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Hoje vim falar de uma série que simplesmente não consegui largar um dia se quer até chegar no último episódio e já estou morrendo por que quero mais, e muito mais. E acreditem não é do netflix.

How to Get Away with Murder acompanha a vida pessoal e profissional de Annalise Keating, uma professora de Direito Penal da fictícia Universidade de Middleton, na Filadélfia, uma das mais prestigiadas Escolas de Advocacia na América. Ela trabalha como advogada, obviamente. E neste ano Annalise seleciona um grupo de seus melhores alunos de sua turma da universidade para trabalhar em seu escritório. São eles: Connor Walsh, Michaela Pratt, Asher Millstone, Laurel Castillo e Wes Gibbins.

Em sua vida pessoal, Annalise vive com seu marido Sam Keating, um renomado psicólogo, mas também vive um relacionamento às escondidas com Nate Lahey, um detetive local. Quando sua vida pessoal e profissional começar a entrar em colapso, Annalise e seus alunos se verão envolvidos, involuntariamente, em uma trama de assassinato.

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A série, intitulada pelos fãs como HTGAWM, é transmitida pela ABC desde 25 de setembro de 2014. Foi criada por Peter Nowalk, tem como produtora executiva Shonda Rhimes e distribuído pela ABC Studios. Devido o contrato de Viola Davis as temporadas não podem ser muitos longas, podendo ter apenas 15 episódios e no máximo 16.

A série por enquanto tem duas temporadas, a segunda está em hiatos e volta dia 11 de fevereiro nos Estados Unidos, no Brasil a segunda temporada está sendo transmitida no canal pago Sony. Abaixo deixei o trailer da primeira temporada. 🙂

Onde assistir: aqui







 

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Hoje vim comentar de uma série documentário que está todo mundo comentando, mas não tem como não falar. Making a Murderer. Eu criei curiosidade sobre ela por causa do tema, como vocês sabem eu amo assunto que envolvam assuntos policias, ainda mais policiais corruptos. Mas antes de chegar nesse ponto, vou dar uma resumida na história de Steven Avery, o personagem principal desta história.

Steven Avery (nascido em 9 de julho de 1962) é um americano de Manitowoc County, Wisconsin, que ficou 18 anos preso por estupro em 1985. Mas em 2003 ele foi solto, graças a um exame de DNA, que provava que ele era inocente, e quem tinha cometido o crime tinha sido outro homem.

Logo no começo do documentário já acompanhamos a saída dele da prisão e de como ele foi um dos exemplos de mal conduta de investigações entre o sistema jurídico e policial dos Estados Unidos ( e se vocês pesquisarem um pouquinho no google irão perceber que ele foi mais um número entre vários outros). Basicamente, por ele morar em uma cidade pequena e arrumar algumas confusões o xerife tinha bronca dele então ele queria se livrar do encrenqueiro da cidade. Para ficar mais claro. Este problema jurídico nos EUA de mandar inocentes para prisão é tão grave que lá existem ONGS e advogados que trabalham só para pegar este tipos de casos! 

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Obviamente que Avery processou todos os envolvidos em sua condenação injusta, mas não demorou muito para logo ele ser acusado de outro crime. Desta vez de homicídio.

Foi em 2005, no meio dos depoimentos para sua ação civil contra o departamento do xerife de Manitowoc County, que Avery foi acusado e preso pelo assassinato da fotógrafa Teresa Halbach. Ele foi condenado em 2007 e sentenciado á prisão perpétua sem liberdade a condicional. O caso está sob recurso a partir de janeiro de 2016, e uma nova equipe de advogados de defesa foi anunciado, Katheleen Zellner e Tricia Bushnell.

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Montagem linda e maravilhosa dos advogados (da época) do Steven

O que intriga durante o documentário é a falta de algumas provas e a certas coisas que ficam na cara que foram combinadas, só assistindo a série para vocês poderem entender melhor. Outro ponto muito horrível nesta história toda é de como eles (investigadores) usaram e abusaram do sobrinho de Steven, Brendan Dassey o acusando sem nenhuma prova física e o sentenciaram a prisão perpétua também!

O foco da série é toda a parte jurídica, as provas e as descobertas maravilhosas que os advogados fizeram ( e que os policias não foram capazes). Making a Murderer foi lançado em dezembro de 2015, e tem cerca de 10 episódios, dirigido por Laura Ricciardi e Moira Demos.

Curiosidade: Steven pediu para assistir ao documentário, mas foi negado. Por que será ? Enfim, fiquem com o trailer abaixo e com o primeiro episódio disponível no youtube também.







 

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* Sem Spoilers.  Somente algumas referências ao roteiro básico revelado no trailer *

Jessica Jones é a nova série original Netflix, em parceria com a Marvel Television, produzida por Melissa Rosenberg  Finalmente a Marvel resolveu ceder espaço para uma heroína, ainda não é um filme (Capitã Marvel só em 2019), mas já é um começo (mesmo que em 2015). Uma das desculpas esfarrapadas da Disney (que produz os filmes da Marvel) já tem um nicho para o público feminino, o das princesas, mas quem disse que a gente não pode gostar de princesa, de heroína e de vilãs ao mesmo tempo?

Mas voltando a série, vamos primeiro resumir a história da personagem 🙂

Jessica Campbell Jones é uma super heroína ficcional de um quadrinho estadunidense publicado pela Marvel Comics. Foi criada pelo escritor Brian Michael Bendis e pelo artista Michael Gaydos, a personagem fez sua primeira aparição em Alias #1(Novembro de 2001) como uma heroína aposentada que começou a trabalhar na Alias Private Investigations. A partir deste ponto que roda todo o trama do seriado. A atriz escolhida para interpretar Jessica Jones foi a Krysten Ritter.

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Nesse arco Jessica está traumatizada e tentando seguir adiante. Ela não se define como heroína, mas está sempre ajudando alguém. Ela ficou meses refém de Killgrave, um homem com o poder de controlar a mente das pessoas quando dá uma ordem. Killgrave abusou emocionalmente e sexualmente de Jessica, além de obriga-la a usar seus poderes. Ela consegue se libertar dele e fugir, achando que ele estava morto.

Killgrave é obcecado por Jessica e diz que isso é amor. Ele quer ela de volta sob seu domínio e muitas pessoas ao redor dela vão sendo atingidas e ela precisa encontrar uma forma de derrota-lo definitivamente.

A heroína faz parte do mesmo universo que o Demolidor, eles fazem parte de uma linha mais sombria de heróis. A Netflix ainda vai lançar as séries do Luke Cage e talvez do Punho de Ferro. Depois vai reunir esse todo esse povo nos Defensores, e existe a possibilidade deles se unirem ao universo cinematográfico da Marvel. E uma curiosidade: Jessica estudava na mesma escola que o Peter Parker.

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Além da Krysten, estão no elenco David Tennant como Zebediah Killgrave/Homem-Púrpura, Mike Colter como Luke Cage, Rachael Taylor como Trish, Carrie-Anne Moss como Jeryn Hogarth, Eka Darville como Malcolm e Erin Moriarty como Hope.

Jessica ganhou seus poderes quando o carro da sua família colidiu com um caminha com carga radioativa. Ela perdeu os pais e o irmão no acidente e ganhou os seguintes poderes: voo, super-força, resistência telepática e uma resistência física maior que qualquer humano normal. Além de seus poderes sobre-humanos, ela é uma habilidosa detetive e jornalista investigativa.

Ela não é a uma mocinha monga convencional, divertidamente sarcástica, com atitudes duvidosas, desconta as frustrações na bebida, sem problemas com sexo casual e a lista segue <3

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Jessica e Trish

Na HQ a melhor amiga de Jessica é Carol Danvers, a Capitã Marvel, mas como ela vai ganhar um filme solo em algum ano desse século, os produtores preferiram colocar a Patsy Walker (Trish) no lugar. Trish nas HQs eventualmente se transforma na Hellcat, ou Felina. Na série ela não tem poderes e faz de tudo para aprender a se defender e não precisar depender dos poderes de Jessica.

Jeryn Hogarth da série é um homem nos quadrinhos. A personagem vivida por Carrie-Anne Moss na série é inspirada no advogado Jeryn Hogarth, que nas HQs é defensor de Danny Rand, identidade real do Punho de Ferro. Uma inversão bem interessante que prova que o gênero dos personagens não importa, não existe justificativa para a falta de representatividade dos personagens femininos.

Luke Cage é o par romântico de Jessica e protagoniza váriaaaaaaaaaaaaaaaas cenas interessantes com ela. Ele nas HQs foi voluntário em uma experiência científica e acabou ganhando superforça e pele invulnerável.

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A série é recheada de personagens femininos fortes e interessantes, que interagem entre si e não estão focadas nos seus relacionamentos amorosos, ou competindo entre si, ou com inveja uma da outra.

Outro ponto interessante é como a série aborda relacionamentos abusivos, violência doméstica e estupro. A trama mostra toda a situação do trauma da Jessica, como a vida dela era antes, e de como esse tipos de violência afetam a vida de sobreviventes e das pessoas ao redor.

Por exemplo, a própria personagem sofre de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), tendo sérios problemas com a bebida e diversas vezes é assombradas por lembranças do passado. Além de que Killgrave fez outras vítimas depois dela. Aquela velha história de quando uma mulher não denuncia seu abusador dá mais poder a ele para ele fazer outras vítimas, infelizmente. Se vocês se interessarem tem um texto muito bom que retrata exatamente sobre isto na série, para ler é só clicar aqui.

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Apesar de todo o histórico de violência Jessica é uma mulher forte, independente, que está lutando para seguir adiante e para dar suporte para as outras vítimas do Killgrave.

A série também faz algumas referências a HQ a outros personagens do universo Marvel, como os Vingadores. Em um dos episódios mostra um flashback de Trish tentando convencer Jessica a usar roupas de super-heroína, ela mostra a roupa da HQ e sugere o nome Safira, também da HQ.

Confiram abaixo o trailer da série.

 







 

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Quarta-feira mais um dia de séries e filmes aqui no blog para vocês, e hoje vim falar de uma das minhas favoritas do momentos. Orange is the New Black é uma série americana de comédia dramática criada por Jenji Kohan. Produzida pela Tilted Productions em associação com Lionsgate Television, é baseada no livro de Piper Kerman, Orange Is the New Black aborda sua experiência na prisão. Estreou no Netflix no dia 11 de Julho de 2013 , a segunda temporada teve sua estreia em 6 de junho de 2014 e a terceira dia 12 de junho de 2015.

A série se desenvolve ao redor da história de Piper Chapman (Taylor Schilling), que mora em Nova York e é condenada a cumprir 15 meses numa prisão feminina federal por ter participado do transporte de uma mala de dinheiro proveniente do tráfico de drogas a pedido da sua ex-namorada, Alex Vause (Laura Prepon), que é peça importante num cartel internacional de drogas. O delito ocorreu dez anos antes do início da série e, no decorrer desse período, Piper seguiu sua vida tranquila entre a classe média-alta de New York, ficando noiva de Larry Bloom (Jason Biggs). Quando presa, Piper reencontra Alex, elas reanalisam seu relacionamento e lidam com suas companheiras de prisão. Ao final da segunda temporada, resta a Piper o cumprimento de 8 meses de sua sentença.

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O que eu mais gosto nela é o fato dela trazer o universos feminino para as telonas, no caso para a tela do computador, além de retratar questões que todas mulheres passam em comum, e as diferenças que temos entre nós. E também de levantaram temas importantes para debates de nossa sociedade como aborto, estupro, transgênero, entre outros questões. Não tem como você não se apaixonar e não viciar.

Terminei a terceira temporada ontem e estou órfã. Todas as séries boas que acompanho terminei, ou estou acabando, isso está ficando cada vez mais triste. Enfim, deixei abaixo o trailer da primeira temporada. Recomendo essa série para todos, e comentem abaixo se você já terminou a terceira têmpora e o que achou, porque estou precisando comentar dela com alguém! coracao-1_xl

Onde Assistir: Netflix







 

My Mad Fat Teenage Diary
My Mad Fat Diary conta a historia da personagem Rachel Earl, uma inglesa, que passou quatro meses internada em um hospital, apos ter tentado suicídio. A trajetória da série se baseia em sua vida, em seu cotidiano, e preconceitos que ela sofre. A série também aborda problemas adolescentes, como a amiga que engravida, e o amigo que se assume gay, e claro que conta também com o galã teen. Falando desta maneira deixa a entender que o enredo é igual aqueles clichês que estamos cansados de ver nas televisões, mas não, ainda mais porque tudo se passa na visão de uma garota fora dos padrões de beleza.

Outro fator super interessante é que está a série é baseada em fatos reais de uma menina que morava na Austrália, Rae Earl,  ela escreveu um diário para aliviar suas aflições, e deu tão certo que a emissora ingles E4, a mesma que produziu a série Skins, resolveu apostar nela.

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Seu sucesso foi imenso, e não passou abatido para a MTV dos EUA, que desenvolve um projeto para produzir um remake. Porém, como todos sabem, o canal sempre ofereceu versões mal sucedidas de produções inglesas, como Skins e The Inbetweeners. Eles já teriam encomendado a produção de um piloto de My Mad Fat Diary para avaliação. Tom Bidwell está a cargo do projeto, criador da série original.

O piloto deverá ser filmado durante a Summer Season, mas só se o remake for aprovado. Até agora não houve qualquer novidade sobre esta questão, e sinceramente, cai entre nós que ainda bem.

A segunda temporada da série inglesa acabou sua exibição em março deste ano, no Reino Unido. Ainda não há notícias sobre uma futura renovação ou cancelamento, porém, tendo em vista o último episódio, sugere que a produção pode ter sido encerrada. 🙁 Abaixo deixo vocês com o trailers da primeira e segunda temporada:

 


Se vocês assisterem ou se já assistiu não deixe de comentar, também quero saber o que vocês acharam dela. <3