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Hoje vim comentar de uma série documentário que está todo mundo comentando, mas não tem como não falar. Making a Murderer. Eu criei curiosidade sobre ela por causa do tema, como vocês sabem eu amo assunto que envolvam assuntos policias, ainda mais policiais corruptos. Mas antes de chegar nesse ponto, vou dar uma resumida na história de Steven Avery, o personagem principal desta história.

Steven Avery (nascido em 9 de julho de 1962) é um americano de Manitowoc County, Wisconsin, que ficou 18 anos preso por estupro em 1985. Mas em 2003 ele foi solto, graças a um exame de DNA, que provava que ele era inocente, e quem tinha cometido o crime tinha sido outro homem.

Logo no começo do documentário já acompanhamos a saída dele da prisão e de como ele foi um dos exemplos de mal conduta de investigações entre o sistema jurídico e policial dos Estados Unidos ( e se vocês pesquisarem um pouquinho no google irão perceber que ele foi mais um número entre vários outros). Basicamente, por ele morar em uma cidade pequena e arrumar algumas confusões o xerife tinha bronca dele então ele queria se livrar do encrenqueiro da cidade. Para ficar mais claro. Este problema jurídico nos EUA de mandar inocentes para prisão é tão grave que lá existem ONGS e advogados que trabalham só para pegar este tipos de casos! 

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Obviamente que Avery processou todos os envolvidos em sua condenação injusta, mas não demorou muito para logo ele ser acusado de outro crime. Desta vez de homicídio.

Foi em 2005, no meio dos depoimentos para sua ação civil contra o departamento do xerife de Manitowoc County, que Avery foi acusado e preso pelo assassinato da fotógrafa Teresa Halbach. Ele foi condenado em 2007 e sentenciado á prisão perpétua sem liberdade a condicional. O caso está sob recurso a partir de janeiro de 2016, e uma nova equipe de advogados de defesa foi anunciado, Katheleen Zellner e Tricia Bushnell.

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Montagem linda e maravilhosa dos advogados (da época) do Steven

O que intriga durante o documentário é a falta de algumas provas e a certas coisas que ficam na cara que foram combinadas, só assistindo a série para vocês poderem entender melhor. Outro ponto muito horrível nesta história toda é de como eles (investigadores) usaram e abusaram do sobrinho de Steven, Brendan Dassey o acusando sem nenhuma prova física e o sentenciaram a prisão perpétua também!

O foco da série é toda a parte jurídica, as provas e as descobertas maravilhosas que os advogados fizeram ( e que os policias não foram capazes). Making a Murderer foi lançado em dezembro de 2015, e tem cerca de 10 episódios, dirigido por Laura Ricciardi e Moira Demos.

Curiosidade: Steven pediu para assistir ao documentário, mas foi negado. Por que será ? Enfim, fiquem com o trailer abaixo e com o primeiro episódio disponível no youtube também.







 

Olá, psychos! Tudo bem com vocês? O post de hoje será um pouco diferente. Eu nunca fiz uma Wishlist, que seria algo como lista de desejos. Normalmente as blogueiras no geral fazem esta lista no começo do ano, no natal ou em alguma data em especial. Resolvi fazer agora no começo do ano e em conjuto com a loja Dresslink selecionei alguns produtos que realmente estou precisando, ou que quero muito há muito tempo. Enfim, vamos a lista?
SV026031-1Como vocês devem saber, ou não, eu amo maquiagem. E se nada der certo em minha vida eu abro um salão só pra maquiagem e platinar o cabelo das pessoas. E eu simplesmente não me conformo pelo fato de ainda não ter em minhas mãos uma paleta de corretivos de diversas tonalidades para fazer aquele contorno sensacional! E os pincéis, sim acreditem ou não, eu não tenho todos os pincéis específicos pra cada coisa. E eu achei esse produto maravilhoso e o preço está ótimo também, aqui.

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Não sei se vocês já ouviram falar ou viram desta escova alisadora, mas desde que eu a vi, não paro de pensar nela. Ela literalmente deixa seu cabelo liso só de você a passar! Não precisa de chapinha e nem secador, amei, enlouqueci! Vou deixar um vídeo demonstrativo, caso vocês queiram ver é só clicar aqui e encontrei ela para comprar aqui.

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E por último coloquei essa sandália maravilhosa, eu tenho uma muito parecida só que ela é preta e eu comprei em uma das minhas viagens. Já essa é branca e eu não acho em nenhum lugar por aqui, a mais parecida que achei era da Melissa, mas era infantil. 🙁  Mas agora achei ela, aqui.

Enfim, o que acharam da minha wishlist? Gostaram? Compartilhem a suas aqui comigo nos comentários. 🙂







 

Olá, gente. Tudo bom com vocês? No vídeo desta quinta eu gravei a tag maquia e fala que por sinal já tinha trazido ela aqui para vocês algumas vezes, mas trouxe novamente pois estava com vontade de conversar um pouco com vocês e contar algumas novidades. 🙂 Então espero que gostem.

 







 

988583_723891474400047_7287874500980027225_nHoje viemos compartilhar com vocês mais uma nova parceria do blog, o Love Triangle da Naetê Andreo! Fazia um certo tempo que acompanhávamos o trabalho dela com suas dicas maravilhosas de DIY, de indicações de lojas e lugares super baratos, além de assuntos super importantes como aceitação do próprio corpo.

O mais legal disso tudo é que vemos que ela escreve, cuida do blog e de seu canal porque gosta de verdade e não só porque quer lucrar em cima disso, como vemos muito hoje em dia. Ah, Naetê é um amor de pessoa e ela tem cabelo colorido. coracao-1_xl

 

O Love Triangle é um blog de estilo pessoal, criado em 2012, escrito por mim, Naetê Andreo.  Nele são abordados diversos assuntos sob um ponto de vista bem autoral. Amo falar sobre moda, beleza, design, música, cultura, viagem, cinema, tv e facilitar a vida dos meus leitores com dicas, tutoriais e Do It Yourself. O blog expandiu e ganhou um canal no YouTube onde tudo é mais dinâmico e divertido.

O Love Triangle é um blog de estilo pessoal, criado em 2012, escrito por mim, Naetê Andreo. Nele são abordados diversos assuntos sob um ponto de vista bem autoral. Amo falar sobre moda, beleza, design, música, cultura, viagem, cinema, tv e facilitar a vida dos meus leitores com dicas, tutoriais e Do It Yourself.

 

Conheçam o Love Triangle clicando aqui.







 

Bowie livros

“Look up here, I’m in heaven”

Era de madrugada quando eu recebi uma notificação da BBC no celular: “Bowie morre aos 69 anos”. Achei que fosse trote, mentira, brincadeira sem graça, ele tinha acabado de lançar um novo álbum. Mas logo veio a confirmação. Mais uma lenda foi embora.

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David Bowie (1947-2016) era cantor, compositor, ator e produtor musical. Um ícone, o camaleão do rock. Lançou 26 álbuns e 51 clipes. Influenciou milhares de outros artistas. É impossível você não conhecer pelo menos uma música dele. Não precisa saber recitar sua biografia para reconhecer a importância dele.

Bowie influenciou a geração da minha mãe e a minha na música, no cinema, na moda, no comportamento … Quantas vezes você já leu um livro e o personagem falava dele? A primeira pessoa a me apresentar o Bowie foi minha mãe e em duas ocasiões distintas: 1) ouvindo suas músicas em casa quando eu era mais nova; 2) quando me fez ler Cristiane F.

E essa brisa enrolada é para falar sobre isso. Bowie fez uma lista com seus 100 livros favoritos, de graphic novels a estudos. Ela não está em ordem de importância, então eu selecionei alguns para colocar aqui (a lista completa e em inglês você pode conferir aqui).

Laranja Mecânica de Anthony Burgess
Ilíada de Homero
Tadanori Yokoo de Tadanori Yokoo
1984 e Dentro da baleia e outros ensaios de George Orwell
Enquanto Agonizo de William Faulkner
A Terra Desolada de T. S. Eliot
On the road de Jack Keouac
Madame Bovary de Gustave Flaubert
Inferno de Dante Alighieri
O Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald
Lolita de Vladimir Nabokov (Obs: não é um livro que exalta a pedofilia ok? O ponto de vista do livro é da mente perturbada de um pedófilo)
Os Evangelhos Gnósticos de Elaine Pagels

E antes que perguntem, sim tem mais autoras mulheres na lista, mas não achei edição dos livros delas em português. E isso diz muita coisa. Mas enfim …

E não, não é o ano, é a nossa geração. Se você admira, ama, adora, acompanha, idolatra qualquer criatura ícone dos anos 60/70/80 que ainda está viva, você provavelmente vai vê-la partir. Pelo menos temos o privilégio de conviver no mesmo tempo que muitas. (Angus Young segura as pontas ai querido, ainda preciso ver um show do que restou do AC/DC)

Cantava Cazuza: “meus heróis morreram de overdose” (imagina que sensacional tomar uma breja com o Cazuza?). Parte dos meus morreram de overdose ou problemas com álcool ou complicações devido ao HIV.

Desculpa ser a saudosista chata do role, mas é triste pensar que lendas estão nos deixando. A maioria das músicas que marcaram alguma época da minha vida, aquelas que você arrepia toda vez que escuta, são de um tempo que eu não vivi. Queria entender essa mania de se conectar e sentir falta de uma época que nem éramos nascidos.

A morte do Lemmy foi triste, mas não tão chocante quanto a do Bowie. E nem ver ser o chato do “ahhhhhhhhhh nossa agora todo mundo virou fã de X, Y ou Z”. Lendas, ícones ou o qualquer denominação que você goste de usar, tem o poder de alcançar um grande número de pessoas em algum momento da sua obra. Você pode até não gostar, mas conhece alguma música dessas pessoas.

Para alguns ele apenas voltou para o seu planeta natal 😉

“We can be Heroes
Just for one day”