Imaginem alguém que sofreu muito, mas muito mesmo para editar esse vídeo. Sim, fui euzinha aqui. Vou contar a história desse drama para vocês.

Eu tenho um computador windows muito velho que só o utilizo para editar meus vídeos no movie maker (sim, devo ser o único ser que edita nele ainda), pois é o único que eu me entendo. Só que por esse meu computador ser antigo ele sempre da uns probleminhas e desliga do nada, trava, etc. Então sempre foi muito difícil editar nele, mas sempre deu certo no fins das contas. Mas de uns tempos pra cá ele andava pior, e eu já estava me cansanda e estou até vendo de contratar alguém para editar os vídeos para ter um design mais legal e mais bonitinho e tudo.

Enfim, fui editar esse vídeo lá na minha primeira semana aqui, ele deu erro. Tudo bem, editei uma segunda fez uns dias depois, deu erro novamente. Nisso já tinha atrasado o vídeo da semana passada. Ai passei todos os arquivos novamente tudo bonitinho e editei TUDO novamente pela terceira vez e deu erro novamente. Nisto eu desisti. E fui tentar o imovie do computador que não funciona comigo. Não deu certo.

Ai antes de ontem, sábado (04) lembrei do imovie que tem pelo celular e é dez vezes mais simples do que o do computador e por fim consegui. Finalmente acaba aqui a minha saga, sem antes claro de quase não conseguir salvar o vídeo, mas consegui. Meu signo é muito persistente mesmo.

Bom, agora fiquem com o vídeo que merece muita a participação de vocês só por essa minha garra, sejamos sinceros. coracao-1_xl

Texto citado no vídeo







 

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Like Crazy (Loucamente Apaixonados título no Brasil) é um filme de drama romântico estadunidense de 2011 dirigido por Drake Doremus e estrelado por Anton Yelchin, Felicity Jones, Jennifer Lawrence, e Alex Kingston. Escrito por Drake Doremus e Ben York Jones, o filme é sobre uma estudante de intercâmbio britânica que se apaixona por um estudante americano. O filme, que contou com um diálogo totalmente improvisado, ganhou o Prêmio do Júri do Festival Sundance de Cinema de 2011.

O filme tem dois personagens principais Anna (Felicity Jones) que é uma estudante britânica e que está estudando durante um tempo nos Estados Unidos, e acaba se apaixonando por Jacob (Anton Yelchin). Os dois passam a ter uma relação bastante intensa, até que o visto de Anna expira. Ela decide ficar nos Estados Unidos da América apesar do visto vencido. Por conta disso ela é mandada embora, e por esses problemas burocráticos Anna é impedida de voltar aos Estados Unidos, enquanto Jacob fica impossibilitado de ir à Grã Bretanha devido ao seu trabalho. A distância abala a relação, e Anna e Jacob tentam, entre idas e vindas, ajeitar as suas vidas.

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Um fato interessante é que o filme Like Crazy foi descrito como vagamente inspirado nas próprias experiências da vida real do diretor Drake Doremus, e em uma entrevista com sua ex-esposa Desiree Pappenscheller, que nasceu na Áustria, ela afirma que o filme é uma reconstituição do romance e história conjugal de Doremus e Pappenscheller, incluindo seus problemas de imigração dos Estados Unidos.

Outro ponto que gosto muito quando escolho em filmes é sua filmografia, eu tenho mania por filmografia e lugares bonitos. E esse não decepciona. Diversas cenas não tem conversas, mas você sente a tensão do ambiente somente pela luz, angulo e as expressões dos atores e isso me encanta demais. Então super recomendo esse filme para vocês.

Abaixo deixo o trailer. 🙂

 

Onde assistir: Netflix







 

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Você chega no aeroporto seu estômago está quase saindo para fora de ansiedade, misturado com medo e nervosismo do incerto. Mas também está feliz porque você sabe que há muito tempo tem desejado por isso. E ao mesmo tempo tem outro sentimento batendo a sua porta, dos amigos e familiares próximos que você acabou de se despedir e aquela vontade de voltar e dizer “Ei, vou ficar aqui”. Mas você segue.

No avião, se você for como eu, você só torce para não ter muita turbulência. No meu caso, eu não tive muita sorte, por isso diversas vezes ficava acordando e outra hora voltando a dormir.

Vi somente um filme no avião, Carol, muito legal por sinal, se vocês puderem assistir, assistam. Vale a pena. A comida do avião eu não pude aproveitar muito, já que não coloquei que era vegetariana, eu não sabia que tinha que fazer isso para ter pratos de outras opções sem ser de carne. Então comi pouco, não que isso me prejudicou muito. Pois como eu estava no dia anterior e neste dia super nervosa acabou atacando minha gastrite, e não estava conseguindo comer.

Quando olhei na tela do avião, que mostra aonde ele está e reparei que estava quase chegando na Inglaterra, no mesmo momento me deu um desespero e uma angústia e uma pergunta surgiu em minha cabeça “o que eu estou fazendo?”. Afinal eu vim completamente sozinha, se eu ficar doente não terei a minha mãe para me ajudar, não tenho amigos aqui, não tenho meu namorado aqui, não tenho meus bichos aqui. Resumindo não tenho ninguém a não ser eu mesma. O sentimento que dá nessa hora é de voltar pro lugar seguro e tranquilo que eu estava acostumada. Mas novamente a gente continua, e também tem o fato de que sou taurina né, quando boto algo na cabeça não tiro.

Quando você finalmente chega no hotel depois do cansativo voo e de pegar o metrô com muitas malas. Finalmente o cansaço bate e você dorme, acorda por obrigação, porque tem que comer, tomar banho, e ver todas essas coisas. E o mais estranho de tudo é que não tem ninguém ao seu lado para conversar com você, então você simplesmente escuta seus pensamentos, como se alguém tivesse conversando com você. A vozinha da consciência aparece pra te ajudar e diz coisas como “ eu sei que você está cansada e com sono, mas você precisa comer algo para aguentar o dia seguinte”. E eu paro e me toco que não é a minha mãe que está dizendo isso, algum amigo ou meu namorado e sim eu mesma. É engraçado que eu nunca tive tanto tempo sozinha comigo mesma para ter tempo de ficar escutando meus próprios pensamentos durante um longo tempo, é uma experiência completamente nova.

No domingo já instalada na minha acomodação, já tinha resolvido a metade das coisas e no dia seguinte teria que ir na escola fazer o teste de nível, e não tinha ninguém do meu lado para eu poder compartilhar meu nervosismo e a minha ansiedade, só pelo celular e redes sociais. Mas nessas horas, nesses momentos não é a mesma coisa. Na noite deste dia veio um sentimento de solidão horrível, comecei a me perguntar o que tinha feito, e se essa era uma decisão certa. Dormir mais uma noite sem meus bichos do meu lado doí de verdade. Como dizem casa não é um lugar e sim seres vivos. Mas conversei com um outro amigo que também está nessa, há mais tempo do que eu, e eu pude relaxar um pouco.

Após alguns dias, depois dos meus primeiros dias na escola de inglês o que eu posso afirmar é que a vergonha, travamento e gaguejamento que eu tinha por falar em outra língua vai embora. Porque não vai ter alguém para falar por você, resolver seus problemas ou te ajudar. Então você tem que falar, e a cada dia mais você vai relaxando e se acostumando em falar em inglês. Mas tenho que admitir que ainda tem dias que da um leve friozinho na barriga antes de sair do meu quarto, fico com medo de falar algo errado ou alguém não me entender. Mas logo penso “nunca mais verei essa pessoa mesmo.”

Aqui estou com pessoas de diversas nacionalidades e o que eu posso falar até agora é que os asiáticos são os mais simpáticos, acabei me dando muito bem com uma coreana, gostamos das mesmas coisas e surpreendentemente ela é a única pessoa de todo mundo que conversei até agora (incluindo ingleses) que assiste e gosta de Game Of Thrones. Também não entendo isso.

O lado bom daqui é que por estar em outro país e também longe de outras pessoas não tenho que escutar pessoas me repreendendo por causa do meu cabelo, por exemplo, ou por causa das minhas tatuagens. Isso é encarado como algo natural, afinal o que cada um faz com seu corpo é de sua autonomia. Mas em compensação o assédio na rua vem quando você, mulher, está sozinha, o que eu acho pior, já que é quando você se sente mais vulnerável, isso mostra de certa forma que os caras aqui tem vergonha de assediar quando você está com alguém, mas se sentem mais seguros quando você está sozinha..preocupante.

Em uma semana aqui você aprende dar mais valor para o Brasil e seus amigos do que anos morando ai, tu não faz ideia, eu juro. Só nesta semana toda vez que eu conto da onde sou as pessoas adoram saber, e sempre falam “everyone loves Brazil”. Outro dia eu estava escolhendo um lanche com uma amiga que também é brasileira, e nesse dia eu estava morrendo de saudades de falar em português, porque só estava falando em inglês desde quando cheguei praticamente. E atendente do pub virou e falou “ que língua vocês estão falando?” respondemos e logo ela falou “ eu não entendo nada, mas sooa tão lindo”. E aqui não tem “bicha pague meu dinheiro”, também não tem “tranquilo e favorável”, e como minha amiga disse para mim neste dia, quando ela fez a dança deste último as pessoas daqui perguntaram se ela surfava. WTF? São essas pequenas coisas que fazem tu ver que o Brasil e as pessoas dai são realmente especiais, apesar de todas coisas ruins que tem acontecido.

Para finalizar este primeiro texto que acho que está enorme, é que se em apenas uma semana eu senti e vivi todas essas experiências imagina o que mais está por vir.







 

Príncipe Mecanicosinopse“Tessa Gray não está sonhando. Nada do que aconteceu desde que saiu de Nova York para Londres (ser sequestrada pelas Irmãs Sombrias, perseguida por um exército mecânico, ser traída pelo próprio irmão e se apaixonar pela pessoa errada) foi fruto de sua imaginação. Mas talvez Tessa Gray, como ela mesma se reconhece, nem sequer exista. O Magistrado garante que ela não passa de uma invenção. Para entender o próprio passado e ter alguma chance de projetar seu futuro, primeiro Tessa precisa entender quem criou Axel Mortmain, também conhecido como Príncipe Mecânico.”Skoob 

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Confesso que demorei para concluir a leitura de Príncipe Mecânico. Mas não porque o livro é ruim e sim porque estava uma loucura essas últimas semanas de maio aqui pra mim, com meu aniversário e o intercâmbio se aproximando. Pórem, faltava somente 20 páginas e consegui terminar. E olha, que reviravolta.

Como já sabemos, por causa da resenha que fiz do primeiro livro Anjo Mecânico, essa série se passa em uma época diferente, para ser mais exata no ano de 1878 em Londres. Neste segundo volume não temos tantas cenas de ação, mas temos mais aprofundamento dos personagens e apresentação de novos. Podemos conhecer mais sobre Maguns, que tem um papel de extrema importância neste livro; Jessamine parece estar escondendo segredos; Shopie se mostra muito mais que uma simples empregada, se mostra amiga, e uma mulher muito forte e guerreira; o casal Henry Charlotte também tem suas vidas, histórias e feridas expostas, e compreendemos melhor vários detalhes sobre conflitos entre a família da moça e os Lightwood.

E finalmente conhecemos mais da história do Will, admito que quem me disse que eu iria compreender ele estava certo, mas vale lembrar que não pode se levar livros para vida real. Estou ressaltando isso porque vi em muitas resenhas e vejo muitas pessoas que por conta deste tipo de livro acredita que os “bad boys” da vida real são bonzinhos no fundo, só que não. Infelizmente é só em livros mesmo.

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E sobre a Tessa personagem principal, começa seu treinamento físico, e tem um crescimento ótimo neste livro. E outro ponto muito marcante na vida dela é sobre sua dúvida entre Will e Jem, sim temos um triângulo amoroso. Geralmente, pra quem lê a minhas resenhas já sabem que eu odeio. Mas neste eu gosto e torço para ela ficar com os dois. Porque eles são ótimos. 

 Enfim, sobre Magistrado ele fica bem sumido neste livro, e poucas dúvidas sobre a vida de Tessa são respondidas. Mas vale dizer que todos parecem estar participando de um enorme jogo de xadrez, do qual o Magistrado já sabe todas as jogadas, e apenas espera para dar o xeque-mate.
 consideraçÑoes-finais-modelo-2Como eu já havia dito antes toda vez que eu leio algum livro da Cassandra Clare sinto que estou uma Fanfic e isso não é ruim, porque quando uma fanfic é bem escrita te prende uma forma que tu não consegue parar de ler. É um livro cheio de sentimentos, dores e aflições. E uma ameaça velada, pairando sobre o ar como um mau agouro. Sou toda elogios para este volume, gostei mais do que o primeiro, e mais uma vez Cassandra está de parabéns. Ela sabe como prender, envolver e surpreender o leitor.

 Príncipe Mecânico é uma ponte para o terceiro livro da série, e seu grande desfecho.  Já aviso que é bem difícil tu terminar esse livro sem se emocionar, ele realmente cativa. E como sempre falo e deixo aberto para vocês se vocês quiserem comentar a baixo sobre o livro a saga a vontade, adoro conversar com vocês. 🙂

Onde comprar: buscape e estante literária







 

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Continuação de Príncipe mecânico, “Princesa Mecânica” é ambientado no universo dos Caçadores de sombras. Neste volume, o mistério sobre Tessa Gray e o Magistrado continua. ” – Skoob

 

Ainda estou bem no comecinho deste livro, mas provavelmente terminarei muito rápido como o primeiro e o segundo livro desta trilogia. Eu estou amando esses livro, e estou pensando em comprar a saga dos Instrumentos Mortais em inglês aqui em Londres para já começar a treinar e também porque amei demais. 🙂