Já aviso que este post será destinado a pura sofrência por eu não ter ido este ano no festival. Bom, fim de semana passado teve Lollapalooza e foi o segundo que não fui, tirando o primeiro que teve. Por motivos de que não tinha dinheiro e este ano estava muito caro, afinal Lollapalooza é muito mais caro que Rock in Rio, por exemplo. Fato que não entendo já que em questão de estrutura e organização o segundo ganha, mas tudo bem né.

Vim falar dos cantores que queria ter visto por lá, e alguns que conheci vendo através da tv. Então fiz uma pequena lista, espero que gostem. 🙂

Marina and The Diamonds 

Fui ano passado só para ver ela, e ela me cancela o show. E esse ano que não tinha como ir a bicha me vai. Sofri muito mesmo. 🙁

Karol Conka

Ai essa mulher é pura lactação pura quem assistiu o show dela ou conhece o trabalho dela sabe do que estou falando.

 

Alabama Shakes

Tenho que admitir que não sabia até alguns atrás que era essa banda que tocava essa música e descobri assistindo, e já amei o som deles.

Noel Gallagher

Apesar dele não ter sido o mais simpático no palco suas músicas fizeram um belo trabalho e outra ele é um ex- Oasis, né minha gente.

Florence + The Machine

Ela mais parecia uma fada/deusa do que uma cantora comum no seu show, e posso confirmar que é assim em todos seus show porque já assisti no Rock in Rio, essa mulher arrasa mesmo.

 








 

Está tendo vídeo novo essa semana no canal sim! Desta vez um vídeo muito pedido por vocês sobre as minhas séries favoritas, praticamente todas elas tem resenhas mais detalhadas aqui no blog, então deixarei aqui abaixo. Espero que gostem. 🙂


Arquivo-x

Game of Thornes

Doctor Who

Dexter

Sense8








 

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No post de hoje resolvi falar de umas das meninas que mais me inspirou principalmente quando fiquei sabendo sobre sua história. Malala (12 de julho de 1997) é uma ativista paquistanesa. Foi a pessoa mais nova a receber  um prémio Nobel. É conhecida principalmente pela defesa dos direitos das mulheres e do acesso à educação na sua região natal do vale do Swat na província de Khyber Pakhtunkhwa, no nordeste do Paquistão, onde os talibãs locais impedem as jovens de frequentar a escola. Desde então, o ativismo de Malala tornou-se um movimento internacional.

A família de Malala gere uma cadeia de escolas na região. No início de 2009 quando tinha 11/12 anos de idade, Malala escreveu para a BBC um blog sob pseudónimo, no qual detalhava o seu cotidiano durante a ocupação talibã, as tentativas destes em controlar o vale e os seus pontos de vista sobre a promoção da educação para as jovens no vale do Swat. No verão seguinte, o New York Times publicou um documentário sobre o cotidiano de Malala à medida que o exército paquistanês intervinha na região. A popularidade de Malala aumentou consideravelmente, dando entrevistas na imprensa e na televisão e sendo nomeada para o prémio internacional da Criança pelo ativista sul-africano Desmond Tutu.

Na tarde de 9 de outubro de 2012 Malala entrou num autocarro escolar na província de Khyber Pakhtunkhwa. Um homem armado chamou-a pelo nome, apontou-lhe uma pistola e disparou três tiros. Uma das balas atingiu o lado esquerdo da testa e percorreu o interior da pele, ao longo da face e até ao ombro. Nos dias que se seguiram ao ataque, Malala manteve-se inconsciente e em estado grave. Quando a sua condição clínica melhorou foi transferida para um hospital em Birmingham na Inglaterra. Em 12 de outubro, um grupo de 50 clérigos islâmicos paquistaneses emitiu uma fátua contra os homens que a tentaram matar, mas os talibãs reiteraram a sua intenção de matar Malala e o pai. A tentativa de assassinato desencadeou um movimento de apoio nacional e internacional. A Deutsche Welle escreveu em 2013 que Malala se tornou “a mais famosa adolescente em todo o mundo”. O enviado especial das Nações Unidas para a educação global, Gordon Brown, lançou uma petição da ONU em nome de Malala com o slogan I am Malala (“Eu sou Malala”), exigindo que todas as crianças do mundo estivessem inscritas em escolas até ao fim de 2015, petição que impulsionou a retificação da primeira lei de direito à educação no Paquistão.

O documentário coloca um olhar sobre os eventos que aconteceram com Malala Yousafzai, incluindo seu discurso na ONU. Não nego que é um pouco parado, mas necessário para podermos entender melhor a narrativa da história. É extremamente cativante e emocionante. Recomendo a todos!

Abaixo deixo com vocês o trailer do mesmo. 🙂








 

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Preciso falar de um produto que tem salvado a minha pele neste dois últimos dois meses que estou sem o meu adstringente. Para quem não sabe meus adstringentes são recomendados pela minha médica, então toda vez tenho que pedir receita, e como ando com preguiça de médicos, consultórios e hospitais. Não fui ainda. Com isso, principalmente na tpm, surge uma espinha e outra e a minha pele tende a ficar mais oleosa. Mas descobri este tônico facial da Lush e é maravilhoso!

Como descrito em sua embalagem o produto contem ingrediente bactericida, anti-séptico e antimicrobiano para peles oleosas ou com acnes. Você pode aplicar de duas maneiras colocando no algodão e depois passando em seu rosto, ou borrifando diretamente em seu rosto (com os olhos e a boca fechados, claramente). O efeito é totalmente refrescante, e o melhor de tudo deixa sua pele sequinha. Prefiro passar sempre antes de dormir, porque acordo na manhã seguinte com a minha pele ótima. E o melhor tudo ele é totalmente vegano! coracao-1_xl

A única coisa “defeito” dele é o preço R$66,50 um pouco carinho, mas já adianto que vale muito a pena e é um investimento ótimo, especialmente se você tem probleminhas com pele mista para oleosa. Para mais informações sobre o mesmo você pode acessar o site clicando aqui.








 

Como vocês sabem ano passado no meu trabalho de conclusão de curso da faculdade meu tema foi sobre serial killers, então eu li diversos livros sobre. E se bem que me recordo eu tinha prometido a vocês que iria listar os meus preferidos aqui à vocês. Então aqui está. Espero que gostem da lista. 🙂

Serial Killers: Louco ou Cruel?

Louco ou cruel

A primeira parte de Louco ou Cruel aborda os serial killers sob diversos aspectos e à luz da Criminologia, do Direito, da Psiquiatria e da Psicologia, e dedica-se a dissecar este universo, analisando como tudo começa, quem são as vítimas, os aspectos gerais e psicológicos, os mitos e as crenças, o perfil do criminoso, a psicologia investigativa, a análise do local do crime e a encenação/organização da cena.

Na segunda parte do livro, Casoy apresenta em detalhes 16 casos de serial killers que chocaram e marcaram o século XX, entre eles Albert Fish, Ed Gein, Ted Bundy, Andrei Chikatilo, Jeffrey Dahmer, Aileen Wuornos e o Zodíaco, cuja identidade segue desconhecida até hoje. Histórias que habitam as entranhas da humanidade e o que ela tem de pior: frieza, perversidade e falta de sensibilidade que acabam por produzir o mal em escalas inimagináveis. – Skoob

Serial Killers Made in Brazil


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Após o sucesso do seu primeiro livro, Ilana Casoy dedicou-se a uma pesquisa rigorosa para investigar os serial killers brasileiros, no que viria a ser o primeiro livro do gênero dedicado aos assassinos em série do Brasil. Foram cinco anos de pesquisas, visitas a arquivos públicos, manicômios e penitenciárias, além de entrevistas cara a cara com personificações do mal em terras tupiniquins, para compor um inquietante roteiro com rigor investigativo de como, por quê e com que métodos os serial killers brasileiros atuam.

Em Made in Brazil, Casoy relata sete casos de serial killers brasileiros, três dos quais ela entrevistou pessoalmente: Marcelo Costa de Andrade, o vampiro de Niterói, um dos casos e depoimentos mais chocantes do currículo da autora; Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho; e Pedro Rodrigues Filho, o Pedrinho Matador. Um relato cruel feito pelos próprios assassinos, conduzido com maestria por quem entende do assunto, que procura guiar o leitor pela sinuosa mente de pessoas frias e com movimentos mais que premeditados para o mal. Além deles, a autora se debruça sobre a vida e os crimes de José Augusto do Amaral (Preto Amaral), Febronio Índio do Brasil, Benedito Moreira de Carvalho (Monstro de Guaianases) e José Paz Bezerra (Monstro do Morumbi). Skoob


A enciclopédia de Serial Killers

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O fenômeno de assassinatos em série sempre foi considerado, ao mesmo tempo, o mais macabro e o mais fascinante ramo da criminologia moderna. Apenas recentemente autoridades policiais, psicólogos e cientistas removeram o véu de mistério para desvendar os segredos, os motivos e os perigos que os serial killers escondiam.

A Enciclopédia de Serial Killers traz à tona esses criminosos e seus hábitos horrendos. Trata-se de um instrumento inestimável ao entendimento e ao combate da mais cruel atividade criminal, com mais de 240 verbetes detalhados, 70 fotos, além de vários apêndices.

Entre os assuntos abordados estão:

Estudos dos casos de assassinato em série notórios e os monstros criminosos que os perpetraram; Figuras-chave policiais e técnicas utilizadas para apanhar suas presas; A psicologia do assassino serial – o que faz de alguém um assassino;  Como as sociedades lidam com os serial killers e os punem; Diferentes tipos de serial killers e seus métodos utilizados. De “Anjos da Morte” ao Matador do “Zodíaco”, esta obra traz o estudo de um deprimente fenômeno criminoso: o serial killer. – Skoob

 

Caçada ao Maníaco do Parque

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História verídica de um dos mais bárbaros episódios da crônica policial brasileira. Escrito a quatro mãos pela jornalista Luíza Alcalde e pelo investigador de polícia Luís Carlos dos Santos, relata os crimes do motoboy Francisco de Assis Pereira, um serial killer que violentava e matava suas vítimas no Parque do Estado, região sul da capital paulista. – Skoob

Esses foram meus livros favoritos, se vocês já leram alguns desses ou se gostam deste tipo de lista de leitura aqui no blog comentem aqui para assim eu sempre fazer mais para vocês. coracao-1_xl