Música

 

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Olá, gente! Tudo bom? Aposto que estão curtindo muito essas férias de verão, que estão mais para férias do inferno. Não aguento mais esse calor. E como estou sobrevivendo a ele? Graças a um belo chá gelado e música, então resolvi separar algumas músicas, bem calminhas, que acho que super combina com praia, lual, e todo esse clima “good vibes”. hahaha. Espero que gostem.coracao-1_xl


Sarah Jaffe – 
Conheci essa cantora graças a uma amiga que postou o vídeo dela no face, desde então não consegui parar de escutar as músicas dela.

Tribalistas – Essa banda, que já acabou, marcou minha infância. Pois toda vez que descia pra praia minha mãe colocava o cd, então virou uma mantra. Toda vez que estou indo para praia ou voltando, tenho que escutar Tribalistas.

Marble Sounds –  Não lembro como soube dessa música, mas revi o clipe e não tem coisa mais fofa, mas ao mesmo tempo sem sentido.

Nina Nesbitt – Algum anônimo do ask, me mandou o nome desta cantora e falou que eu iria gostar. E não é que acertou? Adorei as músicas dela, vale a pena escutar e ver as outras canções.


Gabrielle Aplin – E pra finalizar escolhi essa música, que acabei de escutar no youtube, com toda certeza  mais uma cantora que entrará para minha playlist do celular.







 

KURT unplugged
O museu MIS ( Museu da Imagem e Som), de São Paulo, abriu a nova edição do Estéreo MIS que abre espaço para artistas independentes, e foi marcado para hoje a comemoração de aniversário do álbum acústico do Nirvana.

O disco foi lançando em novembro de 1994, alguns meses depois da morte do vocalista, Kurt Cobain, que logo se tornou um clássico da época e do rock, tendo sua estréia no 1º lugar do Top 200 da Billboard. O grupo selecionado para fazer o cover  foi o Seychelles, eles reproduziram o disco na íntegra, respeitando todos os arranjos apresentados durante a performance do Nirvana, para a MTV americana. O grupo ira até usar os mesmos instrumentos para se aproximar ainda mais da obra original.

Aproveitem, pois este evento só ira ocorrer hoje.

endereço e horario modelo 2ONDE: Museu da Imagem e Som, Av. Europa, 158, Jd. Europa, 2117-4777
QUANDO: Hoje (14), às 21h30
QUANTO: R$ 14,00







 

playlist

Sexta é dia de playlist e de se preparar para o final de semana. Aqui em São Paulo a semana foi bem agitada, atos atrás de atos, intervenções atrás de intervenções e cinco músicas não saíram da minha cabeça.

 

Rage Against The Machine foi uma das mais influentes e polêmicas bandas da década de 1990. Composta por Zack de la Rocha (vocalista), Tim Commerford (baixista), Tom Morello (guitarrista) e Brad Wilk (baterista).  Rage é uma banda extremamente crítica e politizada, eles começaram a tocar em 1991, se separaram em 2000, o vocalista foi para um projeto solo e o restante formou o Audioslave com Chris Cornell,voltaram em 2007, fizeram sua primeira apresentação no Brasil em 2010 no SWU (nesse show o Tom Morello vestiu o boné do MST e a banda homenageou o movimento com a música “People of the sun”, mas a transmissão no Multishow censurou esse momento) e fizeram sua última apresentação em 2011. Desde então estou aguardando ansiosamente alguma novidade sobre eles.

“Sleep Now in the Fire” é 5ª música do álbum “The Battle of Los Angeles”, lançado em 2000. O clipe foi dirigido por Michael Moore e gravado em frente à Bolsa de Nova York. Durante a gravação Moore foi preso pela polícia durante uma hora, e a Bolsa de Nova York teve que ser fechada pela metade do dia devido a multidão que se reuniu para assistir as filmagens. No final do vídeo, é citado o político Gary Bauer, do Partido Republicano afirmando que “uma banda chamada ‘The Machine Rages On’ – er – ‘Rage Against the Machine’, “uma banda que é antifamília e pró-terroristas”, segundo ele.

 

Outra do Rage Against The Machine porque eles são foda, e eu perdi a conta de quantas vezes escutei esse álbum essa semana.

“Guerrilla Radio” é a 2ª música do álbum “The Battle of Los Angeles”. A banda ganhou o Grammy de Melhor Performance Hard Rock com essa música.

 

AC/DC é a minha banda favorita e “Whole Lotta Rosie” é uma das minhas músicas favoritas. A música faz parte do álbum “Let There Be Rock”, produzido em 1977. A banda começou na Austrália em 1973, formada pelos irmãos Angus e Malcolm Young. A formação original tinha Bon Scott (vocalista), Angus Young (guitarrista), Malcolm Young (guitarrista), Mark Evans (baixista) e Phil Rudd (baterista).

O AC/DC passou por várias mudanças de alinhamento antes de lançarem o seu primeiro álbum, “High Voltage”, em 1975. A formação manteve-se estável até o baixista Cliff Williams substituir Mark Evans em 1977. Em 1979, a banda gravou o álbum “Highway to Hell”. O vocalista e co-compositor Bon Scott faleceu em 1980, infelizmente muito antes de eu nascer, e foi substituído por Brian Johnson. Com o novo vocalista, a banda lançou o seu álbum mais vendido, “Back in Black”.

Infelizmente no começo do ano, Malcolm foi diagnosticado com demência, ele era um dos principais compositores da banda. No dia 16 de Abril de 2014, O AC/DC manda um recado para os fãs na página oficial do Facebook: “Após 40 anos dedicando sua vida ao AC / DC, guitarrista e membro fundador Malcolm Young se ausentará da banda devido a problemas de saúde. Malcolm agradece a todos os veradeiros fãs do mundo inteiro pela paixão inesgotável e apoio. Diante a isso, o AC / DC pede que a privacidade de Malcolm e sua família seja respeitada durante este tempo. A banda vai continuar a fazer música.”

 

Emilie Autumn é uma cantora, compositora e violinista americana. Seu trabalho é bem interessante e a música “Fight like a girl”, que leva o nome do álbum, reflete bem o estilo dela.

 

E por último “Flawless” da Beyonce. I woke up like this 😉







 

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Antes do post começar queria dizer que os posts separados para sextas – feiras iram se intercalar de playlist e Psycho Indica, dito isso vamos ao que importa. Selecionei cinco músicas que não paro de escutar, e são bem animadas, por isso selecionei elas para hoje. Já aviso que sou bem eclética em relação a música, então vocês verão bastante estilos diferentes por aqui.


Melanie Martinez – Descobri essas música essa semana por conta de American Horror Story: Freak Show ( falamos dela aqui no blog, para ver o post é só clicar aqui), que é trilha sonora da série, e já posso dizer que estou viciada, ainda mais pelo moço do clipe.


Meghan Trainor – Já esta música descobri, acreditem ou não, por conta do Justin Bieber, não gosto dele e nem nada, mas vi um vídeo dele dançando o remix dessa música e achei interessante e fui pesquisar, e me apaixonei pelo ritmo e principalmente a letra.


Charli XCX – Estou viciada nas músicas da Charli se eu pudesse só colocaria  os clipes dela aqui, mas tenho que me controlar.

Iggy Azalea – Não sei se já coloquei essa música em alguma playlist antiga, me desculpem se já tenha colocado ela, é que estive/estou tão viciada nela e na letra que coloquei ela no meu face, twitter, etc. Aonde eu pude eu divulguei essa música.

Katy Perry – Pra terminar essa playlist escolhi essa música da Katy Perry.

Espero que tenham gostado da minha seleção para esta semana. 🙂







 

O que eu sempre digo às pessoas próximas a mim, é que sou uma pessoa de opinião e gênio forte. Minhas palavras têm força. Raras são as vezes que volto atrás no que digo ou faço, porque, antes de exercer, penso tudo com muita parcimônia (e se eu tô fazendo a bicha pedante em Língua Portuguesa, eu quis dizer que penso tudo com total moderação antes de falar algo). Guardem essa informação, porque será necessária mais adiante.

E é assim que começo a descrição + crítica perante o início da nova tour da Katy loja de doces Perry. Nunca fui fã da indivídua, seja pela personalidade, pelas músicas, pela composição em si. Nada. Absolutamente nada me agrada na dita cuja. O asco que peguei surgiu com a ascensão do seu álbum anterior, o “Teenage Dream”. Achava que aquele exagero de cor, de doce e de “mimimi” infantil demais… Pueril a ponto dela ser eleita a nova Rainha dos Baixinhos (sai debaixo, Xuxa Satânica).

Mas acho que com a chegada de seu novo álbum de estúdio “Prism”, Katy me tem feito acreditar que sempre há uma luz no fim do túnel… Ou um cupcake ambulante, no caso dela. Bom, depois eu continuo a minha opinião sobre a evolução “Katy Perryana”. Vamos ao show!

Ontem, a “Prismatic World Tour” teve seu primeiro show em Belfest – Irlanda. E já logo digo que o show deu o que falar! Primeiramente, quem abriu o show foi ninguém mais, ninguém menos, que a dupla Icona Pop… É, aquelas duas do “I don’t care!” que você sempre canta enlouquecidamente na balada; uma estrutura cênica dexxxtruidora feita com telões de LED que formavam um triângulo + uma passarela (também em forma de triângulo) denominada como “Reflection Section” que, dentro, abrigava alguns fãs (como a Monster Pit, na Born This Way Ball, lembram? Se não: acesse aqui, rs); 10 trocas de figurino e perucas, muitíssimos efeitos especiais, performances divertidas (e ultra coloridas) para as 22 músicas da setlist, contando, inclusive, com canções dos álbuns anteriores e muito mais. Tudo muito digno, então, que tal conferir?

Cartaz do show

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Reflection Section + estrutura do palco

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10177486_807102169302302_7920288514896551799_n(Fonte: Katy Perry Brasil)

Os figurinos

Pictures2(Fonte: Katy Perry Brasil e Papel Pop)

figurino 2(Katy travestida de “Firework” (aqui em casa a gente fala rojão mesmo))

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Pictures3(Katy brincando de gato mia (não))

Pictures4(Fonte: Katy Perry Brasil)
figurino 7 8 9(Fonte: Papel Pop)

figurino 6(Por fim, mas não menos importante, a Katy num “Dark Horse” dourado… É, pois é)

Setlist
(Atenção: apenas algumas músicas contêm link para vídeo)

1. “Roar
2. “Part of Me”
3. “Wide Awake”
4. “This Moment/Love Me”
5. “Dark Horse”
6. “E.T.”
7. “Legendary Lovers”
8. “I Kissed a Girl” + “Hot N Cold”
9. “International Smile” teve um mashup com “Vogue” da Madonna
10. “By the Grace of God”
11. “The One That Got Away”
12. “Double Rainbow”
13. “Unconditionally”
14. “Walking On Air” + “It Takes 2”
15. “This is How We Do”
16. “Teenage Dream”
17. “California Gurls”
18. “Birthday”
19. “Firework”

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Bom, para terminar, é aqui que retomamos o que eu havia pedido a você, caro leitor Psycho, para não esquecer. Não sou uma pessoa que costuma voltar atrás no que diz, mas eu tenho de assumir que a Katy Perry merece, sim, os devidos créditos pela maravilhosa turnê que pretende fazer ao longo dos próximos meses. O espetáculo de ontem foi digno o suficiente para merecer os devidos aplausos de pé.

Não só por isso. Apesar da decepção que tive com o “Teenage Dream”, eu tenho, cada vez mais, me aproximado do “Prism”, por motivos de: não sei, só sei que tá bom, tá legal de se ver. Isso serve para que eu, e muitos que julgam precipitadamente, pagarem a língua, pois nunca se sabe quando algo pode te surpreender, principalmente aquilo que você não aprecia… Essa é uma lição pra vida. Não seja tão radical. Deixa a mulher ser feliz! Temos de encarar que ela sai do T.N., mas o T.N. não irá sair dela.

A Katy merece o reconhecimento pelo incrível trabalho que vem fazendo com este novo álbum. Seja com as músicas, seja com as produções. É, talvez nos clipes não, porque o vídeo de “Dark Horse”, pra ter salvação, só com muita reza, mas, tirando isso, tá tudo ótimo. Valeu, Katy, e foi mal ae por ter te chamado de cupcake ambulante… É um outro jeitinho de te chamar de “gostosa”, quem sabe.

Obrigado, psychos, e até a próxima!