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O Psycho Indica de hoje é em especial para pessoas que assim como eu adoram livrarias e principalmente de livros, obviamente. Irei indicar para vocês a Livraria Cultura do Conjunto Nacional que é um dos ponto turísticos daqui de São Paulo, você tem que dar uma passada por ela se você estiver fazendo uma visitinha pela capital. Afinal, ela fica na Av.Paulista, outro ponto turístico. 🙂

Composta por três andares ela é repleta de livros de todos os temas possíveis e imagináveis, além dvds e cds! Vocês conseguem passar horas nela, mas uma dica melhor horário é sempre de manhã e de dias de semana, pelo menos eu prefiro. Pois está mais vazia, já que nos fim de semanas ela fica bem cheia.

Fundada em 1947, a Livraria Cultura abriu sua primeira loja no Conjunto Nacional em 1969. Após quase quatro décadas, em maio de 2007, inaugurou na galeria a maior livraria do país, com mais de 3,5 mil m2, na área onde funcionava o tradicional Cine Astor. Entre as grandes novidades do projeto arquitetônico de Fernando Brandão estava o Teatro Eva Herz, com capacidade para até 200 pessoas, que deu origem a outras cinco filiais em lojas da rede.

Em dezembro do mesmo ano foi inaugurada a loja de Artes, que passou a abrigar todos os títulos relacionados ao tema. Em setembro de 2008 foi a vez de dar vida a um conceito inovador de varejo customizado com a abertura da Companhia das Letras por Livraria Cultura, espaço que reúne todo o acervo vivo da editora ao atendimento personalizado, que é a marca da Cultura. Dando sequência ao modelo de sucesso, em junho de 2009 foi aberto o Instituto Moreira Sales por Livraria Cultura, espaço onde estão à venda todos os itens do catálogo de publicações e peças de arte do IMS.

Em abril de 2012, foi a vez da Livraria Cultura surpreende mais uma vez com a criação da Geek.Etc.Br, uma loja exclusivamente voltada para o público geek e nerd. Ao todo, são aproximadamente 4,5 mil metros quadrados de Livraria Cultura, só no Conjunto Nacional, dedicados a oferecer uma ampla experiência cultural às mais de 10 mil pessoas que circulam por esses espaços todos os dias.

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endereço-e-horario-modelo-2Avenida Paulista, 2.073
Bela Vista – 01311-940
São Paulo – SP

Segunda a Sábado –  – Das 9h às 22h
Domingos e Feriados –  – Das 12h às 20h

Para mais informações é só acessar o site deles clicando aqui.








 

Olar gente! O vídeo de hoje era para ser um maquia e fala, mas conforme eu fui editando reparei em como eu estava cansada e com sono neste dia e consequentemente acabei falando muito pouco. E se tornou mais um tutorial de maquiagem por isso o título ficou assim. Vale lembrar, sempre, que essa maquiagem “pro dia a dia” não é uma regra, vocês devem usar o que vocês quiserem! É que eu gosto de usar sombras neutras no meu cotidiano.

Enfim, assistam o tutorial abaixo.


Lista dos produtos que usei ↓

Sombra marrom:  M.A.C –  Brown Down
Paleta de sombras: Urban Decay – Naked 2
Trio de sombras: Almay
Rímel 1: M.A.C
Rímel 2: Benefit – They’re Real
Delineador: L’oréal
Hidratante labial: EOS
Lápis para lábios:  Maybelline – beige natural 02
Batom: Pausa para Feminices – Hermione
Batom: Dailus – Sissone
Corretivo: M.A.C – NW20








 

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* Sem Spoilers.  Somente algumas referências ao roteiro básico revelado no trailer *

Jessica Jones é a nova série original Netflix, em parceria com a Marvel Television, produzida por Melissa Rosenberg  Finalmente a Marvel resolveu ceder espaço para uma heroína, ainda não é um filme (Capitã Marvel só em 2019), mas já é um começo (mesmo que em 2015). Uma das desculpas esfarrapadas da Disney (que produz os filmes da Marvel) já tem um nicho para o público feminino, o das princesas, mas quem disse que a gente não pode gostar de princesa, de heroína e de vilãs ao mesmo tempo?

Mas voltando a série, vamos primeiro resumir a história da personagem 🙂

Jessica Campbell Jones é uma super heroína ficcional de um quadrinho estadunidense publicado pela Marvel Comics. Foi criada pelo escritor Brian Michael Bendis e pelo artista Michael Gaydos, a personagem fez sua primeira aparição em Alias #1(Novembro de 2001) como uma heroína aposentada que começou a trabalhar na Alias Private Investigations. A partir deste ponto que roda todo o trama do seriado. A atriz escolhida para interpretar Jessica Jones foi a Krysten Ritter.

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Nesse arco Jessica está traumatizada e tentando seguir adiante. Ela não se define como heroína, mas está sempre ajudando alguém. Ela ficou meses refém de Killgrave, um homem com o poder de controlar a mente das pessoas quando dá uma ordem. Killgrave abusou emocionalmente e sexualmente de Jessica, além de obriga-la a usar seus poderes. Ela consegue se libertar dele e fugir, achando que ele estava morto.

Killgrave é obcecado por Jessica e diz que isso é amor. Ele quer ela de volta sob seu domínio e muitas pessoas ao redor dela vão sendo atingidas e ela precisa encontrar uma forma de derrota-lo definitivamente.

A heroína faz parte do mesmo universo que o Demolidor, eles fazem parte de uma linha mais sombria de heróis. A Netflix ainda vai lançar as séries do Luke Cage e talvez do Punho de Ferro. Depois vai reunir esse todo esse povo nos Defensores, e existe a possibilidade deles se unirem ao universo cinematográfico da Marvel. E uma curiosidade: Jessica estudava na mesma escola que o Peter Parker.

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Além da Krysten, estão no elenco David Tennant como Zebediah Killgrave/Homem-Púrpura, Mike Colter como Luke Cage, Rachael Taylor como Trish, Carrie-Anne Moss como Jeryn Hogarth, Eka Darville como Malcolm e Erin Moriarty como Hope.

Jessica ganhou seus poderes quando o carro da sua família colidiu com um caminha com carga radioativa. Ela perdeu os pais e o irmão no acidente e ganhou os seguintes poderes: voo, super-força, resistência telepática e uma resistência física maior que qualquer humano normal. Além de seus poderes sobre-humanos, ela é uma habilidosa detetive e jornalista investigativa.

Ela não é a uma mocinha monga convencional, divertidamente sarcástica, com atitudes duvidosas, desconta as frustrações na bebida, sem problemas com sexo casual e a lista segue <3

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Jessica e Trish

Na HQ a melhor amiga de Jessica é Carol Danvers, a Capitã Marvel, mas como ela vai ganhar um filme solo em algum ano desse século, os produtores preferiram colocar a Patsy Walker (Trish) no lugar. Trish nas HQs eventualmente se transforma na Hellcat, ou Felina. Na série ela não tem poderes e faz de tudo para aprender a se defender e não precisar depender dos poderes de Jessica.

Jeryn Hogarth da série é um homem nos quadrinhos. A personagem vivida por Carrie-Anne Moss na série é inspirada no advogado Jeryn Hogarth, que nas HQs é defensor de Danny Rand, identidade real do Punho de Ferro. Uma inversão bem interessante que prova que o gênero dos personagens não importa, não existe justificativa para a falta de representatividade dos personagens femininos.

Luke Cage é o par romântico de Jessica e protagoniza váriaaaaaaaaaaaaaaaas cenas interessantes com ela. Ele nas HQs foi voluntário em uma experiência científica e acabou ganhando superforça e pele invulnerável.

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A série é recheada de personagens femininos fortes e interessantes, que interagem entre si e não estão focadas nos seus relacionamentos amorosos, ou competindo entre si, ou com inveja uma da outra.

Outro ponto interessante é como a série aborda relacionamentos abusivos, violência doméstica e estupro. A trama mostra toda a situação do trauma da Jessica, como a vida dela era antes, e de como esse tipos de violência afetam a vida de sobreviventes e das pessoas ao redor.

Por exemplo, a própria personagem sofre de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), tendo sérios problemas com a bebida e diversas vezes é assombradas por lembranças do passado. Além de que Killgrave fez outras vítimas depois dela. Aquela velha história de quando uma mulher não denuncia seu abusador dá mais poder a ele para ele fazer outras vítimas, infelizmente. Se vocês se interessarem tem um texto muito bom que retrata exatamente sobre isto na série, para ler é só clicar aqui.

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Apesar de todo o histórico de violência Jessica é uma mulher forte, independente, que está lutando para seguir adiante e para dar suporte para as outras vítimas do Killgrave.

A série também faz algumas referências a HQ a outros personagens do universo Marvel, como os Vingadores. Em um dos episódios mostra um flashback de Trish tentando convencer Jessica a usar roupas de super-heroína, ela mostra a roupa da HQ e sugere o nome Safira, também da HQ.

Confiram abaixo o trailer da série.

 








 

As quinta-feiras sempre tem vídeo novo para vocês aqui no canal e hoje trouxe um tutorial de como fazer na verdade é como eu fiz/deixei meu cabelo roxo, com leve mechas azuis, em casa! Particularmente eu amei o resultado, pena que dura tão pouco.

Mas uma dica para durar mais eu sei que existem umas espécie de ampola que é só aplicar apenas uma gota no tonalizante antes de aplicar e pronto, isto ira ajudar a fixar mais o produto no cabelo, mas ainda não testei! Quando testar venho fazer resenha para vocês sem falta. 🙂 Enfim, chega de enrolarão e confiram o vídeo.

Espero que tenham gostado e qualquer dúvida é só comentar abaixo.








 

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Como vocês conseguiram perceber nos últimos vídeos do canal, eu sou meio maníaca por cultura japonesa. E aproveitando que esse mês de novembro completam 120 anos do Tratado de Amizade Brasil-Japão, resolvi indicar esse serviço de streaming para vocês.

O Crunchyroll é líder mundial em destino e plataforma para animes japoneses e conteúdos asiáticos. Ele transmite mais de 25.000 episódios e 15.000 horas de conteúdo licenciado oficialmente de produtoras líderes de mídia asiática diretamente aos espectadores com traduções profissionais em diversos idiomas, poucos minutos após a transmissão na TV através de aplicativos que incluem a própria Crunchyroll para iPhone, iPad, Android, Kindle, Windows Phone, Playstation®3, Playstation®4, Playstation®Vita, Xbox LIVE® no Xbox 360 e Xbox One, AppleTV, Roku, Nintendo WiiU, televisores com internet, conversores digitais e mais. Ou seja, é tipo um Netflix de animes.

Eu perdi a conta de quantas horas eu já gastei no Crunchyroll. Para acompanhar o encerramento do mangá do Naruto, eu revi o anime Clássico e o Shippuuden quase em um mês (adeus vida social). Também revi Bleach desde o começo, Sailor Moon Crystal e comecei a acompanhar Akatsuki no Yona (um shonen em um corpo shoujo), entre outros.

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Além dos animes, a plataforma também possui um catálogo de doramas, que são as novelas asiáticas, no entanto, até agora só tem os doramas japoneses (os doramas coreanos são bem famosos por aqui, mas ainda não estão disponíveis).

Por algumas questões de licenciamento, infelizmente não está disponível no Crunchyroll brasileiro os animes clássicos como a franquia Dragon Ball, Yu Yu Hakusho e Sakura Card Captor, e alguns populares como Fullmetal Alchemist, Attack on Titan, Kimi ni Todoke, Aoharaido (Ao Haru Ride), Bakuman, Elfen Lied, Berserk, Beck ….

A plataforma possui 3 tipos de planos: Gratuito, Premium e Premium +. Mas permite o acesso Premium por 14 dias grátis para teste. Você pode contratar os planos por cartão de crédito, Pay Pal ou Paymentez. Eu tenho a assinatura Premium através do Paymentez, que felizmente aceita boleto bancário. Assinantes Premium também podem enviar passe de 48 horas de acesso Premium para os colegas, então quem se interessar deixa seu e-mail nos comentários.

さようなら