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Hoje vim falar de mais um novo amor meu, The Shannara Chronicles. É uma nova série da MTV americana que confesso que comecei assistir por causa do ator Austin Butler, conheci ele graças The Carrie Diaries, mas infelizmente foi cancelada. : (  Voltando a série é uma adaptação de Jon Favreau com roteiro de Al Gough e Miles Millar, ambos de Smallville, da obra de Terry Brooks. A primeira temporada terá como referência The Elfstones of Shannara, segundo volume da obra literária.

É um misto de mágica com reino de fantasia. A narração ocorre milhares de anos após a destruição da atual civilização, ou seja, é  um futuro distópico. No qual um holocausto nuclear e químico fez com que o povo retornasse a uma espécie de época medieval.

Na história, o druida Allanon (Manu Bennett, de Spartacus) encarrega Will Ohmsford metade humano e metade elfo (Austin Butler) de salvar o reino ameaçado por um demônio que pretende destruir o poder dos Elfos. Para realizar sua missão, Will se une à Amberle (Poppy Drayton), uma princesa escolhida para proteger uma árvore mágica capaz de expulsar os demônios do reino. Ela é neta do Rei Eventine (John Rhys-Davies, de Sliders) e tem Catania (Brooke Williams, de Spartacus) como melhor amiga.

 
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Em sua jornada, o grupo encontra Bandon (Marcus Vanco), um jovem que é temido por sua família por ter estranhas visões. Ele é encontrado acorrentado a uma parede e passando fome. Acolhido pelo grupo, ele desperta o interesse de Allanon, que acredita que suas habilidades poderão ajudá-los a salvar o reino. Outra que se une a eles é Eretria (Ivana Baquero), uma humana que cresceu no meio de bandidos, conhecidos como os Rovers, com quem aprendeu a sobreviver.

Um dos pontos fortes dessa série são as mulheres, elas foram construídas de forma extramente reais e fortes. Temos Amberle que foi a primeira elfa a participar de uma corrida, para elegerem os sete protetores da árvore Ellcrys, que até então nunca havia tido uma mulher. Além disto ela foi escolhida pela árvore, não posso dizer para o que se não será spoiler, e sai em sua jornada, além de ter diversas atitudes independente. Nem preciso dizer que ela é a minha favorita,  não é?

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Outra personagem feminina que chama bastante atenção é a Eretria, como ela cresceu no meio de bandidos ela nunca foi livre. Por isso sempre foi obrigada há ter uma personalidade forte para sobreviver. Muitos fãs julgam ela e não gostam dela por certas atitudes dela, mas eu a entendo completamente. Resumindo, o personagem que menos chama atenção é o Will. Desculpe, mas é sério. E nem sei o porque botaram o triângulo amoroso na história, é o único ponto negativo na série. Vocês sabem, eu odeio triângulo amorosos, mas enfim.

Abaixo deixei o trailer e o link da onde vocês conseguem assistir a série. Por favor, comentem comigo que vocês acham, e se alguém aqui leu o livro me falem se valem a pena, estou pensando seriamente em ler. 🙂

Onde assistir: aqui







 

Carnaval está ai, e se você é mulher e ama essa época do ano sabe muito bem o seu lado bom e o seu lado ruim. O assédio masculino em cima de nós é no mínimo estressante, para não falar em outras palavras. Especialmente quando você só quer se divertir e os caras ficam abismados achando que você tem obrigação de estar querendo algo a mais, afinal é “carnaval”.

Pensando nisso o grupo Conspiração Libertina, criado pela Carol FerrareGabriela Alves e Luciana Lobato, resolveu fazer um protesto de maneira pacífica e de maneira muito criativa, uma linha de tatuagens removíveis com frases a favor do empoderamento das mulheres e dos LGBTS. Os preços variam entre R$3 e R$7, a unidade.

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A marca é de Brasília, mas elas enviam para todo o Brasil! E além de tatuagens há também venda de imãs, posteres e adesivos. Para acessar o site é só clicar aqui.







 

Olá, pessoal ! Chegamos à parte final do especial com contos de terror. Seguindo a tradição, deixei o melhor para o final.  São esses os cinco contos de terror mais legais e perturbadores que já li. Aí vai !

  1. O cone , de H.G Wellssr-horrocks-e-o-sr-raut

    Horrocks é um siderúrgico  poderoso e  autoritário que escuta em sua própria casa a esposa declarando seu amor  por  Raut, um amigo da família. Sem saber se ele tinha escutado realmente a declaração, Raut e a esposa de  Horrocks  decidem fingir que nada aconteceu, já que os três mantinham uma relação de amizade. Para tentar  consertar o  problema, Raut diz que só tinha ido até a casa dos dois porque o amigo tinha que mostrar uma  paisagem incrível,  vista apenas entre as chaminés de uma das siderúrgicas que Horrocks administrava.  Dissimulado, Horrocks diz que  vai aproveitar a chance para mostrar ao amigo ” o cone”, uma das coisas mais  incríveis já feitas- que vai servir bem  para uma vingança.

 

4. O rapa-carniça, de Robert Louis Stevenson

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Confesso que fui atraída para ler o conto mais pelo nome diferente que por qualquer outra coisa, mas tive uma surpresa muito positiva lendo a história. Fattes e MacFarlane são dois estudantes de medicina que ganham prestígio e popularidade como assistentes de um professor fazendo serviços nada honestos: roubando corpos. Apesar de ficarem bastante em dúvida durante um tempo sobre manter ou não o trabalho, acabam se acostumando e perdendo a empatia em relação aos outros. Um dia, ambos descobrem a chance de roubar um defunto recém-enterrado em um cemitério. Os dois fogem levando o corpo, no entanto, descobrem que existe algo de muito errado com o cadáver  que estão carregando.

 

 

3. O gato preto, de Edgar Allan Poe

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A família do Vurdalak, de Aleksei Konstantinovitch Tólstoi

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O autor não é o  mesmo Tólstoi de Guerra e Paz e Anna Karenina, mas nem por isso a história deixa de ser boa. Somos  apresentados a um grupinho de pessoas reunido em torno de uma fogueira para ouvir as aventuras do Conde de Urfé, diplomata muito viajado. O  conde, incentivado pela companhia dos amigos, decide contar sobre o tempo em que ficou hospedado na casa de  uma família sérvia e escapou de ser devorado por vampiros.
O vurdalak, vampiro da história, é daqueles bem tradicionais que ressucitam depois de dez dias e precisam de permissão    para entrar na casa da vítima, que ele convence na base de jogos psicológicos extremamente fortes. É realmente muito legal  ver como evoluem os jogos e argumentos com os personagens que tentam resistir. Depois de uma batalha contra um grupo  de malfeitores turcos, o patriarca da família morre e seus filhos acabam ignorando o aviso de que deveriam matá-lo caso  retornasse fora do prazo previsto, permitindo que ele entre e saia da casa quando deseja.
A partir daí, o pai manipula e aterroriza todos os parentes para que façam o que ele quer. Enquanto o Conde tenta achar um meio de fugir para não ser devorado vivo, o cerco vai se fechando cada vez mais no entorno da família.

1 a mão do macaco , de W.W. Jacobs

crbst_HERBERT_201 Eis o campeão de pavor noturno e olhadas desconfiadas para o cabideiro no quarto durante a noite. É um conto que fala  principalmente sobre como o destino rege a vida das pessoas e como podemos nos arrepender por tentar alterá-lo. Não sem  motivo, é um dos contos de terror mais famosos de todos os tempos. A família White recebe Morris, militar britânico voltando  de uma viagem à Índia. Durante a visita e o bate-papo, o oficial decide desfazer-se de um amuleto macabro que carregava,  causando curiosidade nos demais. O amuleto- a mão enfeitiçada de um macaco- seria  responsável por realizar 3 desejos ao  seu dono, mas conceder 3 horríveis consequências. Ao ver Morris jogando a mão na lareira, o sr. White pede para ficar com  ela. Relutante, Morris aconselha que o amigo volte a colocá-la no fogo e não mexa com a mão enfeitiçada. Ignorando o pedido,  assim que Morris vai embora White testa o amuleto e pede à mão  que a hipoteca de sua casa seja paga. No dia seguinte, o  casal tem o desejo atendido da pior maneira que podiam imaginar. Na tentativa de consertar o que foi feito, eles pedem  novamente a ajuda da mão. Mas nenhum deles realmente esperava o que poderia acontecer por conta do novo pedido.

 

Gostaram? Curtam, comentem e compartilhem! Se tiverem vontade de ler os contos na íntegra,  é possível encontrar os contos citados aqui em livros à venda em livrarias ou sebos:

Contos de Horror do Século XIX (2005), organizado por Alberto Manguel. Companhia das Letras. Tradução: conto traduzido por Nina Horta.

Histórias Extraordinárias (2011), de Edgar Allan Poe.  Saraiva de Bolso. Tradução de Clarice Lispector.







 

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Hoje vim falar de uma série que simplesmente não consegui largar um dia se quer até chegar no último episódio e já estou morrendo por que quero mais, e muito mais. E acreditem não é do netflix.

How to Get Away with Murder acompanha a vida pessoal e profissional de Annalise Keating, uma professora de Direito Penal da fictícia Universidade de Middleton, na Filadélfia, uma das mais prestigiadas Escolas de Advocacia na América. Ela trabalha como advogada, obviamente. E neste ano Annalise seleciona um grupo de seus melhores alunos de sua turma da universidade para trabalhar em seu escritório. São eles: Connor Walsh, Michaela Pratt, Asher Millstone, Laurel Castillo e Wes Gibbins.

Em sua vida pessoal, Annalise vive com seu marido Sam Keating, um renomado psicólogo, mas também vive um relacionamento às escondidas com Nate Lahey, um detetive local. Quando sua vida pessoal e profissional começar a entrar em colapso, Annalise e seus alunos se verão envolvidos, involuntariamente, em uma trama de assassinato.

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A série, intitulada pelos fãs como HTGAWM, é transmitida pela ABC desde 25 de setembro de 2014. Foi criada por Peter Nowalk, tem como produtora executiva Shonda Rhimes e distribuído pela ABC Studios. Devido o contrato de Viola Davis as temporadas não podem ser muitos longas, podendo ter apenas 15 episódios e no máximo 16.

A série por enquanto tem duas temporadas, a segunda está em hiatos e volta dia 11 de fevereiro nos Estados Unidos, no Brasil a segunda temporada está sendo transmitida no canal pago Sony. Abaixo deixei o trailer da primeira temporada. 🙂

Onde assistir: aqui







 

Não, não é mês das bruxas e nem dia dos Mortos, mas a literatura de mistério e terror é sempre uma boa alternativa para aproveitar o tempo se divertindo – ou morrendo de medo. Por ser começo de ano – em que muita gente está de férias ou com mais tempo para descansar- tomei a liberdade de separar alguns contos de terror do século XIX que, mais de 100 anos depois de sua criação, ainda conseguem deixar quem lê pensando em alguma  coisa que está à espreita na hora de dormir.

Particularmente, gosto muito do tema terror porque geralmente envolve contos rápidos, com poucos personagens- para serem lidos em qualquer lugar- e com  um enredo que depende especialmente da imaginação do leitor para ficar mesmo aterrorizante. Se o leitor não se incomoda com o que a história sugere, a narrativa se torna comum. Por isso esses contos do século XIX são especiais: passaram por gerações que completaram com os próprios medos a perturbação que o autor da história tentou passar. Prontos? Lá vêm eles!

  1.  A tortura pela esperança, de Villiers de L’Isle Adam
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Essa história faz parte do segundo volume de uma coletânea do escritor francês chamada Os Contos Cruéis   (1883), muito influenciada pelo estilo de escrita de Edgar Allan Poe ( também listado aqui). Na história, o      rabino Aser Abarbanel é condenado pela Inquisição a se arrepender por seus pecados de avareza contra os    pobres e se converter ao catolicismo. Ele espera em sua masmorra quase conformado pela morte que o espera   na fogueira. Mas quando enxerga uma fresta na porta de sua cela aberta por acaso, Aser bola um plano para    fugir- e é esse plano que desespera o leitor.

 

 

 

 

 

  1. A máscara da morte rubra, de Edgar Allan Poe
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O escritor desse já é bastante conhecido por muita gente apaixonada por terror e mistério. Considerado o pai do gênero de ficção policial e marcado por escrever histórias relacionadas com o lado sombrio e sobrenatural dos seres humanos, Poe coloca nesse conto a vida de um príncipe que é punido pela própria hipocrisia. Próspero é um jovem rico, saudável e indiferente que se isola com os amigos nobres em uma abadia depois de perder metade dos habitantes de sua cidade para uma terrível peste. Quando quase todos os moradores estão para morrer,ele dá uma baile de máscaras para os seus convidados isolados, seguro de que nada pode acontecer- já que estariam trancados. No entanto, os planos de Próspero são atrapalhados por um convidado que entra sem que ninguém perceba.

 

 

  1. A selvagem, de Bram Stoker

    Iron Maiden   Esse conto do autor de Drácula (1897) assusta não só por conter descrições bastante sádicas dos cenários e    acontecimentos, mas também pelo protagonista Elias P. Hutcheson, americano extremamente hipócrita e    racista que tem orgulho de fazer carteira com o escalpo de mestiços e se excita falando sobre os índios que  matou. Acompanhando um casal de europeus – que percebe que ter uma terceira pessoa babaca na viagem  enchendo a paciência serve só para lembrar como é bom viajar a dois- em um passeio por um castelo na cidade  de Nuremberg, Hutcheson decide “fazer uma brincadeira”:  Jogar uma pedra no fosso do castelo para assustar  uma gata preta e seu filhote. A pedra mata o filhote por acidente e a gata, furiosa, é enxotada para longe do  americano. Depois de um tempo, os três turistas se distraem com os instrumentos de tortura do castelo e  decidem conhecer de perto a Virgem de Ferro, ferramenta mais diabólica do lugar. Enquanto isso, a gata ( com  uma origem diferente do que se pensa)  aproveita a distração para encontrar a hora certa de se vingar.

7.  A janela vedada, de Ambrose Bierce
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Somos apresentados à história de Murlock, velho misterioso e carrancudo que vive enfurnado no    interior de uma floresta americana, transformado em um mito sombrio pelos moradores de uma     vila próxima. Aparentemente, ele é simplesmente um velho ranzinza e antissocial. Mas, conforme  a narrativa se desenrola, vamos descobrindo que uma parte pouquíssimo  conhecida da vida de  Murlock dá à ele um motivo extremamente obscuro para vedar a única janela  de sua casa que lhe  deixa ter contato com o mundo exterior.

 

 

 

  1. O poço e o pêndulo, de Edgar Allan Poe

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    Assim como o número 10 da lista, a história também se passa no ambiente da Inquisição  espanhola. Um  homem condenado por inquisidores é brutalmente torturado até ser atirado em  um calabouço completamente  escuro. A partir disso, se inicia o forte incômodo psicológico da    trama: o homem não enxerga absolutamente  nada dentro de sua cela e consegue apenas tatear    um poço extremamente fundo no centro do cômodo. Ao  acordar de um sono perturbado,  descobre que as luzes foram acesas e que está amarrado em uma cama  voltado para um pêndulo  que balança ao longe. A sensação de claustrofobia do leitor começa a aumentar  quando o homem,  depois de achar curioso o fato de um pêndulo estar sobre ele, percebe que na verdade o  objeto  está se aproximando cada vez mais para o centro de seu peito.

     

E aí? Gostaram? Se sim, curtam, compartilhem e comentem! Segunda que vem, chega a segunda parte dos contos!