Aviso de gatilho: Esse livro se trata de suicídio, se você tiver tem depressão ou teve algum histórico eu não recomendo esse livro para você. E se você estiver se sentindo assim, POR FAVOR, ligue 141 centro de valorização a vida ou fale com alguém. Tudo passa, acredite.

Demorei muito há trazer uma nova resenha de algum livro para vocês e tudo isso se deve porque estava (e ainda estou saindo) de uma ressaca literária muito forte que me pegou ano passado. Mas finalmente voltei a ler, mesmo que seja aos poucos. E por conta disso resolvi mudar um pouco o designe deste tipo de post para vocês, por motivos de: deu vontade. hehehe. Me falem se gostam.

Agora vamos ao livro.
Antes de tudo tenho que admitir que só fui finalmente ler esse livro (pois já sabia da existência dele fazia anos) por conta da série. Tudo se inicia quando Clay, personagem principal, recebe uma caixa cheias de fitas cassetes dentro.  Nas fitas, contém a voz de Hannah, onde ela conta que existem 13 razões para ela ter cometido suicídio. As pessoas que são citadas nestas fitas de alguma forma fizeram o caso psicológico da personagem se agravar.

Clay não faz ideia do porque recebeu as fitas – ele sempre teve uma queda por ela -, mas sabe que algum momento seu nome ira ser citado. Então, em apenas uma noite, seguindo o mapa – dado por Hannah – ele escuta tudo o que ela tem a dizer. 

Sabe aquele boato, fofoca sobre você que não é verdade? Com toda a maldade dos adolescentes do ensino médio, isso é o que se deu origem, como um estopim, por tudo que veio a seguir na vida da Hannah e a seguiu por muito tempo. E nada era verdade.

“Aqui vai uma dica. Se você tocar uma garota, mesmo sendo de brincadeira, e ela empurrar para longe, deixe…ela…em paz. Não toque nela novamente. Em nenhum lugar! Simplesmente pare. Ela vai sentir nojo se você fizer isso.” – p. 48

Os 13 Porquês é narrado em primeira pessoa e vai intercalando com as gravações de Hannah enquanto acompanhamos Clay, que ouve tudo. É como se tivéssemos dois personagens principais no enredo. Esse livro não é fácil, mas assim como Clay, você deseja escutar tudo o que ela tem a dizer principalmente por curiosidade e porque logo de cara criamos empatia, solidariedade por sua personagem. A leitura acaba sendo rápida, mas a digestão é demorada. Ler a história de alguém desistindo da própria vida e mostrando crimes tão brutais que aconteceu com ela, é no mínimo bem forte e dificilmente tu não ficará abalado.

Jay Asher realmente consegue conectar o leitor a Hannah e Clay. Você sente toda a dor, desespero, solidão e vazio. Outro ponto que gostei bastante é que ele mostra a cara da misógina e o machismo. Mas para eu contar com detalhes sobre isso teria que falar com spoilers. E isso deixo para o vídeo que estou me programando para gravar para vocês sobre as diferenças do livro e série. Quando estiver pronto eu colocarei aqui.

“Não podemos reescrever o passado.” – p. 55

 

 

Você pode comprar os livro em dois sites: buscape e estantevirtual

 

Fiz um vídeo comparando o livro e a série caso você queira conferir clique aqui.








 


Estou aqui para recomendar um produto que comprei com pé atrás e me apaixonei. Bom, tudo começou quando meu demaquilante bifásico tinha acabado e precisava de um novo, afinal eu sempre uso como o primeiro passo para tirar a minha maquiagem no meu cotidiano (ps: qualquer desses dias gravo como estou cuidando da minha pele).

Estava passando pela Lush e perguntei se eles tinham algum demaquilante, e o moço que me atendeu me indicou 9 to 5 , e na verdade ele é um leite de limpeza. Tinham dois tamanhos e eu levei o menor para testar e admito que estava dando nada para o produto, porque acreditava que não limpava tanto quanto um demaquilante comum. Mas me enganei e que bom.

Eu comprei ele em março e só acabou agora, e ainda tem um restinho. Geralmente uso até a última gota dos meus produtos.  Tem textura de creme com cheiro gostoso e suave, e super líquido.  Ele vem numa embalagem de plástico um pouco mais rígido, com tampinha abre fecha. O que eu mais gostei até agora é que ele deixa a pele bem suave e tira toda a maquiagem do seu rosto sem agredir, ele não deixa a textura da sua pele seca, como alguns demaquilantes fazem.

O que o produto promete:
Você é daqueles que pula da cama pega o café e sai correndo? Então essa loção de limpeza foi feita para você. Supreendentemente leve e simples, usa orquídeas e amêndoas para deixar sua pele linda.
Modo de usar:
Espalhe delicadamente por seu rosto e depois remova com algodão.

A embalagem menor de 95g custa R$44,70, foi essa que comprei. Para saber mais sobre o produto acesse o site oficial da marca clicando aqui.








 

Pressão.

Pressão de nunca ser auto-suficiente, de nunca chegar lá, com o emprego que sempre desejou, e com a vida que sempre sonhou. Pressão de ter apenas 20 e seus poucos anos, alguns beirando aos 30 e ainda sim depender de outros para conseguir viver. Pressão que cada vez mais chega mais cedo, batendo na porta dos jovens.

O que será das próximas gerações? Com apenas 15 anos terão que ser super sucedidos e saber o que querem com a própria vida? Vejo e conheço pessoas de seus 50 ou 60 anos que ainda não se encontraram e o tempo já passou para eles.

Que sociedade é essa? Onde temos que escolher apenas uma área em específico, e trabalhar nela o resto das nossas vidas.

Viver pra ganhar dinheiro, comprar coisas que quando morremos continuarão sendo apenas coisas. Viver para ser auto sucedido, comprar, gastar e mostrar pro outros que finalmente vencemos a pressão, mesmo que por dentro nossas almas estejam gritando por liberdade.








 

Olá, hoje está saindo vídeo um pouco mais cedo. E o tema de hoje envolve uma nova categoria que estava querendo trazendo para o canal, e para o primeiro vídeo estreante dele trouxe um tópico que estava a muito tempo com vontade de conversar com vocês. 🙂

Por favor, me falem o que você acharam dessa nova categoria e, claro, de compartilhar a experiencias de vocês sobre o vídeo.

Coisas que citei no vídeo:
fotógrafa Laura Dodsworth
fotógrafo Justin Bartels
Matéria que mostra o instagram das fotos dos mamilos 








 


O Instituto Tomie Ohtake recebeu, aqui em São Paulo, a exposição da Yoko Ono, “O Céu Ainda É Azul”.  Tenho que admitir que não sabia o tema, e não esperava nada a mais do que as obras interativas. Mas é extremamente forte e intenso a exposição. Principalmente se você for mulher.

Yoko Ono incitou brasileiras vítimas de violência a enviar relatos junto a uma foto que mostrasse somente seus olhos, para compor a instalação Emergir. A ideia é fazer o público sentir o horror da violência de gênero narrado em primeira pessoa.

A peça é mais uma das muitas ações contundentes que Yoko realizou ao longo de seus 84 anos, que inclui manifestos como “Woman Power”, de 1973, música na qual brada que “uma nação de mulheres está chegando”; ou o controverso texto “The Feminization of Society”, escrito em 1972, em que afirma ser o lesbianismo uma “revolução contemporânea por meio da liberdade sexual”; ou ainda ao participar, mesmo numa cadeira de rodas, da Women’s March, que levou milhares de americanas às ruas em janeiro para protestar contra declarações machistas do presidente Donald Trump. Mas reduzir Yoko ao feminismo é pouco.

No total, são 65 criações que instigam desde ações físicas a experiências mentais que revelam a complexa personalidade de uma revolucionária que desafiou padrões.

Os ingressos custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Lembrando que todas as terças-feiras a entrada é gratuita. Crianças até 10 anos, cadeirantes e deficientes físicos têm entrada gratuita todos os dias da exposição.

Serviço

Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima 201 – Complexo Aché Cultural
(Entrada pela Rua Coropés 88) – Pinheiros SP –
Estação Faria Lima/Linha 4 – Amarela
Vendas pelo site: clique aqui 

 

Em cartaz de 2 de abril a 28 de maio.

Fonte: Marie Claire