Olá pessoas! Já pedimos desculpas por dois motivos, primeiro que eu esqueci completamente de divulgar esse vídeo aqui e o segundo pela falta de vídeo. 🙁 Foi erro nosso mesmo. Mas não se preocupem que vamos voltar a programação normal de vídeos toda a semana.

Enfim, por enquanto fique com esse vídeo sobre nós. Esperamos que vocês gostem e conheçam um pouquinho mais da gente. coracao-1_xl








 

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Olá, tudo bem? Como vocês sabem as terças-feiras sempre são voltadas para posts com conteúdo de beleza e dicas. Mas hoje farei um pouquinho diferente.  Irei comentar algo que todo mundo está comentando e presenciando nas redes sociais este dias. E sim, quando esse assunto surgir, seja da forma que vier, devemos sim debater sobre ele.  Irei comentar sobre a pessoa x que sugeriu mandar nudes para amigas, para assim se focar na dieta e não sair dela. Mas não preciso citar o nome dessa pessoa, porque vocês sabem quem ela é. E também porque ela não é a única mulher a reproduzir machismo e insistir/da dicas em métodos sem noção para não sair de forma alguma do regime. E achar que ser magra é o única formula para a felicidade.

Vamos partir do principio que não se deve brincar com essas coisas de “manda nudes” para a amiga, ou fulano, ou ciclano, e para que depois futuramente essas fotos possam ser jogadas nas redes sociais. Principalmente quando existe pessoas morrendo por conta disto! Milhares de meninas já se suicidaram por terem suas fotos vazadas na internet, isso não é legal, não é “dahora”, não é brincadeira e ponto final. É a mesma coisa que fazer piadas racistas, não é cool! E não consigo entender como as pessoas não conseguem enxergar algo tão claro e obvio. Dito isto vamos para a segunda parte.

“Ser magra agora é crime”…..Tive que colocar alguns pontos pelo meu momento de silêncio para uma frase tão sem argumento, falha em tantos níveis que nem sei como irei/e porque tenho que explicar ela ainda. Mas vou tentar. Vamos para o ponto de que uma pessoa magra não sofre gordofóbia, nem existe um nome para essa “sofrencia” toda que ela passa. Porque simplesmente é ridículo e desproporcional os comentários e as piadas que se é utilizado para pessoas magras e gordas. Principalmente em um mundo aonde o padrão de beleza é sim (quer você acredite ou aceite) ser magro, e ter quilinhos/dobras a mais é visto como algo nojento e sujo. Em um mundo aonde meninas morrem, e entram em anorexia e bulimia (quem nunca ouviu falar da ana e da mia?) por odiarem seus corpos. Sendo que elas são consideradas doenças modernas, porque surgiram a partir do momento em que as mídias no geral/sociedade começaram a impor que isto era preciso para você ser feliz. Não acredita em mim? Tudo bem, vamos aos dados.

25% das mulheres em idade universitária se envolvem em compulsão e ou purgação como técnica de controlo de peso

– A taxa de mortalidade associada à anorexia nervosa é 12 vezes maior do que a taxa de mortalidade associada a todas as causas de morte de mulheres entre 15-24 anos


– As mulheres são muito mais propensas do que os homens a desenvolverem um distúrbio alimentar. Cerca de 5 a 15% das pessoas com anorexia ou bulimia são homens

– As mulheres representam cerca de 90% das pessoas com bulimia

Esses são apenas alguns dados, infelizmente tem mais, muito mais. E eles são de extrema preocupação. Estamos entendidas com isso?  Sim? Então eu vou entrar na terceira parte deste texto que é sobre a minha própria experiência e aceitação com o meu corpo.

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Eu sempre odiei meu corpo desde quando eu me recordo por gente. Eu lembro que com apenas 13 anos eu tinha uma lista de coisas que odiava no meu corpo, eram cerca de 10 tópicos. E meu sonho era de que quando tivesse meu próprio dinheiro iria fazer cirurgias para todos esses “defeitos”. Para vocês entenderem o tamanho da neurose que eu tinha, um dos tópicos era arranjar alguma cirurgia plástica que cortassem os dedos dos meus pés e deixassem eles menores, porque eles são finos e compridos. Com os meus 14/15 me matriculei numa academia porque queria sumir com a minha barriga, engrossar a minha perna, porque elas sempre foram finas e tentar de alguma forma aumentar a minha bunda. Porque sempre tive bundinha, e também não tenho nada de quadril. Depois de três meses desisti. Primeiro porque o resultado não veio, e eu segundo motivo porque eu odiava o clima da academia.

E não pensem que só fiz isso e fiquei relaxada no sofá. Porque durante anos fiz natação, ballet, tênis e até entrei na lista de espera do box, que por sinal eles nunca me chamaram. E quando criança nunca gostei de chocolate e dessas “comidas”, também nunca gostei de refrigerante. Ou seja, tinha uma alimentação balanceada e praticava esportes, era sim uma pessoa saudável. Mas nunca fui satisfeita e feliz completamente com o meu corpo. Ah, eu também não ia a piscinas ou praia se tivesse algum amigo meu ou algum cara que eu estivesse interessada. Lembro uma vez que fui “obrigada” porque viajei com a escola, e fiquei o tempo todo dentro da piscina porque assim ninguém veria meu corpo e quando saia me sentava com as pernas de frente a minha barriga. E isso piorou quando eu entrei na faculdade, pela primeira vez em anos parei de praticar esportes, e comecei a comer porcarias e percebi que ganhei uns kg. Isso calhou bem na época em que eu entrei depressão, eu lembro que cheguei a entrar em sites aonde falavam da ana e da mia. Lá ensinava como se “tornar amigas delas” e ainda por cima dava dicas de como esconder das pessoas ao seu redor o que estava acontecendo com você. Mas entrei na terapia e não cai nessa.

Depois fiz durante um tempo reeducação alimentar que nada mais é do que você não passar fome, se policiar a comer de 3h à 3h horas, e comer comida e não frituras e coisas do tipo. Com isso emagreci 5kg. Fui para a faixa dos 52/50 kg, faixa saudável para o meu tamanho, mas continuava não realizada com o meu corpo. A única coisa boa que essa nova alimentação me trouxe foi me tornar mais saudável em relação a comida, e começar a gostar mais de legumes e vegetais, o que me ajudou muito quando me tornei vegetariana. Mas lembre-se de que ser saudável não é sinônimo de ser magra. É completamente diferente. Pois apesar de eu ser magra, eu sempre lutei contra o meu colesterol, que é super alto. Por conta da genética da minha família. Enquanto isso algumas amigas minhas que tinham o biótipo complemente diferente do meu nunca tiveram esse problema.

Só comecei a aceitar melhor meu corpo quando comecei a entender que ele era assim, o biótipo dele era assim, e ele não iria mudar. Eu não iria ter mais bunda, eu não iria ter mais coxa, e eu também nunca conseguiria ser magra demais, como as modelos por exemplo. E lembram daquela lista que eu tinha feito quando tinha 13 anos? Pois é, ela diminuiu para 2. Isso para mim foi um grande avanço. Porque eu não demorei dias, semanas ou meses. E sim anos para compreender isso e começar a me amar um pouco mais. Afinal, ele é meu corpo, e é totalmente meu.

 
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Mas não pensem que eu estou dizendo que se vocês quiserem começar amar o seus corpos devem necessariamente não querer mudanças nele. Porque como eu mesma disse ainda tenho dois itens daquela lista. Amar seu corpinho não significa que você não quer muda-lo, e sim que você não vai feri-lo ou deixar que as pessoas e a mídia influencie ele!

Atualmente não posso dizer que amo 100% meu corpo, mas posso afirmar que o adoro! E quero mudar um pouco ele, mas não tanto quanto queria há alguns anos atrás. Quero só definir um pouquinho ele e pronto. Nada demais. Afinal, você ama sua mãe, mas ela também tem defeitos e algumas coisas que você queria que melhorassem, não é mesmo? É a mesma coisa quando você ama e aceita seu corpo.

Enfim, sei que esse post ficou grande. Até mais do que eu pretendia, mas espero de verdade que ele tenha esclarecido e quem sabe ajudado vocês. Indico para vocês assistirem o documentário Embrance que fala exatamente sobre esse tema, e leiam também um texto ótimo no blog Girls With Style. E por favor,  não se esqueçam de comentar abaixo falando do que acharam sobre este post, porque ele foi muito especial pra mim. coracao-1_xl

Fontes utilizadas neste post: Globo, GreenMe








 

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Olá Psycho! Tudo bem com você? Graças a uma dúvida de uma amiga consegui gerar este post, afinal aposto que muito de vocês devem ter a mesma dúvida dela. Onde encontrar os funko up para compra! Para quem ainda não sabe (o que duvido muito) eles são pequenos bonequinhos de vinil, chegando a ter aproximadamente 10cm. Existem de diversos temas, indo de hqs, a cinema, seriados, músicas e até livros!

Algum tempo atrás só era possível encontra-los na gringa, mas graças a sua popularização chegou ao Brasil. Ainda tem um preço bem salgado, por isso a minha coleção não é maior. Já que sou completamente apaixonada por eles.

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Vamos ao que interessa. A maioria dos meus funkos eu adquiri na Galeria do Rock, se eu não me engano fica no terceiro/quarto andar, não lembro o nome e nem o número da loja, mas não tem erro pois é o único estabelecimento que vende coisas geeks e com bonequinhos neste estilos. E sempre encontro funkos up exclusivos lá. Já que geralmente na Fnac e na Livraria Cultura só encontro os mais tradicionais.

Caso você não more em São Paulo, não desanime! Já comprei nesta loja online, Funko Mania, meu lindo Voldemort e chegou em ótimo estado, dentro da caixinha e dentro do prazo. E também tem essa outra loja online CoolCollectibles. 🙂

Então é isso, espero que este post tenha ajudado vocês. Ainda espero conseguir a Harley Quinn, Arya, e muitos outros. E me contem qual é a coleção de vocês.








 

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Olá gente, tudo bom com vocês? Estava com saudades de fazer uma playlist, e como tenho ouvido bastante músicas novas aqui está! Espero que gostem. coracao-1_xl

 

Daughter

Fuçando pelo youtube maravilhoso descobri essa banda/cantora, ainda não sei direito, e estou apaixonada por diversas músicas delas.

 

Sia

Sia não precisa de apresentações, não é mesmo? Ela lançou recentemente o seu mais novo single, “Alive”, e agora revela o lyric video mara da faixa.
Lady Gaga

Eu não sei se vocês sabem, mas imagino que sim, que eu sou uma fã declarada do trabalho da senhorita Lady Gaga. E esse clipe  e música foi um dos que mais me emocionaram.  Esta música foi produzida para o documentário “The Hunting Ground” (“O Campo de Caça”), que conta história reais de vítimas de estupros nos campi universitários americanos. E a dificuldade que essas mulheres enfrentam na hora de buscar justiça. O filme em breve será exibido pela rede CNN nos Estados Unidos.
Lorde

Outra cantora que lançou um clipe recentemente foi a Lorde, adorei a irmandade deste clipe. 🙂

E ai gostaram da playlist que separei para vocês?








 

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Law & Order: Special Victims Unit (Lei e Ordem: Unidade de Vítimas Especiais) consegue debater questões muito importantes de um jeito extremamente didático. Faz tempo que eu quero escrever sobre essa série, mas já são 17 temporadas. A série está no ar desde o dia 20 de setembro de 1999. Então resolvi destacar um dos episódios, na verdade o mais recente que eu assisti e um dos mais marcantes pra mim.

Estreou nesse mês de outubro a 17ª temporada, no Brasil a série é transmitida pelo Universal Chanel, e o terceiro episódio abordou transfobia, racismo e preconceito de classe.

O episódio em questão começa intercalando a rotina de duas famílias diferentes. Uma é a de um adolescente negro de 15 anos chamado Darius, que cuida do café da manhã da irmã caçula e a leva para a escola porque sua mãe está no trabalho. A outra é a de Avery, uma adolescente branca transgênero que mora com o pai e a mãe, que aceitam
sua identidade de gênero. Darius estuda em uma escola pública e gosta de desenhar. Avery estuda em uma escola particular e gosta de fotografia.

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Após o horário da escola o caminho desses dois adolescentes se cruzam. Darius vê Avery em um parque, ele e os amigos sentem a necessidade de perturbar Avery. Um grupo de pessoas começa a filmar e a incentivar os adolescentes. Darius acaba empurrando Avery da ponte sem querer. Todos fogem do local, mas Avery sobrevive.

Mas antes vamos falar um pouco sobre Law & Order SVU.

A série tenta diversificar o elenco, tentando não fazer com que a maioria dos personagens sejam homens brancos (saudades Nick Amaro). A equipe de policiais da série é o modelo ideal do que nós deveríamos encontrar em delegacias da mulher ou em qualquer delegacia. Mas, infelizmente, sabemos que o atendimento a vítimas de violência sexual, doméstica e agressões motivadas por LGBTfobia é praticamente um segundo abuso.

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Olivia Benson começou como policial e depois de muitas temporadas foi promovida a sargento, sempre sensível com as vítimas, sempre falando em cultura do estupro com todas as letras. Ela é fruto de um estupro e crescer vendo as sequelas dessa violência em sua mãe marcou sua vida. Além de passar por situações bem pesadas ao longo
das temporadas. É de longe a minha personagem preferida, adoraria que em cada delegacia da mulher existisse uma Olivia Benson.

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Fin Tutuola, ao lado de Olivia, é um dos mais antigos na equipe. Ele é o único detetive negro da equipe e pai orgulhoso de um jovem homossexual. Nesse episódio ele desenvolveu empatia pelas duas famílias, uma por conhecer a realidade da família pobre de Darius, e a outra por saber o que é ter ser filho agredido na adolescência apenas por ser quem é.

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Amanda e Carisi, os outros policiais da equipe, tiveram o seguinte diálogo:

Carisi: – O que leva um menino querer ser menina? Ele é menino e gosta de meninos, isso não quer dizer que ele é gay?
Amanda: – Sexualidade e identidade de gênero são coisas diferentes.
Carisi: – (ele comenta algo sbre a família dele, não consegui pegar direito)
Amanda: – Você já foi um adolescente de 14 anos. Você ou qualquer um dos seus amigos naquela idade sairia de casa com uma saia sem sentir que essa era uma necessidade
genuína?

Carisi é o policial mais recente da equipe, apesar de ser  competente e atencioso com as vítimas e suas famílias, ele ainda está se adaptando ao trabalho. Amanda é a “durona” da equipe e por ser mulher, bonita e feminina precisa provar a todo o momento que pode se defender sozinha. Ela foi transferida para Nova York após ser assediada e violentada pelo antigo chefe.

Ok, voltando a brisa ..

Poderia ser sobre transfobia esse episódio que já seria maravilhoso, mas vai além. Na delegacia quando os policiais estão colhendo os depoimentos e montando o caso, outras questões vão ficando mais visíveis.

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Os dois amigos de Darius são identificados primeiro, como são menores de idade precisam ser acompanhados por um responsável. Os dois não demostram remorso e reafirmam que Avery estava provocando situações assim por sair de casa de saia e com maquiagem. Suas mães e avós não conseguem entender o que os adolescentes fizeram de errado, já que não foram eles que empurraram Avery da ponte. Os termos “aberração” e “traveco” são usados com frequência.

Quando Darius é levado para a delegacia ele está aterrorizado. Ele não nega suas ações, mas não consegue explicar seus motivos. Quando sua mãe chega, ela não tenta diminuir o que ele fez. Ela faz questão de encontrar Avery e seus pais e pedir desculpas. Os pais de Avery não querem conversar, mas a adolescente faz questão de ouvir a mãe de Darius e pede para ela perguntar a ele o motivo da agressão. Darius em nenhum momento se refere a Avery com termos transfóbicos.

Nos três casos são mulheres responsáveis pelos adolescentes. A abordagem fica mais clara quando mostram a triagem na Vara de Família e todos os presentes são mulheres, a grande maioria negras, com seus filhos, sobrinhos e netos, provavelmente a maioria delas teve que faltar ao trabalho como a mãe do Darius. Apenas a responsável (não sei se é promotora, juíza, conselheira, é algum cargo assim) é branca.

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A mulher branca da Vara de Família coloca os dois amigos de Darius em liberdade assistida, mas recomenda que Darius fique no reformatório por 3 meses. No entanto, um outro promotor quer fazer do caso um exemplo, devido ao crescimento dos casos de ataques a transgêneros. Ele quer que o caso seja julgado como crime de ódio. É a
primeira vez que os órgãos responsáveis defendem sem hesitar a vítima, e é bem interessante como a série colocou essa defesa em um recorte de classe e raça. Como seria a perspectiva do caso se Avery tivesse sido agredida por colegas brancos da sua escola? Essa crítica fica evidente quando Olivia conversa com os pais de Avery no
hospital e eles comentam que já tiveram que ir a delegacia diversas vezes por situações assim e nunca deu em nada.

Ao longo do episódio as famílias envolvidas se aproximam. Olivia entrega a Avery uma série de desenhos feitos por Darius como pedido de desculpas. Avery perdoa Darius, mas devido a complicações médicas ela acaba morrendo. O promotor então decide acusar Darius por homicídio culposo e como adulto. Tanto a equipe quanto os pais de Avery
tentam evitar a condenação de Darius e a partir daí conhecemos melhor esses dois personagens.

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A forma como a história é apresentada coloca o público tanto no lugar de Avery quanto de Darius, é difícil não sentir empatia pelos dois personagens e por suas mães. Todos reconhecem que algo deve ser feito para combater a violência contra pessoas transgênero, mas entra em debate os métodos que podem ser tomados em relação a
crianças e adolescentes. E fica a questão:

“Enviar um adolescente de 15 anos para uma prisão com adultos é o melhor para a sociedade?”.

É um episódio pesado, rico em problematizações e com nenhum desdobramento que poderia ser considerado como “um final feliz”, mas ele é extremamente didático.

Ps: Desculpa se ficou confuso, assisti esse episódio de madrugada e fui escrevendo enquanto assistia. Na minha humilde opinião, o melhor método para enfrentar crimes de ódio ou qualquer tipo de violência é permitir esse debate em sala de aula, preparar os professores da educação básica ao ensino médio para tratarem esses temas com os seus alunos. Ninguém nasce preconceituoso e esperar que apenas os pais lidem com essas questões não está funcionando. E permitir que grupos religiosos controlem esse debate só está piorando. Perdi a conta de quantas vezes apenas esse ano assistimos grupos religiosos atacando nossos direitos no Congresso Nacional e organizando
uma Cruzada contemporânea contra os planos estaduais e municipais de educação. Mas apesar de todas as batalhas que nós perdemos na Câmara do Eduardo Cunha esse ano, ignorar violência de gênero, racismo, cultura do estupro, LGBTfobia, entre outras demandas, não vai te ajudar no Enem não é mesmo?

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