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sinopse

Situada 97 anos no futuro, a história da série The 100 mostra uma civilização destruída pela guerra nuclear. Quando ocorreu o holocausto, cerca de 400 pessoas viviam em doze estações espaciais internacionais. Eles se tornaram os únicos sobreviventes da raça humana. Com o passar dos anos, novas gerações surgiram e agora eles são 4 mil habitantes que se amontoam na Arca, nome dado às doze estações que se uniram. Para tentar sobreviver, regras rígidas foram adotadas, incluindo pena de morte e controle de natalidade. Agora, os líderes da Arca planejam enviar à Terra 100 deliquentes juvenis com o objetivo de avaliar a qualidade de vida no planeta.

The 100 está na sua segunda temporada e acaba de ser renovada para a terceira. É uma série que não te deixa recuperar o fôlego de um episódio para o outro. Fiquei no pé da Lena até ela assistir, e o resultado? Assistiu todos os episódios disponíveis em dois dias.

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A maioria dos 100 considerados delinquentes não chegaram a fazer algo grave, mas nenhum deslize fica impune na Arca. Qualquer crime na Arca é punido com a pena de morte, mas quando a pessoa é menor de idade ela fica presa.

Quando os 100 chegam a Terra constatam que ela é habitável novamente, mas ao decorrer de tantos acontecimentos os líderes da Arca começam a achar que os jovens estavam morrendo, alguns realmente morreram, mas a grande maioria não. Eles só estavam tirando o “bracelete” que mandava os sinais vitais dos jovens para Arca, e quando desativados significava a morte.

Não tinha como a Arca ter certeza do que aconteceria com a nave deles e nem onde eles pousariam. Então, quando o grupo chega a Terra a parte de comunicação da nave com a Arca fica comprometida. Sozinhos eles precisam decidir que tipo de sociedade vão construir ali, se vão continuar a seguir as regras da Arca ou criar novas.

Lincoln e Octavia <3

Lincoln e Octavia <3

o nos achamos

Helena: A série tem como personagem principal a Clarke, que na minha opinião  é meio sem sal, prefiro a Octavia. Já que estou falando dos personagens fundamentais na trama, vou falar de todos, tem o Bellamy, que no começo todo mundo odeia e depois vai gostando dele, aos poucos. Eu ainda tenho pé atrás com ele, mas não o odeio como antes. Tem o Finn, outro mongo, o Jasper, que me irrita em alguns momentos, mas ele é ok. Tem o Mount, a Raven que é uma das personagens femininas mais legais, na verdade essa série inteira tem diversas personagens mulheres fortes.

Dandara: O mais legal da série são os conflitos entre os valores morais dos personagens. O Bellamy passou metade da vida escondendo a irmã Octavia, pois é proibido ter mais de um filho. Quando o conselho da Arca descobre a existência da Octavia, ela e o Bellamy são presos, então ambos odeiam o sistema da Arca. O começo da série realmente te faz sentir repulsa pelo Chanceler e o conselho da Arca. A Clarke e o Finn preferem agir de forma correta com todos, mesmo quando descobrem que a Terra não ficou inabitada todo esse tempo. O conflito entre esses grupos, os “grounders” e os “sky people” é o cenário central da série e mostra como o ser humano sente necessidade de estar sempre em guerra, de impor seu modelo de sociedade aos outros. Aos poucos as pessoas vão definindo seu papel dentro do grupo, quando alguma conflito aparece naturalmente surgem os líderes, os guerreiros, os fracos, os traidores, e as habilidades especificas de cada um.

E não se preocupem, não tem um triângulo amoroso tosco e sem sentido, tem uns romances aqui e ali, mas não é o foco. Dá para brisar o dia todo sobre essa série, mas preferimos que vocês assistam e comentem suas impressões da série com a gente.

 







 

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Com as roupas espalhafatosas e divertidas dos anos 80 e uma trilha sonora melhor ainda, The Carrie Diaries (Os Diários de Carrie) estreiou em janeiro no canal americano CW e atraiu os fãs mais jovens de Sex & The City e dos livros de mesmo nome para a televisão.

Como já citado acima, The Carrie Diaries é baseada nos livros que formam um prelúdio do aclamado romance (além da série e filmes) de Candace Bushwnell. Particulamente, eu fiquei viciada nos dois livros que deram origem ao seriado e não me decepcionei quando ele estreiou. Claro, as diferenças entre os dois são bem gritantes – justamente por isso aconselho a leitura dos livros também -, mas ambos são muito bons e divertidíssimos!

A série conta a história de como Carrie Bradshaw foi parar em NY. Após a morte da mãe em 1984, a jovem Carrie de 16 anos vê sua vida completamente transformada, já que além de ter que lidar com a perda, a jovem precisa crescer e lidar com a irmã mais nova extremamente rebelde, Dorrit. Além dos problemas em casa, Carrie ainda tem que lidar com a vida no ensino médio, que suporta junto dos três melhores amigos, Mouse e o casal Walter e Maggie; com o primeiro amor, Sebastian e a garota mais chata da escola, Donna La Donna. No entanto, tudo parece melhorar quando seu pai, Tom oferece um estágio em New York, o que acaba por ser aquilo tudo que Carrie precisa e ela entra pela primeira vez num mundo em que sonha viver, longe do subúrbio que está acostumada, especialmente quando conhece Larissa, editora de estilo da revista Interview.

Da direita para esquerda, de cima para baixo: Carrie, Maggie, Mouse, Walt, Sebastian, Larissa, Dorrit e Donna La Donna. Fonte: The Carrie Diaries BR

Da direita para esquerda, de cima para baixo: Carrie, Maggie, Mouse, Walt, Sebastian, Larissa, Dorrit e Donna La Donna. Fonte: The Carrie Diaries BR

The Carrie Diaries tem como produtores executivos, Josh Schwartz e Stephanie Savage (a dupla responsável por The OC e Gossip Girl), além da própria escritora, Candace Bushnell. A primeira temporada tem 13 episódios e corre o risco de ser cancelada por conta da baixa audiência, entretanto os fãs já iniciaram uma campanha para que seja renovada para uma segunda temporada. No Brasil, a série passará no canal Boomerang.

Veja o trailer:

 

 

 







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