Filmes

 

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Quarta-feira aqui no blog são indicações de séries, ou algum filme, mas hoje serão de alguns documentários, que todo mundo deveria assistir! A grande maioria tem no netflix, mas qual não tiver, não se preocupe, pois o youtube está ai para salvar tudo e colocaremos o link para vocês. 🙂

Então vamos a lista.

“Dear Mr. Watterson”, de Joel Allen Schroeder

Este documentário é principalmente para quem é fã dos quadrinhos Calvin e Haroldo, vale cada minuto assistido, pelo fato de que explora o surgimento e toda história,  criadas por Bill Watterson. O filme foca principalmente no processo criativo e o peso econômico e cultural, e o impacto na vida das pessoas e seus fãs.
ONDE: Netflix

“Good Ol’ Freda”, de Ryan White


Esse é pra quem é fã de Beatles, como eu, pois tudo roda em torno da jovem Freda Kelly, de 17 anos, que começou a trabalhar como secretária, em 1961 para a banda britânica. Ficou com eles durante longos 11 anos, até seu pedido de demissão e o término da banda. A jovem sempre se recusou a dar depoimentos e contar como era trabalhar para eles. Depois de exato cinquenta anos, ela conta neste documentário pela primeira vez o que ela viveu e viu.
ONDE: Netflix

“Blackfish – Fúria Animal”, de Gabriela Cowperthwaite


Está um documentário que vai te fazer sentir raiva de ter ido ao seaworld, zoológico ou qualquer empresa que se utilize dos animais para chamar atenção do público. Aliás, talvez vocês não saibam, mas depois que eu vi esse documentário (apesar de não envolver nada do tema) foi que eu decide virar vegetariana, pois senti que alguma coisa tinha que fazer para não apoiar nem uma empresa que prejudique os animais. Bom, voltando, este documentário acompanha a vida de Tilikum, uma baleia que já assassinou diversos de seus treinadores. Então este documentário investiga o tratamento e pressões que este animais recebem das indústrias multibilionárias dos parques aquáticos. Recomendo para todo mundo, vale cada segundo, minuto, hora assistida.
ONDE: Netflix

“SICK – SOS SAÚDE”, de Michael Moore

Esse documentário é principalmente para pessoas que ficaram falando “Vou pro Estados Unidos, vou morar em Miami”, e também para nós nos questionarmos como um país, considerado de primeiro mundo, e muito mais rico que o Brasil, tem um sistema de saúde pior que o nosso. Michael Moore investiga como em seu país, o sonho americano de muitas pessoas, não exista sistema público de saúde até hoje. É muito interessante, aliás todos os documentários desse cineasta são demais.
ONDE: Youtube

“Pixo”, de João Wainer e Roberto T. Oliveira

O documentário acompanha a vida e a realidade dos pichadores, mostrando as ações, conflitos com a polícia e suas intervenções, que já são muito tempo exploradas pela mídia. Mas o principal enfoque é: Pichação é arte ou crime? O filme participou da exposição Né dans la rue (Nascido na Rua), da Fondation Cartier pour l’Art Contemporain, em Paris.
ONDE: Netflix

Então essa é a nossa seleção, gostaram? Comentem abaixo que acharam e se já assistiram algum deles.coracao-1_xl








 

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A 87ª cerimônia do Oscar, que acontece no dia 22 de fevereiro, celebrará os verdadeiros donos da indústria do entretenimento estadunidense: o homem branco.

Apesar dos tímidos avanços da última edição e da escolha de Cheryl Boone Isaacs como primeira mulher negra a presidir a organização, o Oscar ainda não está disposto a contestar a hegemonia branca masculina.

Após a divulgação da lista dos indicados, uma onda indignada tomou as redes sociais com as hashtags #OscarsSoWhite (Oscar tão branco) e #whiteOscars (Oscar branco). Nenhum ator negro foi indicado (apesar de “Selma” concorrer a melhor filme) e nenhuma mulher aparece nas categorias de direção, roteiro e fotografia. Dentre indicados a filme, nenhum tem protagonista mulher. É a primeira vez que isso acontece desde 2006.

Da esq. para dir., Marion Cotillard, Reese Witherspoon, Felicity Jones, Julianne Moore, Rosamund Pike, Bradley Cooper, Benedict Cumberbatch, Steve Carell, Michael Keaton, Eddie Redmayne, Meryl Streep, Keira Knightley, Emma Stone, Laura Dern, Patricia Arquette, Robert Duvall, Ethan Hawke, Edward Norton, J.K. Simmons e Mark Ruffalo foram indicados ao Oscar 2015 (Foto: Reuters/Files)

Da esq. para dir., Marion Cotillard, Reese Witherspoon, Felicity Jones, Julianne Moore, Rosamund Pike, Bradley Cooper, Benedict Cumberbatch, Steve Carell, Michael Keaton, Eddie Redmayne, Meryl Streep, Keira Knightley, Emma Stone, Laura Dern, Patricia Arquette, Robert Duvall, Ethan Hawke, Edward Norton, J.K. Simmons e Mark Ruffalo foram indicados ao Oscar 2015 (Foto: Reuters/Files)

A academia ao esnobar a diretora e os atores de “Selma” deixou claro que não entendeu ou não se importa com o atual conflito social e racial do seu país, com as grandes mobilizações de massa em apoio a Ferguson, pedindo o fim do genocídio da população negra. Selma retrata a trajetória de Martin Luther King Jr, ironicamente lançado em um ano que reacendeu as marchas da população afro-americana por direitos, mas dessa vez não tão pacíficas.

Mas ao olhar para os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood podemos entender onde começa a falta da diversidade. Segundo levantamento publicado pelo “Los Angeles Times”, dos mais de 6 mil membros, 94% são brancos, 77% são homens, e 86% têm mais de 50 anos.

David Oyelowo não foi indicado como melhor ator por sua interpretação de Martin Luther King em “Selma”, mas Bradley Cooper emplacou sua terceira indicação em três anos por “Sniper americano”, uma propaganda que glorifica a indústria da guerra estadunidense.

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Dos indicados à principal categoria do Oscar 2015, apenas “Selma” fala sobre negros. Os outros sete filmes são sobre um atirador de elite das forças especiais da marinha americana (“Sniper americano”); um ator decadente de filmes de super-herói (“Birdman”); a passagem do tempo na vida de um garoto de classe média (“Boyhood”); um dedicado gerente de hotel na Europa oriental (“O grande hotel Budapeste”); o matemático e pioneiro na computação Alan Turing (“O jogo da imitação”); o físico teórico e cosmólogo Stephen Hawking (“A teoria de tudo”); e sobre um baterista de jazz (“Whiplash”).

Dessa lista sete são dirigidos por homens brancos, menos “Selma”, de Ava DuVernay,que no domingo 11 havia sido celebrada como a primeira afro-americana indicada na categoria no Globo de Ouro.

“Quem pensou que este ano ia ser como no ano passado é retardado. Uma vez a cada dez anos mais ou menos recebo telefonemas de jornalistas sobre como as pessoas estão aceitando filmes com pessoas negras. Antes do ano passado, foi em 2002 com Halle Berry, Denzel Washington, e Sidney Poitier. É um ciclo de 10 anos”, disse o diretor Spike Lee ao site The Daily Beast.

Ava DuVernay (acima), diretora de ‘Selma’. (Da esq. para dir.) Bennett Miller, Richard Linklater, Wes Anderson, Morten Tyldum e Alejandro G. Inarritu foram indicados ao Oscar 2015. (Foto: Reuters/Kevork Djansezian/Files)

Ava DuVernay (acima), diretora de ‘Selma’. (Da esq. para dir.) Bennett Miller, Richard Linklater, Wes Anderson, Morten Tyldum e Alejandro G. Inarritu foram indicados ao Oscar 2015. (Foto: Reuters/Kevork Djansezian/Files)

As mulheres só estão presentes na premiação desse ano porque existem categorias que exigem a presença delas. Em 87 anos de premiação, quatro diretoras foram indicadas, sendo Kathryn Bigelow a única a ganhar, por “Guerra ao terror”, em 2010.

Gillian Flynn, autora do best-seller “Garota exemplar”, escreveu a adaptação para o cinema e teve seu trabalho ignorado. Nos últimos 20 anos, só Diablo Cody e Sofia Coppola ganharam o Oscar de roteiro original. E quatro mulheres – Ruth Prawer Jhabvala, Emma Thompson, Fran Walsh e Phillipa Boyens – ganharam de melhor roteiro adaptado desde 1993.








 

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Sexta é dia de Psycho Indica e de Playlist. Aproveitando que estamos no meio da campanha 16 dias de ativismo, vou falar sobre cinco filmes que retratam a violência de gênero.

A campanha “16 dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres” é uma mobilização mundial com adesão de cerca de 160 países, que começa no dia 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, e vai até 10 de dezembro, o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Aqui no Brasil, seu início é antecipado para o dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. O tema da campanha desse ano é “Você pode cometer muitas violências sem perceber”.

Segundo a das Nações Unidas (ONU), uma em cada três mulheres no mundo já sofreu violência física ou sexual, cerca de 120 milhões de meninas já foram submetidas a sexo forçado e 133 milhões de mulheres e meninas sofreram mutilação genital. No Brasil, em 2012 o número de estupros denunciados superou o número de homicídios, foram registrados 50,6 mil ataques contra mulheres.

A violência contra a mulher está presente de várias formas em nosso cotidiano, desde as mais perceptíveis como as agressões físicas e sexuais, para as mais silenciosas como a psicológica, moral e patrimonial. O enfrentamento a violência contra a mulher encontra na arte uma forma didática de problematizar o tema.

 

“Cairo 678” é um filme egípcio dirigido por Mohamed Diab. Inspirado em histórias reais, o filme conta a história de três mulheres de classes sociais bem diferentes, que sofreram agressões sexuais no Cairo, mas que acabam se conhecendo e influenciando como a sociedade local lida com a violência de gênero.

 

“Amor?”, dirigido pelo brasileiro João Jardim, é uma mistura de documentário com ficção, sobre relações amorosas que envolvem alguma forma de violência.

 

O filme estadunidense “Preciosa – Uma História de Esperança” problematiza vários tipos de violência em uma só personagem. Claireece “Preciosa” Jones (Gabourey Sidibe) é uma adolescente de 16 anos, pobre, negra e gorda, que sofre uma série de privações durante sua juventude. Violentada pelo pai e abusada pela mãe ela cresce introspectiva. Ajudada por uma professora, ela é mandada para uma escola alternativa. Lá Preciosa encontra um meio de fugir de sua existência traumática, se refugiando em sua imaginação.

 

“Depois de Lúcia” é um filme mexicano dirigido por Michel Franco. Quando a esposa de Roberto (Gonzalo Vega Jr.) morre, a relação dele com sua filha Alejandra (Tessa Ia), de 15 anos, fica abalada. Para escapar da tristeza que toma conta da rotina dos dois, pai e filha deixam a cidade de Vallarda e rumam para a Cidade do México em busca de uma nova vida. Alejandra ingressa em um novo colégio, e sentirá toda a dificuldade de começar de novo quando passa a sofrer abusos físicos e emocionais. Envergonhada, a menina não conta nada para o pai, e à medida que a violência toma conta da vida dos dois, eles se afastam cada vez mais.

 

O curta “Guerreiras do Brasil”, dirigido por Cacau Amaral, traz 40 mulheres, das cinco regiões brasileiras, que se reúnem em uma ilha no Rio de Janeiro e usam o hip hop para gritar pela eliminação da violência contra a mulher. O curta surgiu a partir do projeto “Minas da Rima – As Mulheres do Hip Hop unidas pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres”.








 

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Ontem (18/11/14) nós (Helena e Dandara) fomos na pré-estreia do filme Jogos Vorazes: Esperança – Parte I, e meu deus, o que foi esse filme?

Já sabíamos que iria ser uma excelente adaptação por conta dos filmes anteriores (Jogos Vorazes e Jogos Vorazes: Em Chamas), mas também, uma das roteristas, Suzanne Collins, é a autora dos livros que deram origem aos filmes. Então não tinha como não ser uma bela adaptação, com pequenas mudanças.

Este filme é baseado no último da trilogia, ainda não fizemos resenhas deles, mas aguardem porque já está na nossa lista, ainda mais por ser um dos nossos favoritos. Dezembro vamos reler a trilogia.

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Esperança – parte I foca mais nos conflitos internos da Katniss e na construção da sua imagem como Mockingjay (não gosto da palavra tordo – Dandara), o símbolo da revolução, e sem toda aquela enrolação de triângulo amoroso, que ainda bem ficou sutil nesse filme. (Ainda bem mesmo, odeio triângulos amorosos – Helena)

O filme é bom, as poucas cenas de ação e os levantes dos moradores dos Distritos conseguem empolgar, particularmente foi o que eu (Dandara) mais gostei, o povo se inspirando nas falas da Katniss nos vídeos propaganda da rebelião. O diretor ainda conseguiu encaixar humor em algumas cenas com a Katniss, o Haymitch, Effie e o gato da Prim. Que por sinal lembra muito o meu gato, Rony. coracao-1_xl (Helena aqui)

No filme ficou muito no ar a formação do Distrito 13 no subsolo, as regras, o sistema político, senti falta de uma contextualização melhor, tanto da realidade do distrito quanto da rebelião. Mas vamos aguardar o próximo filme.

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Como sempre a Jennifer Lawrence simplesmente detonou. Ela está incrível e realmente conseguiu passar a dor e os desafios que a Katniss suportou. Um fato interessante já que no livro eu (Helena) não me emocionei tanto, e nem fiquei com dó, já no filme foi bem diferente. Já o Peeta, tanto eu como a Dandara (e ela nem gosta dele) ficamos com muita dó dele, principalmente por conta das torturas que ele sofre na Capital.

A Jennifer continuar incrível como Katniss, a adaptação da personagem é muito boa. O que me incomoda (Dandara) na Katniss é essa indecisão, uma hora quer fazer parte da rebelião, outra hora quer fugir para a floresta. O Josh interpreta muito bem o Peeta, meus problemas são com o personagem mesmo, acho o Peeta fraco, (tadinho 🙁 Helena aqui), mas a evolução das consequências das torturas na aparência física ficaram impressionantes.

Senti falta do Gale nesse filme, ele quase não abre a boca e no livro ele tem uma participação muito maior. Ele é muito mais consciente do que a Katniss sobre a situação do Distrito 13 e sobre a necessidade de uma rebelião. Ele não exita e no filme ficou parecendo que ele não tem uma função ali, só estava preenchendo a cota de pessoas bonitas na tela.

Já eu (Helena) não gosto muito do Gale, sou do #TeamPeeta, creio que ele tem uma parte fundamental para revolução, mais no livro como no filme, mas creio que por conta do ciúmes que ele sente pela Katniss, acaba jogando sua raiva no Peeta, algumas cenas desse filme o telespectador consegue perceber este fato, e como Gale argumenta certas atitudes de Peeta, dizendo que ele faria diferente, mas eu acho muito fácil falar quando se está de longe.

Effie substituiu toda a equipe de preparação da Katniss, eles nem aparecem no filme, mas também não fizeram falta.

No filme eles suavizaram muito a Coin, no livro ela é muito mais implacável e completamente sem paciência para os dramas da Katniss.

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Nós amamos essa trilogia e os filmes principalmente porque a personagem principal é uma garota. Mas não aquela sonsa de sempre no meio de um triângulo amoroso. A Katniss é forte, decidida e não está a espera de um príncipe encantado para salvá-la, na verdade ela não tem paciência para os dramas emocionais do Peeta e do Gale (eu, Dandara,prefiro mil vezes o Gale, mas enfim). Ela faz o que precisa fazer para sobreviver e por aquilo que ela acredita. Além dela, temos vários outras personagens femininas muito interessantes como a Johanna, Coin, Cressida, Effie e até mesmo a Prim.

Eu (Dandara) vejo que as pessoas tem preconceito com a série sem nem ao mesmo assistir os filmes, por ter um público adolescente (como se isso fosse um problema, acho ótimo adolescente curtindo guerrilha urbana – e eu tenho 23 anos e amo essa série, minha irmã tem 18 e ama também, e amigos de idades variadas também amam) e porque o personagem central é uma garota. A Suzana Colins conseguiu reunir várias referências (que vão ficar para as resenhas do próximo mês) de outros livros e os filmes conseguem captar a essência da história.

Obs: odiei o poster, por que raios distribuíram poster com o presidente Snow???

 








 

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Quentin Tarantino é um dos meus diretores favoritos, já assisti todos os filmes dele mais de uma vez. E não, não é por causa de Kill Bill. E hoje esse post é para falar que a partir da semana que vem vamos postar sobre cada filme dele.

Quentin Jerome Tarantino nasceu em Knoxville em 27 de março de 1963, no estado do Tennessee, nos Estados Unidos. Ele é considerado um “geek de cinema”, todos os seus filmes tem milhares de referências a vários outros filmes. Ele é diretor, roteirista, produtor de cinema e ator.

Seus filmes sempre seguem as mesmas características: repetição de atores, roteiros não-lineares, diálogos memoráveis e o uso excessivo de violência.

Em 1984 Tarantino começou a trabalhar como balconista na Video Archives, uma famosa locadora de filmes em Manhattan Beach; lá se tornou amigo de Roger Avary, um colega de trabalho com quem mais tarde viria a colaborar em Pulp Fiction. Com 22 anos ele escreveu seu primeiro roteiros, intitulado “Captain Peachfuzz and the Anchovy Bandit”.

Antes de se tornar diretor, Tarantino queria ser ator. Ele inciou sua carreira fazendo pontas em diversos filmes e também fazendo o Curso de Direção do Sundance Institute. Chegou a atuar em diversas séries da TV americana e escrever roteiros que se tornariam sucessos em Hollywood, como os de Amor à Queima-Roupa (1993), de Tony Scott, e Assassinos Por Natureza (1994), de Oliver Stone. Estreou na direção com uma produção independente, Cães de Aluguel (1992), que foi coproduzida pelo ator Harvey Keitel.

Além de citar outros filmes, seus filmes fazem referência às próprias produções de Tarantino. Confiram a teoria do vídeo abaixo:

Resenhas:

Cães de Aluguel: Foi tão bom para você quanto foi para mim?

Pulp Fiction: o moralismo de Tarantino