Cultura

 

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Fazia muito tempo que queria escrever este texto, porque quando vim viajando ( e todo mundo que vem viajando) acha que Londres não tem nada a ver com São Paulo. Mas se você é paulista e decide morar aqui na capital inglesa por um tempo não demora a perceber que as duas cidades tem muitos pontos em comum sim!

As duas levam muito a sério a palavra ¨trabalho¨, as pessoas sempre estão com pressa mesmo se não tem nada para fazer, sempre tem coisas para fazer na cidade, tem eventos culturais, museus, etc.  Não páram nunca, têm um trânsito bem ruim e também um céu cinza e um clima louco igual! Sim, chove e faz calor no mesmo dia.

Já que vim viajando duas vezes para cá e estou cerca de 4 meses aqui, resolvi fazer comparações de bairros paulistas e londrinos que acho super parecidos. Creio que esse post pode tirar a curiosidade de vocês e ajudar quem está vindo viajar para cá ou para São Paulo. 😀

Soho e Camden Town // Baixo Augusta e Galeria do Rock
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Começando pelos meus lugares favoritos tanto em Londres como em São Paulo. Se você quer baladas alternativas, com as gays coracao-1_xl , muitos bares, gente bêbada pelas ruas e uma vibe mais noturna, curte o Baixo Augusta. Pois em Londres, Soho e Camden Town tem essa pegada.

Soho pode ser posh com restaurantes caros ou turística por causa dos musicais, porém é um bairro gay de Londres. Tipo uma Frei Caneca. Camden Town é mais rock, e tem lojas bem diferentes, por isso me lembra muito a Galeria do Rock de São Paulo, tem lojas muito parecidas. Mas em Camden também tem pubs, Amy Winehouse ia muito lá.

Shoreditch // Vila Madalenashoreditch
 Um bairro com bares e restaurantes badalados da moda, lojinhas de design, tentando manter uma aura fofa e local, mas que na verdade, de local na verdade tem pouco? Shoreditch é Vila Madalena. De dia, muitas lojas com produtos mais descolados e à noite, bares e restaurantes bombando de gente e bêbados barulhentos nas ruas. Tanto como a Vila Madalena não frequento muito esse bairro, sou mais Camden e Augusta.

City of London // Av. Paulista e Faria Limacity

A City of London é o bairro onde trabalha o pessoal engravatado do mercado financeiro e praticamente é a única região de Londres que você vai ver prédios realmente altos, como Londres é uma cidade bem mais velha que São Paulo, não tem tanto edifícios como SP. E este bairro é bem novo. Ah, vale lembrar que como esse bairro é o mercado financeiro quando as bolsas fecham todos vão para o happy hour em algum pub. Em São Paulo, a Av. Paulista e Faria Lima são as áreas que mais se parecem com a vibe da City.

Final de semana, o bairro londrino fica às moscas, sem quase nenhuma alma viva caminhando. Não é o caso da Paulista, mas a Faria Lima fica bem tranquila nos finais de semana (tirando a parte do Iguatemi, claro).

Marylebone e Mayfair // Jardinsmayfair

A lista de bairros para se fazer compras, digamos compras caras, tem diversas. As Oscar Freire da capital britânica podem ser a Marylebone High St (Marylebone) ou Bond St (Mayfair) e a mais lojas maisbaratinhas para nós meros mortais é a Oxford Street (recomendo vocês irem lá). Com a diferença que essas ruas em Londres concentram muito mais lojas de luxo e ricos de todos os lugares do mundo querendo gastar. Podemos adicionar nessa comparação os bairros de Belgravia, Kensington e Chelsea facilmente.

Como era de se esperar, nesses bairros de Londres moram muitas celebridades, como nos Jardins em São Paulo. Outro bairro de Londres onde vivem os famosos é Primrose Hill. Nos anos 90, era onde todas as cool celebrities de Londres moravam.

Dalston e Stoke Newington // Santa Cecíliadalston

Bairros “novos” aonde jovens estão modernizando e deixando com caras de hipsters podemos dizer assim. Para lá, levaram seus cafés nórdicos, suas lojas de design, casas de hambúrguer e seus mercados orgânicos. Por isso, Dalston e Stoke Newington, em Hackney, estão mais para Santa Cecília. A diferença é que enquanto em São Paulo, os jovens criativos vão em direção ao centro em busca de lugares mais baratos, em Londres o movimento é todo ao contrário: cada vez mais longe do centro da cidade. Isso se deve porque não tem mais lugar no centro de Londres.

Essa foi a minha seleção, tem muitos mais detalhes em comuns que só você morando aqui você consegue perceber, mas espero ter conseguido ter passado um pouco através deste texto. 🙂

 

Fonte: Almost Locals







 

Hoje trouxe um pouco de uma das experiências mais incríveis que eu já vivi. Na semana passada eu juntos com alguns amigos alugamos um carro e fomos para Stonehenge onde acontece uma vez ao ano uma celebração do primeiro dia do verão. O evento ocorre durante a noite toda e só acaba ao nascer do sol.

Tem diversas pessoas de diferentes nacionalidades, você vê várias religiões no mesmo lugar com suas rezas e todo mundo se respeitando. Além das pessoas que trouxeram seus instrumentos e ficaram tocando músicas durante a noite inteira. É uma experiência meio que única.

E por isso eu quis deixar tudo registrado. 🙂


Para mais informações de preço e sobre esse evento você pode ver só clicando aqui (o site está em inglês).







 

Foto retirada do site Revista Donna

O Psycho Indica está saindo um pouco mais cedo, já que normalmente estes posts sempre saem na sexta-feiras, por motivos de que vocês precisam ir nessa exposição antes que ela acabe! Todos os dias que passava na frente do Masp e via os nomes das exposições em exibições essa sempre me chamava atenção. E aproveitei o carnaval para ir, e me apaixonei.

A luta pelo voto feminino das suffragettes, ativistas, que lutaram pelo direito de voto para a mulher na Inglaterra no início do século 20 foi a inspiração da exposição Histórias Feministas. Estão expostas ao total 29 “molduras” que representam as obras que foram atacadas em protestos realizados pelas sufragistas na Inglaterra, especialmente em Londres. Quando você chega você recebe um audioguia da mostra, e escuta vozes femininas que explicam os ataques praticados, geralmente com facas de açougueiro.

Fotografia de monitoramento de militantes sufragistas detidas por atacarem museus e obras de arte, Departamento de Registro Criminal, 1914. © National Portrait Gallery, London

Fotografia de monitoramento de militantes sufragistas detidas por atacarem museus e obras de arte, Departamento de Registro Criminal, 1914. © National Portrait Gallery, London

As disposições das molduras são expostas exatamente do mesmo tamanho que tinham a obra! E é incrível, já que uma delas chega a ter 1m97cm x 4m7cm. Esse em especifico é o quadro Andrômaca Prisioneira, de Lord Frederic Leighton, de 1888. Foi uma das 13 pinturas atacadas em 3 de abril de 1913, na Manchester Art Gallery, data da primeira manifestação das ativistas.

O ataque mais expressivo do motivo das sufragistas foi o que lesou o quadro Sua Alteza o Duque de Wellington, de Hubert von Herkomer, alvo em 12 de março de 1914, na Royal Academy, em Londres. Nele está o neto do Duque de Wellington, um dos generais que lutaram contra a instituição do voto no final do século 19 no Reino Unido e na Irlanda. O argumento das ativistas?  “O avô teve as janelas de casa quebradas em prol do voto masculino. O retrato do neto foi destruído em prol do voto feminino”, explica a locução em áudio.

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O nome da mostra, Elementos de Beleza: Um Jogo de Chá Não É Apenas um Jogo de Chá, é explicado na faixa 15. Em 9 de abril de 1914, em que três xícaras e um pires de porcelana chinesa foram destruídos por uma das sufragistas no British Museum, em Londres. A obra retratava a diferença de classes e um hábito dos trabalhadores chamado de “milk first”: servir-se de leite antes do café quente para que as xícaras não se quebrassem com o calor. Como os mais ricos utilizavam as xícaras de porcelana, as sufragistas argumentavam que atacaram a valorização à propriedade – referência a como as mulheres eram tratadas à época.

Em outra narração, conta-se o que ocorria com as mulheres quando elas eram presas: as ativistas eram obrigadas a olhar para a câmera e, para isso, eram seguradas pelos guardas pelo pescoço. Nas fotos reveladas, os braços que as sufocavam eram apagados para esconder do grande público a humilhação e a violência. Além das prisões, outra consequência dos ataques foi a determinação de que as mulheres só poderiam frequentar as salas de leitura dos museus acompanhadas e com uma carta de recomendação sobre seu bom comportamento. Resumindo, está imperdível, e audioguia passa tão rápido que quando você percebe já acabou. Daquele momentos que você fica fascinado de tanta história e informação rica que está recebendo.

TIMELINE DO VOTO FEMININO

1718 – Na Suécia, o direito foi aprovado, mas restrito a mulheres que pagavam impostos. Em 1758 (eleições locais) e em 1771 (nacionais), acabaria revogado. É aprovado novamente em 1921.

1776 – O Estado de New Jersey, nos EUA, permite o voto feminino (e revoga, em 1807). O voto feminino começa a se espalhar Estado por Estado.

1893 – Nova Zelândia permitiu votos femininos para o parlamento. Candidatas mulheres, no entanto, só foram permitidas em 1919.

1901 – Pela primeira vez, há votos de mulheres (restrito a alguns Estados) nas eleições federais da Austrália.

1906 – A Finlândia se torna o primeiro país na Europa a aprovar o voto feminino.

1908 – A Dinamarca aprova o sufrágio feminino nas eleições locais e, em 1915, nas federais.

1916 – Primeira província do Canadá aprova o voto feminino.

1917 – Uruguai insere o voto feminino à sua constituição.

1918 – A Inglaterra aprova o voto de mulheres acima de 30 anos (ou acima de 21 se tiver posses ou marido com posses). No mesmo ano, Alemanha, Polônia e Rússia aprovam leis semelhantes.

1920 – Emenda à constituição dos EUA aprova o voto feminino em todos os Estados remanescentes.

1929 – Após ações judiciais de mulheres pelo direito ao voto, o Equador insere o direito na constituição, embora facultativo.

1931 – Oito anos após aprovar o voto para solteiras ou viúvas, a Espanha estende o direito a todas as mulheres.

1932 – O Código Eleitoral aprova o voto feminino no Brasil. O direito é assegurado na Constituição de 1934.

1945 – Passada a Segunda Guerra Mundial, o voto feminino chega a países como França, Itália e Japão.

1948 – A ONU insere na Declaração Universal dos Direitos Humanos o artigo 21, que determina que governos realizem eleições periódicas com voto secreto e igualdade de gênero.

2015 – Primeira eleição com participação feminina na Arábia Saudita.

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Data: 12 de novembro de 2015 a 14 de fevereiro de 2016

Local: Mezanino do 1º Subsolo

Endereço: Av. Paulista, 1578, São Paulo, SP

Tel.: (11) 3149-5959.

Horários: terça a domingo: das 10h às 18h (bilheteria aberta até 17h30); quinta-feira: das 10h às 20h (bilheteria até 19h30)
Ingressos: R$ 25,00 e R$ 12,00 (meia-entrada)

O MASP tem entrada gratuita às terças-feiras, durante o dia todo (10h às 18h).
O ingresso dá direito a visitar todas as exposições em cartaz no dia da visita.
Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam R$ 12,00 (meia-entrada).
Menores de 10 anos de idade não pagam ingresso.

Classificação livre. Acessível a deficientes, ar-condicionado.

Fontes: Revista Dona, Masp Art







 

Bowie livros

“Look up here, I’m in heaven”

Era de madrugada quando eu recebi uma notificação da BBC no celular: “Bowie morre aos 69 anos”. Achei que fosse trote, mentira, brincadeira sem graça, ele tinha acabado de lançar um novo álbum. Mas logo veio a confirmação. Mais uma lenda foi embora.

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David Bowie (1947-2016) era cantor, compositor, ator e produtor musical. Um ícone, o camaleão do rock. Lançou 26 álbuns e 51 clipes. Influenciou milhares de outros artistas. É impossível você não conhecer pelo menos uma música dele. Não precisa saber recitar sua biografia para reconhecer a importância dele.

Bowie influenciou a geração da minha mãe e a minha na música, no cinema, na moda, no comportamento … Quantas vezes você já leu um livro e o personagem falava dele? A primeira pessoa a me apresentar o Bowie foi minha mãe e em duas ocasiões distintas: 1) ouvindo suas músicas em casa quando eu era mais nova; 2) quando me fez ler Cristiane F.

E essa brisa enrolada é para falar sobre isso. Bowie fez uma lista com seus 100 livros favoritos, de graphic novels a estudos. Ela não está em ordem de importância, então eu selecionei alguns para colocar aqui (a lista completa e em inglês você pode conferir aqui).

Laranja Mecânica de Anthony Burgess
Ilíada de Homero
Tadanori Yokoo de Tadanori Yokoo
1984 e Dentro da baleia e outros ensaios de George Orwell
Enquanto Agonizo de William Faulkner
A Terra Desolada de T. S. Eliot
On the road de Jack Keouac
Madame Bovary de Gustave Flaubert
Inferno de Dante Alighieri
O Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald
Lolita de Vladimir Nabokov (Obs: não é um livro que exalta a pedofilia ok? O ponto de vista do livro é da mente perturbada de um pedófilo)
Os Evangelhos Gnósticos de Elaine Pagels

E antes que perguntem, sim tem mais autoras mulheres na lista, mas não achei edição dos livros delas em português. E isso diz muita coisa. Mas enfim …

E não, não é o ano, é a nossa geração. Se você admira, ama, adora, acompanha, idolatra qualquer criatura ícone dos anos 60/70/80 que ainda está viva, você provavelmente vai vê-la partir. Pelo menos temos o privilégio de conviver no mesmo tempo que muitas. (Angus Young segura as pontas ai querido, ainda preciso ver um show do que restou do AC/DC)

Cantava Cazuza: “meus heróis morreram de overdose” (imagina que sensacional tomar uma breja com o Cazuza?). Parte dos meus morreram de overdose ou problemas com álcool ou complicações devido ao HIV.

Desculpa ser a saudosista chata do role, mas é triste pensar que lendas estão nos deixando. A maioria das músicas que marcaram alguma época da minha vida, aquelas que você arrepia toda vez que escuta, são de um tempo que eu não vivi. Queria entender essa mania de se conectar e sentir falta de uma época que nem éramos nascidos.

A morte do Lemmy foi triste, mas não tão chocante quanto a do Bowie. E nem ver ser o chato do “ahhhhhhhhhh nossa agora todo mundo virou fã de X, Y ou Z”. Lendas, ícones ou o qualquer denominação que você goste de usar, tem o poder de alcançar um grande número de pessoas em algum momento da sua obra. Você pode até não gostar, mas conhece alguma música dessas pessoas.

Para alguns ele apenas voltou para o seu planeta natal 😉

“We can be Heroes
Just for one day”







 

Se você é como eu que quando tem um tempo livre adora ficar lendo ou vendo filmes este post é para você! Como sempre os filmes que selecionei são todos da Netflix, porque filmes onlines ultimamente está difícil de serem encontrados. 🙁 Desta vez só escolhi filmes leves, estilo comédias românticas, afinal vocês estão de férias. Hora de relaxar. Aliás, antes que eu me esqueça, tenho uma conta no filmow caso vocês queiram acompanhar os filmes que assisto e gosto é só me adicionar por lá clicando aqui.

Enfim, vamos a lista?

Elsa  & Fred

Elsa é uma romântica que sonha encontrar um amor para recriar a famosa cena da Fontana di Trevi de “A Doce Vida”, clássico filme de Federico Fellini. Fred é um homem pacato, ainda desacostumado com a recente viuvez. De mudança para um novo apartamento, ele torna-se vizinho de Elsa e o encontro muda a vida dos dois.

É um filme muito engraçado e ao mesmo tempo passa uma mensagem muito linda, não posso contar porque motivos de spoilers. É muito gostoso de ser assistido e descobri recentemente que o original é em espanhol, ou seja,  farei questão de assistir também de tanto que gostei dele.

Not Another Happy Ending 

Quando um editor em conflito descobre que sua única autora está bloqueada criativamente, ele sabe que precisa desbloquea-la ou então estará acabado. Com seu recente sucesso, ela ficou extremamente feliz, e quando ela está feliz, não consegue escrever. O problema é que quanto pior ele a faz se sentir, mais se dá conta de que está apaixonado por ela.

Eu vi esse filme tem um belo de um tempo no Netflix americano e é uma coisa tão linda e fofa. Assisti principalmente por causa da Karen Gillan, minha eterna Lily Evans. Caso não entendeu eu explico neste post aqui.

Ele não está tão afim de você

Você realmente gosta deste cara, mas não consegue saber se ele gosta de você. Você inventa desculpas, decide que ele está confuso. Pare de se enganar. Existe uma explicação muito mais simples: ele não está afim de você. Esta é a lição que Gigi vai aprender. Romântica incorrigível, ela sai com Conor, que simplesmente não liga no dia seguinte. Quando ela vai à casa do bonitão, conhece Alex, colega de quarto de Conor e que tem uma visão muito clara sobre o mundo, empenhando-se em mostrar a verdade para Gigi numa viagem ao complicado mundo da mente dos homens. E esta história promete ficar ainda mais complicada: Conor está namorando uma cantora chamada Anna, mas ela gosta mais de Ben, que é casado com Janine…que trabalha com Gigi! Coloque a chefe das duas, Beth, no meio da história, e você vai ter a comédia romântica mais alucinada de todos os tempos!

Esse filme apesar de ter mulheres irreais (não ficamos e não somos loucas iguais esses filmes americanos gostam de mostrar), ele é muito engraçado e é um daqueles bem leves para ver com os amigos e dar umas risadas.


The Duff

Bianca é uma garota feliz do colégio, que só tira boas notas e pode contar sempre com suas duas melhores amigas, Casey e Jessica. Até descobrir que na escola ela é considerada a D.U.F.F. das suas amigas, o mundo colorido de Bianca vira de cabeça para baixo.

Esse filme é sensacional, tem um estilo meninas malvadas pra vocês entenderem mais ou menos como é a comedia dele. Enfim, vale a pena.

A Escolha Perfeita 

A história segue Beca, uma estudante gótica e rebelde que esta infeliz por ser obrigada a estudar na faculdade onde o seu pai é professor. No entanto é nessa faculdade que ela descobre a sua voz e o seu jeito para a música.

Quem nunca viu esse filme, não é mesmo? Mas achei bom indicar porque sempre tem alguém que não viu, e ele é incrível.

E ai gostaram do filmes selecionados? Se vocês assisterem ou já viram algum desses comentem abaixo falando o que acharam. 🙂