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sinopse“De acordo com a ONU e órgãos oficiais, Emilio deveria ser apenas uma estatística. Um número entre os 243 milhões de jovens em todo o mundo que se entregam às tentações e têm suas vidas destruídas pelas drogas. Como todos os humanos, ele nasceu com o potencial de se tornar um membro produtivo da sociedade, um ser que sonha e ambiciona conquistas. Em que ponto de sua história seu destino foi destruído? Quais os motivos?Este livro-reportagem retrata sua vida desde a infância. As dificuldades financeiras, a ausência de afeto, violência e abusos sexuais sofridos por um membro da família. E o momento em que ele encontra alguém capaz de fazê-lo esquecer de tudo. Com situações detalhadas, acompanharemos através desta obra que o fundo do poço pode ser ainda mais profundo. Mas que existe uma luz capaz de mudar toda uma história.

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Este é um livro-reportagem trás a história de Emilio um garoto comum como qualquer outro de uma família pobre. Teve um pai muito agressivo na infância, e sempre presenciou cenas impróprias para uma criança. Mas tudo piorou quando Emilio foi abusado sexualmente por um membro de sua família. A culpa, a vergonha o fizeram se afastar e ir atrás das drogas para esquecer do trauma.

Não tem como não se comover pela história dele, a cada página você o entende, e vê como a droga toma conta de sua vida, sendo a única razão dele acordar e viver. É literalmente uma doença e um vício, e o leitor consegue perceber que você precisa ter uma forá fora do normal para conseguir sair dela.

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Basicamente este livro é perfeito para quem adora julgar e chamar os dependeres químicos de “drogados” e “merdas da sociedades”, pois mostra realmente como a vida dessas pessoas não é nada fácil. E eles não escolherem irem para esse caminho porque quiseram e estavam bem, e sim por motivos bem profundos. É uma ótima pedida para tirar o preconceito das pessoas.consideraçÑoes-finais-modelo-2Eu sou bem suspeita para falar de assuntos esses temas porque vocês sabem que adoro ler e me informar sobre esses assuntos, porque são casos reais e existe muito em nossa sociedade. E adoro entender a mente humano. Acho que eu deveria ter feito psicologia, mas né, tcc de novo, não.

Enfim, caso vocês queiram comprar o livro é só clicar aqui. E me digam o que acharam. 😀







 

Mais uma Maratona Literária para fechar 2015 que já poderia ter acabado né?

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O Geek Freak, em parceria com o Vitor Martins, organizou mais uma Maratona Literária, dessa vez é uma #Revezatona de 24 horas, que começa nesse sábado dia 14. Revezatona porque os dois canais vão r””evezar no Twitter e no Snapchat para a interagir com os participantes da maratona. Confiram o evento da maratona no Facebook aqui.

Os desafios da TBR (To Be Read / Livros que pretende ler) dessa maratona são:

• Começar e terminar um livro com menos de 200 páginas;
• Ler um quadrinho / graphic novel / mangá / livro ilustrado;
• Começar um livro que você enrolou o ano inteiro e ainda não pegou pra ler.

Os horários da REVEZATONA funcionarão da seguinte forma:
• 14 de Novembro, das 12h às 00h (horário de Brasília) – Vitor Martins
• 15 de Novembro, das 00h às 12h (horário de Brasília) – Geek Freak

Usem a hashtag #Revezatona, para que possamos interagir melhor.

Geek Freak | Twitter / Snapchat / Periscope: @victoralmeidap
Vitor Martins | Twitter / Snapchat / Periscope: @vitormrtns
Dandara| Twitter @daanlima_ | Snapchat daandlima
Helena | Twitter @lenajimenez | Snapchat helenajimenezz

Confiram o vídeo da nossa TBR para essa #Revezatona:







 

Olá pessoas! Já pedimos desculpas por dois motivos, primeiro que eu esqueci completamente de divulgar esse vídeo aqui e o segundo pela falta de vídeo. 🙁 Foi erro nosso mesmo. Mas não se preocupem que vamos voltar a programação normal de vídeos toda a semana.

Enfim, por enquanto fique com esse vídeo sobre nós. Esperamos que vocês gostem e conheçam um pouquinho mais da gente. coracao-1_xl







 

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Olá, tudo bem? Como vocês sabem as terças-feiras sempre são voltadas para posts com conteúdo de beleza e dicas. Mas hoje farei um pouquinho diferente.  Irei comentar algo que todo mundo está comentando e presenciando nas redes sociais este dias. E sim, quando esse assunto surgir, seja da forma que vier, devemos sim debater sobre ele.  Irei comentar sobre a pessoa x que sugeriu mandar nudes para amigas, para assim se focar na dieta e não sair dela. Mas não preciso citar o nome dessa pessoa, porque vocês sabem quem ela é. E também porque ela não é a única mulher a reproduzir machismo e insistir/da dicas em métodos sem noção para não sair de forma alguma do regime. E achar que ser magra é o única formula para a felicidade.

Vamos partir do principio que não se deve brincar com essas coisas de “manda nudes” para a amiga, ou fulano, ou ciclano, e para que depois futuramente essas fotos possam ser jogadas nas redes sociais. Principalmente quando existe pessoas morrendo por conta disto! Milhares de meninas já se suicidaram por terem suas fotos vazadas na internet, isso não é legal, não é “dahora”, não é brincadeira e ponto final. É a mesma coisa que fazer piadas racistas, não é cool! E não consigo entender como as pessoas não conseguem enxergar algo tão claro e obvio. Dito isto vamos para a segunda parte.

“Ser magra agora é crime”…..Tive que colocar alguns pontos pelo meu momento de silêncio para uma frase tão sem argumento, falha em tantos níveis que nem sei como irei/e porque tenho que explicar ela ainda. Mas vou tentar. Vamos para o ponto de que uma pessoa magra não sofre gordofóbia, nem existe um nome para essa “sofrencia” toda que ela passa. Porque simplesmente é ridículo e desproporcional os comentários e as piadas que se é utilizado para pessoas magras e gordas. Principalmente em um mundo aonde o padrão de beleza é sim (quer você acredite ou aceite) ser magro, e ter quilinhos/dobras a mais é visto como algo nojento e sujo. Em um mundo aonde meninas morrem, e entram em anorexia e bulimia (quem nunca ouviu falar da ana e da mia?) por odiarem seus corpos. Sendo que elas são consideradas doenças modernas, porque surgiram a partir do momento em que as mídias no geral/sociedade começaram a impor que isto era preciso para você ser feliz. Não acredita em mim? Tudo bem, vamos aos dados.

25% das mulheres em idade universitária se envolvem em compulsão e ou purgação como técnica de controlo de peso

– A taxa de mortalidade associada à anorexia nervosa é 12 vezes maior do que a taxa de mortalidade associada a todas as causas de morte de mulheres entre 15-24 anos


– As mulheres são muito mais propensas do que os homens a desenvolverem um distúrbio alimentar. Cerca de 5 a 15% das pessoas com anorexia ou bulimia são homens

– As mulheres representam cerca de 90% das pessoas com bulimia

Esses são apenas alguns dados, infelizmente tem mais, muito mais. E eles são de extrema preocupação. Estamos entendidas com isso?  Sim? Então eu vou entrar na terceira parte deste texto que é sobre a minha própria experiência e aceitação com o meu corpo.

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Eu sempre odiei meu corpo desde quando eu me recordo por gente. Eu lembro que com apenas 13 anos eu tinha uma lista de coisas que odiava no meu corpo, eram cerca de 10 tópicos. E meu sonho era de que quando tivesse meu próprio dinheiro iria fazer cirurgias para todos esses “defeitos”. Para vocês entenderem o tamanho da neurose que eu tinha, um dos tópicos era arranjar alguma cirurgia plástica que cortassem os dedos dos meus pés e deixassem eles menores, porque eles são finos e compridos. Com os meus 14/15 me matriculei numa academia porque queria sumir com a minha barriga, engrossar a minha perna, porque elas sempre foram finas e tentar de alguma forma aumentar a minha bunda. Porque sempre tive bundinha, e também não tenho nada de quadril. Depois de três meses desisti. Primeiro porque o resultado não veio, e eu segundo motivo porque eu odiava o clima da academia.

E não pensem que só fiz isso e fiquei relaxada no sofá. Porque durante anos fiz natação, ballet, tênis e até entrei na lista de espera do box, que por sinal eles nunca me chamaram. E quando criança nunca gostei de chocolate e dessas “comidas”, também nunca gostei de refrigerante. Ou seja, tinha uma alimentação balanceada e praticava esportes, era sim uma pessoa saudável. Mas nunca fui satisfeita e feliz completamente com o meu corpo. Ah, eu também não ia a piscinas ou praia se tivesse algum amigo meu ou algum cara que eu estivesse interessada. Lembro uma vez que fui “obrigada” porque viajei com a escola, e fiquei o tempo todo dentro da piscina porque assim ninguém veria meu corpo e quando saia me sentava com as pernas de frente a minha barriga. E isso piorou quando eu entrei na faculdade, pela primeira vez em anos parei de praticar esportes, e comecei a comer porcarias e percebi que ganhei uns kg. Isso calhou bem na época em que eu entrei depressão, eu lembro que cheguei a entrar em sites aonde falavam da ana e da mia. Lá ensinava como se “tornar amigas delas” e ainda por cima dava dicas de como esconder das pessoas ao seu redor o que estava acontecendo com você. Mas entrei na terapia e não cai nessa.

Depois fiz durante um tempo reeducação alimentar que nada mais é do que você não passar fome, se policiar a comer de 3h à 3h horas, e comer comida e não frituras e coisas do tipo. Com isso emagreci 5kg. Fui para a faixa dos 52/50 kg, faixa saudável para o meu tamanho, mas continuava não realizada com o meu corpo. A única coisa boa que essa nova alimentação me trouxe foi me tornar mais saudável em relação a comida, e começar a gostar mais de legumes e vegetais, o que me ajudou muito quando me tornei vegetariana. Mas lembre-se de que ser saudável não é sinônimo de ser magra. É completamente diferente. Pois apesar de eu ser magra, eu sempre lutei contra o meu colesterol, que é super alto. Por conta da genética da minha família. Enquanto isso algumas amigas minhas que tinham o biótipo complemente diferente do meu nunca tiveram esse problema.

Só comecei a aceitar melhor meu corpo quando comecei a entender que ele era assim, o biótipo dele era assim, e ele não iria mudar. Eu não iria ter mais bunda, eu não iria ter mais coxa, e eu também nunca conseguiria ser magra demais, como as modelos por exemplo. E lembram daquela lista que eu tinha feito quando tinha 13 anos? Pois é, ela diminuiu para 2. Isso para mim foi um grande avanço. Porque eu não demorei dias, semanas ou meses. E sim anos para compreender isso e começar a me amar um pouco mais. Afinal, ele é meu corpo, e é totalmente meu.

 
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Mas não pensem que eu estou dizendo que se vocês quiserem começar amar o seus corpos devem necessariamente não querer mudanças nele. Porque como eu mesma disse ainda tenho dois itens daquela lista. Amar seu corpinho não significa que você não quer muda-lo, e sim que você não vai feri-lo ou deixar que as pessoas e a mídia influencie ele!

Atualmente não posso dizer que amo 100% meu corpo, mas posso afirmar que o adoro! E quero mudar um pouco ele, mas não tanto quanto queria há alguns anos atrás. Quero só definir um pouquinho ele e pronto. Nada demais. Afinal, você ama sua mãe, mas ela também tem defeitos e algumas coisas que você queria que melhorassem, não é mesmo? É a mesma coisa quando você ama e aceita seu corpo.

Enfim, sei que esse post ficou grande. Até mais do que eu pretendia, mas espero de verdade que ele tenha esclarecido e quem sabe ajudado vocês. Indico para vocês assistirem o documentário Embrance que fala exatamente sobre esse tema, e leiam também um texto ótimo no blog Girls With Style. E por favor,  não se esqueçam de comentar abaixo falando do que acharam sobre este post, porque ele foi muito especial pra mim. coracao-1_xl

Fontes utilizadas neste post: Globo, GreenMe







 

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Olá Psycho! Tudo bem com você? Graças a uma dúvida de uma amiga consegui gerar este post, afinal aposto que muito de vocês devem ter a mesma dúvida dela. Onde encontrar os funko up para compra! Para quem ainda não sabe (o que duvido muito) eles são pequenos bonequinhos de vinil, chegando a ter aproximadamente 10cm. Existem de diversos temas, indo de hqs, a cinema, seriados, músicas e até livros!

Algum tempo atrás só era possível encontra-los na gringa, mas graças a sua popularização chegou ao Brasil. Ainda tem um preço bem salgado, por isso a minha coleção não é maior. Já que sou completamente apaixonada por eles.

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Vamos ao que interessa. A maioria dos meus funkos eu adquiri na Galeria do Rock, se eu não me engano fica no terceiro/quarto andar, não lembro o nome e nem o número da loja, mas não tem erro pois é o único estabelecimento que vende coisas geeks e com bonequinhos neste estilos. E sempre encontro funkos up exclusivos lá. Já que geralmente na Fnac e na Livraria Cultura só encontro os mais tradicionais.

Caso você não more em São Paulo, não desanime! Já comprei nesta loja online, Funko Mania, meu lindo Voldemort e chegou em ótimo estado, dentro da caixinha e dentro do prazo. E também tem essa outra loja online CoolCollectibles. 🙂

Então é isso, espero que este post tenha ajudado vocês. Ainda espero conseguir a Harley Quinn, Arya, e muitos outros. E me contem qual é a coleção de vocês.