incrível lá dentro, tem todos os registros dos livros mais importantes da história e tem, acreditem, o primeiro livro da humanidade também está na biblioteca da universidade. Não da pra expressar a felicidade que fiquei quando entrei lá, porque é lindo e como já dito acima, foi os filmes de HP se inspiraram nela para seu cenário.

A Trinity College Dublin fica na College Green, Dublin 2. Logo na entrada principal você consegue ver diversas informações, você pode pedir um tour completo e guiado se preferir, não foi o meu caso, pois estava com a minha amiga que está fazendo intercâmbio lá, mas creio que é uma boa.

Outro lugar que eu tentei visitar foi a a Biblioteca Nacional de Dublin, que fica localizado na Kildare Street, tinha visto algumas fotos de lá e achei maravilhoso, mas estava fechado. 🙁 Então acabamos indo para o Museum of Archaeology, que ficava na frente.  Se você passar por lá sem dar muita atenção você só verá a Leinster House, um dos prédios do governo irlandês. A entrada do museu é um pouco “escondida”, mas não é difícil encontrá-la.

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O prédio foi criado por dois arquitetos de Cork seguindo o estilo vitoriano com influências neo-clássicas. Foi aberto em 1890, o Museum Of Archaeology incluie diversos artefatos, que vão desde 7.000 a.C. até o século XX! Além das 9 exposições permanentes: The Treasury, Ór – Ireland’s Gold, Prehistoric Ireland, Kingship and Sacrifice, Viking Ireland, Medieval Ireland, Ancient Egypt, Ceramics and Glass from Ancient Cyprus e Life and Death in the Roman World.

A entrada do museu fica exatamente na rotunda onde também estão localizados o guarda-volumes, balcão de informação e lojinha de presentes, mas o mais incrível fica nos detalhes e na decoração, e principalmente pelo mosaico no chão que mostra com cenas da mitologia clássica, incluindo os signos do zodíaco. A única coisa que consegui tirar foto, já que era proibido tirar foto lá dentro. O The National Museum of Ireland Archaeology fica na Kildare Street, Dublin 2.

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Para finalizar este post deixarei vocês com mais algumas dicas. A principal é não deixe de passar na O’Connell Street, é a avenida principal da cidade, e onde tem o Spire Of Dublin (da foto acima) é um monumento alto, em forma de agulha, com 120 metros de altura. Se não me engano é o mais alto monumento que existe. Entre uma das ruas que cruzam a grande avenida, tem uma em especial que você tem que ir caso queira fazer algumas compras, a Mary Street.

Nela você encontra diversas lojas como TopShop, H&M, Forever 21, Next, New Look, Zara, Penny’s (ou Primark) , e o shopping ILAC também está nessa rua, tendo lojas desconhecidas, mas com melhor preço. Ainda tem uma mega store britânica, a Debenhams. A um detalhe interessante, e muito legal, as lojas, quase todas, tem uma área para tamanhos Plus Size, na Forever 21 tinha uma, com roupas lindas! E ainda nos arredores da rua têm algumas galerias, supermercados, feirinhas. Enfim, me apaixonei por ela.

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Outra coisa que você não pode de deixar de experimentar é a comida típica Irlandesa. Estava no Temple Bar e decidi comer algo em alguns dos pubs que tem na região, e tinha um cardápio com as comidas típicas, e escolhi como prato de entrada Mexilhões e prato principal o famoso French Fries, que é comida tipíca da Inglaterra também. Admito que não gostei muito da segunda comida, mas o prato de entrada é muito gostoso.coracao-1_xl

 

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Então é isso minha gente, o Diário de Viagem: Dublin- Irlanda, acaba por aqui, mas aguardem que ainda falta os posts da viagem que fiz para Espanha e Inglaterra. Tem muita muita coisa legal pra contar e mostrar a vocês! Deixo vocês com algumas fotos da cidade, e repare na foto com as portas pintadas de cores diferentes, outro detalhe incrível de lá, cada porta tinha uma cor diferente da outra. Muito amorzinho. coracao-1_xl

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E se você quiser ver o primeiro post dessa minha viagem é só clicar aqui.  E caso você não tenha visto o vídeo desta minha viagem, é só conferir abaixo. 🙂