histórias afro-atlânticas

 

Fazia tanto tempo que não ia em uma exposição que me tocava dessa forma que precisei escrever sobre ela. Hoje fui com duas amigas a uma exibição, a mesma é tão grande que precisou se dividir entre dois museus importantes de São Paulo. Mas o que mais me chamou atenção nesse a mostra foi a mescla de diversos conteúdos e apresentações, e os diferentes pontos de vista dos artistas, e histórias que cada um tinha. Me emocionou muito, pois cada um tinha sua narrativa contada ali.

A exposição coletiva “Histórias afro-atlânticas” reúne, em iniciativa inédita, duas das principais instituições culturais de São Paulo: o Instituto Tomie Ohtake e o MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Trata-se de um desdobramento da exposição “Histórias mestiças”, realizada em 2014, no Instituto, por Adriano Pedrosa e Lilia Schwarcz, que também assinam a curadoria desta nova mostra, junto com Ayrson Heráclito e Hélio Menezes, curadores convidados, e Tomás Toledo, curador assistente.


“Histórias afro-atlânticas” apresenta cerca de 400 obras de mais de 200 artistas, tanto do acervo do MASP, quanto de coleções brasileiras e internacionais, incluindo desenhos, pinturas, esculturas, filmes, vídeos, instalações e fotografias, além de documentos e publicações, de arte africana, europeia, latino e norte-americana, caribenha, entre outras.

A exposição articula-se em torno de núcleos temáticos, alguns dos quais presentes em “Histórias mestiças”. No Instituto Tomie Ohtake estão Emancipações; Ativismos e resistências; e no MASP estão presentes os núcleos Mapas e margens; Cotidianos; Ritos e ritmos; Retratos; Modernismos afro-atlânticos; Rotas e transes: Áfricas, Jamaica, Bahia.

Endereço e Horário

Museu MASP e Tomie Ohtake
de 30 de junho a 21 de outubro 2018
De terça e quarta – no MASP – (entrada gratuita) a domingo, das 10h às 18h; quinta, das 10h às 20h