Author: Helena Jimenez

 

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Depois de quase dois meses de atraso, finalmente este post está aqui, lindão para vocês.  Como havia prometido no meu vídeo anterior (para assistir é só clicar aqui) o diário da minha viagem iria começar com a Irlanda, aonde passei quatro dias na cidade capital, Dublin. Primeiramente queria dizer que é impossível ir lá e não gostar, as pessoas são simpáticas ao extremo, nivel hard, poderia dizer. São super amigáveis, e animadas. Creio que toda essa animação seja para compensar o clima, já que ele deixa a desejar para certas pessoas (não pra mim que amo frio). Quando eu fui para lá, era verão e a máxima foi de 20! Pelo o que a minha amiga, que esta fazendo intercâmbio lá, me disse, é assim o ano inteiro, seja no inverno ou no verão, a temperatura nunca é fria demais e quente demais.

Dublin é tão pequena que poderia se passar facilmente por uma cidade de interior da Inglaterra. A cidade me lembrou muito Oxford, pelo tamanho, pelas suas ruas estreitas, e a principalmente pela a hora que o comércio fecha. Às 7 horas da noite, em ponto. Apesar de ter passado poucos dias na cidade posso dizer que foi uma experiência incrível, e que a cidade é super linda.

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A cidade é a capital e a maior cidade da República da Irlanda, já que a Irlanda é dividida (existe a Irlanda do Norte). O nome em inglês deriva-se da palavra irlandesa “Dubhlinn” que significa “Lago Negro”. Outro ponto interessante é que lá eles falam duas línguas, o inglês e o gaélico. Dublin é localizado na província de Leinster próxima ao ponto mediano da costa leste da Irlanda, sendo cortada pelo Rio Liffey, e o centro da região da cidade.

Fundada como um assentamento Viking, foi o centro do Reino de Dublin e se tornou a principal cidade da Ilha após a invasão dos Normandos. A cidade cresceu de maneira rápida durante o século XVII, e se tornou na época a segunda maior cidade do Império Britânico e a quinta maior da Europa. Dublin entrou em um período de estagnação após o Ato de União de 1800, mas continuou o centro econômico da ilha. Após a Partição da Irlanda em 1992, virou capital do Estado Livre Irlandês, e mais tarde, da República da Irlanda. Dublin é reconhecida como uma cidade global, com ranking “Alpha”, colocando a cidade entre as 30 mais globalizadas do mundo. Atualmente é o principal centro histórico, cultural, industrial e educacional da Irlanda.

Acho que já está bom de história sobre a cidade, não? Vou contar agora o que eu fiz por lá, começando pela igreja Christ Church Cathedral Dublin!

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Localizada no centro da Dublin medieval no topo da colina, mais conhecida como Dulblin Hill (ao final da Dame Street, depois da Lord Edward Street), esta igreja tem uma das melhores localizações da cidade e é um dos pontos turísticos mais visitados. Ela originalmente era uma igreja Viking, fundada em 1030, por isso seu aspecto é um tanto mais “sombrio” do que as igrejas convencionais. Logo depois ela foi ocupada por monges. E em 1169 Richard de Clare, também conhecido como Strongbow, liderou a invasão dos Normandos em terras celtas e durante este período ele entrou em arcodo com o arcebispo john Cumin visando construir uma igreja de pedra que simbolizasse a glória desta união. Aliás, é possiível visitar a tumba dele na própria Christ Church.

Quando eu fui, cheguei por volta das 1 da tarde, estava cheio, mas o que eu mais me chamou atenção é que o visitante pode passear pelo subsolo da igreja, é um tanto escuro e mais gótico, mas é super interessante. Com diversos trabalhos nas paredes e até um gato e um rato mumificados, que não tirei foto por motivos de: Fiquei com aflição e com dó. Me julguem. haha. Uma dica, quando acabar seu passeio por lá você pode ir visitar o museu da história dos Vikings! Chama Dublinia e fica na mesma rua que a Christ Churc (St Michaels Hill, Christchurch), é só atravessar a rua. Vale super a pena.

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Depois deste dois passeios descemos pela avenida principal, íamos andando para outra igreja que íamos visitar, mas parei no meio do caminho, pois eu vi a loja mais fofa ever. Era extremamente linda, cheia de produtos para decoração, como desenhos para quadros, canecas, cofrinhos, etc. Os preços não são lá muito agradáveis, admito, mas eu comprei um desenho para emoldurar quando chegasse no Brasil, porque achei lindo demais, apesar de que a vontade era de levar tudo.

Achei o site deles, acho que eles vendem para ca também, para ver é só clicar aqui. A loja fica na 64/65 Patrick Street, Dublin 8, entrei a Christ Church e a St. Patrick’s Cathedral.  Tirei algumas fotos dela para vocês entenderem do que estou falando.

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Depois dessas pequenas comprinhas, chegamos no nosso destino, na igreja St. Patrick’s Cathedral, é uma das atrações mais importantes da Irlanda! Ela foi fundada ao lado do poço onde dizem que St. Patrick batizava, os locais convertidos ao catolicismo por volta do ano 450. Ao lado da catedral há o St. Patrick’s Park, aonde foi achada uma pedra com uma cruz esculpida, ela estava localizada cobrindo o local do poço, e atualmente ela está guardada dentro da igreja.

A catedral original era somente uma capela de madeira, mas foi reformada pelo arcebispo John Comyn, em 1192, aonde ganhou paredes de pedra. A construção atual foi feita entre 1254 e 1270 e passou por períodos difíceis, incluindo negligência e até um incêndio, mas finalmente foi restaurada por Sir Benjamin Guinness, em 1860.

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Outro ponto interessante é que a St. Patrick’s Cathedral atrai muitos visitantes por abrigar objetos de Jonathan Swift, famoso escritor irlandês, conhecido, principalmente, pelo livro “As Viagens de Gulliver” e também por ter sido Deão da catedral. Aliás, a Irlanda é bastante reconhecida pelos seus escritores, tendo até um museu, em Dublin, especialmente para estes escritores, mas infelizmente não tive a oportunidade de ir. 🙁

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Para concluir este dia, pelo que me lembro, ele se acabou no Temple Bar, como sempre. Todos os dias que estive lá não teve um único dia que não passei por esta região. É uma área situada na margem sul do rio Liffey, no centro de Dublin. E ao contrário de outras áreas circundantes, Temple Bar preservou a sua planta medieval, com muitas ruas estreitas e empredradas. É promovido como o bairro cultural e possui uma vida noturna atrativa para os turistas, já que é quase a única região que continua com o comércio aberto depois das 7 da noite.

É cercada por pubs , e sempre está com gente, seja para almoçar ou beber, em qualquer hora do dia você vai escutar uma cantaria dentro de algum pub. Como eu disse, no começo deste post, os irlandeses são super animados.

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No Temple Bar tem um Hard Rock Cafe, então decidimos jantar por lá mesmo, e foi lá que comi a entrada mais deliciosa do mundo. Estava tão bom que nem precisei pedir um prato principal, ele sozinho me satisfez.  Sério vocês precisavam experimentar essa entrada, com toda a certeza é uma das melhores comidas que eu já experimentei. E é com ela que vou terminar esta primeira parte do Diário de Viagem na cidade de Dublin, na Irlanda. Amor define.coracao-1_xl

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Abaixo deixo vocês com um pequeno vídeo dessa minha viagem, tem algumas prévias do que vira na sequência de posts sobre essa viagem, provavelmente ira ao ar na próxima semana. Então fiquem de olho. Enfim, espero que tenham gostado, qualquer dúvida, ou sugestão comentem ai embaixo que responderei com o maior prazer.coracao-1_xl







 

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sinopse
Após o banho de sangue que Hannibal causou ao fugir do presídio, ele consegue fugir primeiro para o Brasil, onde consegue bons documentos falsos e depois para a Itália, onde, com nova identidade e novo rosto, tenta começar uma vida nova, sendo o curador de um Museu. Mas o vício não o abandona tão facilmente… Enquanto isso, nos Estados Unidos, o FBI não desistiu de prendê-lo, usando a agora Agente Clarice Starling, que já tem um bom conhecimento sobre o caso e está em maus lençóis depois de uma operação policial mal feita. Mas o maior problema de Hannibal não é a polícia! Acontece que uma de suas primeiras vítimas, o rico e inescrupuloso Mason Verger, que foi completamente desfigurado pelo Dr. Lecter, só pensa em vingança. Além de um parafuso a menos, ele sempre está um passo a frente do FBI e sabe que seu objetivo está mais próximo que nunca de se realizar, com uma vingança, que pode ser considerada no mínimo, surpreendente e bizarra! Agora, parece que o Dr. Lecter, de caçador, passa a ser a caça. Vai ser preciso muito mais que seus dentes para se safar dessa rede. Thomas Harris conseguiu fechar essa saga com chave de ouro. Brilhante, bizarro e absurdo, como descreveu o Publishers Weekly sobre o livro, é além de tudo, um aprofundamento na vida de Hannibal: seus gostos, sua infância, sua família…  Skoob.

o que eu achei

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Esse livro, com toda a certeza, foi o qual eu menos gostei da trilogia Hannibal. Não é ruim, confesso, mas não é tão bom quantos os outros dois (Dragão Vermelho e O Silêncio dos Inocentes). O enredo e os acontecimentos da história variam demais, porque enquanto Hannibal está na Itália cometendo seus crimes, a policial Clarice Starling está cada vez mais afundada no seu reconhecimento perante a sua profissão, alguns por motivos que fazem sentido, mas em suma por puro machismo de seus colegas, chega ao um ponto de dar raiva, e querer fechar o livro. De tantas injustiças que a personagem sofre.

Outro ponto um tanto interessante  é o final do livro, que é completamente diferente do filme. E isto me chamou atenção, já que todos os filmes são, baseados nos livros da trilogia Hannibal, são super fieis, e este também é, mas quando você lê o final do livro, consegue entender o porque deles terem alterado. Porque é tão “sem cabeça” e bizarro, que parece que o autor não sabia como terminar e preferiu colocar uma coisa muito louca pra finalizar. Não posso falar mais nada porque se não ira sair spoiler, mas acreditem o final do filme é melhor!

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Creio que se o autor não tivesse colocado aquele final, com toda certeza teria gostado mais do livro, por isso eu dei apenas três estrelas, porque acredito que um final de uma trilogia, ou uma série, é um dos pontos que mais importa, e na minha humilde opinião, este final deixou muito a desejar.

Hannibal, apesar dos apesares, tras casos policiais para o leitor que chamam a atenção e te prende, isto é uma característica ótima do autor, ele sabe como te prender. Além de continuar a personagem Clarice Starling, personagem principal do segundo livro, que é descrita de personalidade forte, corajosa, e perfeitamente interessante. Adorei que o Thomas Harris conseguiu cria-la desta forma, já que autores masculinos tem um pouco de dificuldade neste quesito, aonde geralmente é uma mulher pedindo socorro, neste caso é a contrario.
consideraçÑoes finais modelo 2Posso concluir que a trilogia vale a pena ser lida, principalmente por pessoas que gostam do tema serial killer e investigação policial, como já repeti isto nos outras resenhas do Thomas Harris. Aliás, se vocês desejam ver todas as resenhas anteriores é só clicar aqui. Abaixo deixei o trailer do filme, espero que tenham gostado!







 

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Primeiramente desculpem pelo o atraso desta semana, este post era para ter saído na quarta-feira e não hoje, não briguem comigo. Desculpas a parte, vamos para o que interessa, indicação de série. Hoje falarei de uma das minhas série favoritas, afinal trata de um tema que eu amo, serial killer.

Dexter foi uma série americana de drama e suspense, tendo como personagem principal Dexter Morgan (Michael C. Hall), um assassino em série, com diferentes padrões, já que ele mata outros serial killers, pedófilos, estupradores,  resumindo, ele é considerado um justiceiro. Para completar ele trabalha como analista forense, especialista em padrões de dispersão de sangue no departamento de polícia do Condado de Miami. A série é considerada uma das melhores séries psicopatas. Afinal, ele retrata Dexter de forma impecável, mostra perfeitamente como uma pessoa psicopata não tem emoções.

O programa estreou 1 de outubro de 2006 e teve seu último episódio em 22 de setembro de 2013. Cerca de 8 temporadas no total. Situado em Miami, sua primeira temporada foi baseada no livro Darkly Dreaming Dexter (A Mão Esquerda de Deus) de Jeff Lindsay, o primeiro livro da série de romances Dexter. Na verdade a série é baseada no livro, apesar de que apresentam uma evolução distinta das obras de Lindsay. Os livros foi adaptado para a televisão pelo roteirista James Manos Jr.

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Outro ponto interessante da série é que ele, o Dexter, organiza seus assassinatos em torno do “Código de Harry”, um apanhado de regras e procedimentos desenvolvidos pelo seu pai adotivo, quando percebeu que ele era um serial killer o pai o “ensinou” quem ele deveria matar, e também para garantir que seu filho nunca fosse preso. Harry também treinou Dexter quanto a interagir convincetemente com outras pessoas, apesar de ser um sociopata. No entanto, seus relacionamentos desenvolvidos durante a série acabam por complicar seu estilo de vida dupla, e a levantar dúvidas quanto a sua necessidade de matar.

A série foi exibida no Brasil desde 2007, pelo canal FX Brasil, e no canal Liv! Abaixo deixo vocês com o trailer da primeira temporada,  e se vocês quiserem acompanhar a série saibam que tem todas as temporadas no netflix! Espero que tenham gostado da dica 🙂

 







 

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Olá gente, ando sem criatividade para terça-feiras, mas prometo procurar alguma coisa que não seja só looks e que de alguma dica para vocês! Bom, no look de hoje, ele foi tirado enquanto eu estava na minha viagem, para ser mais precisa em Madri, no Parque Del Retiro, um dos meus parques e lugares favoritos no mundo, é lindo lá, e enorme. Então espero que vocês gostem dele. 🙂

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Olá, tudo bom com vocês? Hoje eu tive que dar uma mudada no cronograma do blog, normalmente o Psycho Indica fica sempre para sexta-feiras, e segunda-feiras sempre tem uma resenha literária para vocês, mas tive que abrir essa exceção, porque a exposição que eu fui nesse fim de semana, acaba neste próximo (12 de outubro), então não faria sentido eu falar dela para vocês faltando apenas dois dias para seu encerramento. Por esses motivos dei essa pequena mudada, mas só nessa semana, na próxima volta ao cronograma normal.

O antigo Hospital Matarazzo que está fechado há cerca de duas décadas, e é localizado na região da Avenida Paulista, recebeu uma exposição que reuniu cerca de 90 artistas contemporâneos brasileiros e estrageiros. As enormes casas foram construídas em 1904, ainda não foi reformada, é palco desta “invasão cultural”.

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O curador de “Made by…Feito por Brasileiros”, Marc Pottier, disse ter convidado artistas a desenvolverem trabalhos especialmente para o espaço que abrigou uma maternidade onde nasceram 500mil paulistanos. O grupo francês Allard fará no próximo ano, depois do encerramento desta exposição, uma grande reforma no espaço, que fica no bairro Bela Vista. No espaço, que tem 27 mil metros quadrados, será instalado o Centro de Criatividade, que incluirá salas de cinema, estúdios de produção para filmes, música e arte, espaço para o desenvolvimento de artesanato e moda.

Resumindo, as casas estão do jeito que estavam enquanto fechadas, isso é o mais legal, faz uma mescla incrível entre o antigo e o moderno, com as obras expostas. Tirei algumas belas fotos lá dentro, só que eu vou dar uma dica gente, não vá de fim de semana é lotado e tem pessoas que fazem book lá dentro, é serio. Vá em algum dia de semana, na parte da manhã, quando está mais vazio e você tem tempo para ver todas obras, eu mesma não consegui, porque fui tarde e tinha muita gente. Aliás, o número de pessoas que “fechavam” uma sala para ficarem tirando selfie, e o amiguinho ficar tirando fotinhos da amiga era tão grande que chega a irritar, vá para ver a exposição, não pra ficar fazendo poses num prédio antigo só pra por no instagram. Garanto que vale mais a pena.

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endereço e horario modelo 2Endereço: Alameda Rio Claro, 190, Bela Vista
De 9 de setembro a 12 de outubro
Terça a domingo, das 9h às 17h.
Entrada gratuita