Author: Helena Jimenez

 

KURT unplugged
O museu MIS ( Museu da Imagem e Som), de São Paulo, abriu a nova edição do Estéreo MIS que abre espaço para artistas independentes, e foi marcado para hoje a comemoração de aniversário do álbum acústico do Nirvana.

O disco foi lançando em novembro de 1994, alguns meses depois da morte do vocalista, Kurt Cobain, que logo se tornou um clássico da época e do rock, tendo sua estréia no 1º lugar do Top 200 da Billboard. O grupo selecionado para fazer o cover  foi o Seychelles, eles reproduziram o disco na íntegra, respeitando todos os arranjos apresentados durante a performance do Nirvana, para a MTV americana. O grupo ira até usar os mesmos instrumentos para se aproximar ainda mais da obra original.

Aproveitem, pois este evento só ira ocorrer hoje.

endereço e horario modelo 2ONDE: Museu da Imagem e Som, Av. Europa, 158, Jd. Europa, 2117-4777
QUANDO: Hoje (14), às 21h30
QUANTO: R$ 14,00







 

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Esse post chegou um pouco tarde (era para ter ido ao ar ontem), mas não foi culpa minha, na verdade culpem o youtube, que demorou anos para carregar o vídeo que eu tinha gravado para vocês. No vídeo de hoje, eu mostro como fazer a make da Taylor Momsen, na verdade, como se “transformar” nela. Enfim, assistam e vejam o resultado. 🙂

 

Produtos que usei ↓↓

Primer 1 – That Gal (Benefit)
Primer 2 – Face Protect Protection Visage (M.A.C)
Fixador de sombra – Creme Fix (Contém1g)

Sombra marrom – Brown Down (M.A.C)
Sombra preta – Carbon (M.A.C)
Palheta de Sombras 1 – Sephora
Palheta de Sombras 2 – SmokeLuxe (M.A.C)

Corretivos coloridos – Kiko
Corretivo – tom: NW20 (M.A.C.)
Base – tom: NC15 (M.A.C)
Pó – Skin Finish Natural (M.A.C)
Blush – M.A.C
Bronzeador – M.A.C
Batom – A61 (M.A.C)

 







 

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sinopse

Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e para além dela centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga.

Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável. – Skoob

o que eu achei

IMG_2377O menino do pijama listrado conta a história do Bruno, uma criança que nem imagina que está vivenciando a segunda guerra mundial. Ah, só para deixar claro, esta história é fictícia, muitas pessoas confundem achando que é verídica, por tantos livros que existem sobre esta guerra, acaba confundindo mesmo, normal. Voltando ao livro. Bruno por personagem bem novinho e o principal da história acaba dando um ar todo ingênuo para o livro, mas sem perder pontos fortes, como por exemplo que seu pai é um nazista e trabalha para o exercito alemão.

Apesar dele achar que o trabalho do pai é sinônimo de grande heroísmo, conseguimos perceber ao longo do livro que ele começa a questionar certas atitudes do pai, e de seu professor particular, que coloca os judeus como se fosse a pior raça do mundo, e podemos ver isto em diversas cenas. É super interessante, e emocionante, pois percebemos como uma criança não entende o ódio alheio, que os nazistas nutriam pelos judeus sem ao menos conhecer um de perto. Aquela coisa pura de criança faz toda a diferença no enredo.

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Sobre os personagens secundários posso afirmar que você vai se irritar com a irmã dele, gostar da mãe, odiar o pai, e sentir muita compaixão pelo “criados”. Vale dar um destaque para a segunda mencionada, na minha frase acima, eu adorei a força dela de enfrentar o marido, ela o questiona e tem um forte temperamento. Outro personagem muito legal, que não poderia deixar de mencionar, é a avó do menino. Ela literalmente não aceita o que seu filho, o pai de Bruno, faz e da um gelo e diversas vezes briga com ele. Como vocês podem perceber eu adoro personagens que enfrentam injustiças.

Enfim, esses foram alguns dos motivos do porque eu dei cinco estrelas (nota máxima) para este livro. Ele é super emocionante e envolvente, e o final vai fazer você chorar. Ok, que eu não chorei, mas não conta, pois sou meio “coração frio” pra certas coisas, e não conheço uma pessoa, além de mim, que não deixou uma lagrima cair lendo O menino do pijama listrado.

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Indico esse livro para quem, assim como eu, adora temas sobre segunda guerra e coisas do tipo. O tema tem um clima mais pesado, mas sempre nos ensinam coisas ótimas. Outra dica que eu dou é, veja o filme antes de ler o livro, porque apesar do filme ser bem fiel ao livro não supera o final e algumas cenas que foram cortas. Então para não achar o filme um pouco “bléh”, veja-o primeiro, porque da mais chances de você se apaixonar e querer ler.

Abaixo deixo vocês com o trailer. Espero que tenham gostado. coracao-1_xl

 







 

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Olá gente, tudo bom? Essa segunda, e última, parte da minha viagem para Dublin, demorou para ir ao ar, mas antes tarde do que nunca. Hoje separei alguns  pontos turísticos que fui e que se você for para lá tem que ir dar uma passada por eles!

Primeiramente vou começar pela Guinness StoreHouse, ela cobre um enorme quarteirão nos arredores da Thomas street, aonde foi um dia a fábrica da cervejaria irlandesa. Atualmente é um museu dedicado a cerveja. Pode-se dizer que a Guinness é o que moveu a Irlanda a se tornar mais popular e entres outras questões econômicas. O mais bacana de fazer uma visita por lá é que o é passeio é auto-guiado, ou seja, você escolhe a forma como quer conhecer o espaço, seja simplesmente dando uma olhada por cima e curtindo a atmosfera ou então lendo todos os cartazes e placas informativas, assistindo aos vídeos e mexendo em quiosques multimídias interativos (auto-explicativos) e se atentando aos milhares de detalhes espalhados pelos seis andares do edifício.

Ao entrar na Guinness Storehouse você ganha um  mapa dobrável (disponível em diversas línguas) que lhe permite escolher o quão rápido ou devagar você quer explorar o lugar. No site deles também há a opção de fazer o download do iWalk Podcast, um arquivo em Mp3 que lhe passa todas as informações do tour pela fábrica por áudio.

hahuahuahuA Guinness Storehouse, faz uma linha do tempo da cerveja, des dos os ingredientes que vão nela, como funciona o processo de fermentação e de fabricação, quais são as ferramentas utilizadas para a manufatura dos barris de cerveja, e uma rápida história da exportação da marca, marketing e propaganda, além de informações sobre o famoso Guinness livro de Recordes, inúmeros posters, vídeos de comerciais e itens de colecionadores. Mas o ponto mais legal do passeio é o sétimo e último andar da Guinness Storehouse, o conhecido Gravity Bar (a primeira foto do post foi tirada lá). Situado à 46 metros do chão, o Gravity Bar é um ambiente redondo, fechado por enormes vidros de todos os lados. Ele é o bar mais alto de Dublin e, o mais legal, dá pra ver a cidade inteirinha lá de cima! Pois é, dá e é muito bacana, pois você pode apreciar a vista e curtir sua bebida de cortesia.

Uma dica, quando você comprar seu ingresso para a Guinness Storehouse você tem que guardá-lo bem, pois com ele você tem o direito a desfrutar de uma cerveja no Gravity Bar, ou um refrigerante.E se você estiver com fome, como eu estava, tem uns 3 ou 4 restaurante lá em cima, mas quando eu fui estavam todos fechados devido ao horário. 🙁 Então cheguem cedo. Para finalizar o passeio conta com uma pequena loja de presentes e souvenirs, localizada na saída da Guinness Storehouse, é bem variada e completa, com produtos originais e exclusivos da marca.

A Guinness Storehouse fica localizada na St James’s Gate, na Dublin 8. Para saber mais informações entrem no site deles clicando aqui.
OBS: Adultos que quiserem comprar ingressos online tem 10% de desconto diretamente no site deles.

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Outro passeio turistico muito legal é o Trinity College Dublin, uma das maiores faculdade da Irlanda. Infelizmente não tirei muitas fotos por lá, porque filmei desde tirar fotos. Ele com toda certeza foi o passeio que eu mais gostei, porque entramos na biblioteca da universidade serviu de inspiração para a construção da biblioteca de Hogwarts dos filmes da saga Harry Potter, e eu como uma boa potterhead surtei loucamente!!

A faculdade está localizada na parte central de Dublin, cerca de um quarteirão do Rio Liffey (o rio que cruza a cidade de Dublin). Ela foi fundada em 1592 pela Rainha Elizabeth I. As tradicionais influências Anglo-Irlandesas as famílias protestantes preferiam que seu sucessores estudassem nela do que na Inglaterra. Outro ponto interessante é que a faculdade tem uma certa fama pela formação de importantes nomes na literatura, como Jonathan Swift, Oliver Goldsmith, Oscar Wilde, Bram Stoker, J.M. Synge e Samuel Beckett, e na política Edmund Burke, Wolfe Tone, Robert Emmet, Edward Carson e Douglas Hyde.

Antigamente a universidade pública só aceitava alunos protestantes, porém os alunos católicos poderiam ser aceitos, mas só se abrissem mão de suas crenças. Apesar destas restrições religiosas tenham sido abolidas em 1873, o clime protestante ainda se manteve fortemente na faculdade. E um fato interessante é que hoje em dia a maior parte dos alunos são católicos.

 

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Tem diversas partes abertas para visitação no Trinity College, mas o que eu fui ver mesmo foi a biblioteca (das fotos acima). É incrível lá dentro, tem todos os registros dos livros mais importantes da história e tem, acreditem, o primeiro livro da humanidade também está na biblioteca da universidade. Não da pra expressar a felicidade que fiquei quando entrei lá, porque é lindo e como já dito acima, foi os filmes de HP se inspiraram nela para seu cenário.

A Trinity College Dublin fica na College Green, Dublin 2. Logo na entrada principal você consegue ver diversas informações, você pode pedir um tour completo e guiado se preferir, não foi o meu caso, pois estava com a minha amiga que está fazendo intercâmbio lá, mas creio que é uma boa.

Outro lugar que eu tentei visitar foi a a Biblioteca Nacional de Dublin, que fica localizado na Kildare Street, tinha visto algumas fotos de lá e achei maravilhoso, mas estava fechado. 🙁 Então acabamos indo para o Museum of Archaeology, que ficava na frente.  Se você passar por lá sem dar muita atenção você só verá a Leinster House, um dos prédios do governo irlandês. A entrada do museu é um pouco “escondida”, mas não é difícil encontrá-la.

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O prédio foi criado por dois arquitetos de Cork seguindo o estilo vitoriano com influências neo-clássicas. Foi aberto em 1890, o Museum Of Archaeology incluie diversos artefatos, que vão desde 7.000 a.C. até o século XX! Além das 9 exposições permanentes: The Treasury, Ór – Ireland’s Gold, Prehistoric Ireland, Kingship and Sacrifice, Viking Ireland, Medieval Ireland, Ancient Egypt, Ceramics and Glass from Ancient Cyprus e Life and Death in the Roman World.

A entrada do museu fica exatamente na rotunda onde também estão localizados o guarda-volumes, balcão de informação e lojinha de presentes, mas o mais incrível fica nos detalhes e na decoração, e principalmente pelo mosaico no chão que mostra com cenas da mitologia clássica, incluindo os signos do zodíaco. A única coisa que consegui tirar foto, já que era proibido tirar foto lá dentro. O The National Museum of Ireland Archaeology fica na Kildare Street, Dublin 2.

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Para finalizar este post deixarei vocês com mais algumas dicas. A principal é não deixe de passar na O’Connell Street, é a avenida principal da cidade, e onde tem o Spire Of Dublin (da foto acima) é um monumento alto, em forma de agulha, com 120 metros de altura. Se não me engano é o mais alto monumento que existe. Entre uma das ruas que cruzam a grande avenida, tem uma em especial que você tem que ir caso queira fazer algumas compras, a Mary Street.

Nela você encontra diversas lojas como TopShop, H&M, Forever 21, Next, New Look, Zara, Penny’s (ou Primark) , e o shopping ILAC também está nessa rua, tendo lojas desconhecidas, mas com melhor preço. Ainda tem uma mega store britânica, a Debenhams. A um detalhe interessante, e muito legal, as lojas, quase todas, tem uma área para tamanhos Plus Size, na Forever 21 tinha uma, com roupas lindas! E ainda nos arredores da rua têm algumas galerias, supermercados, feirinhas. Enfim, me apaixonei por ela.

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Outra coisa que você não pode de deixar de experimentar é a comida típica Irlandesa. Estava no Temple Bar e decidi comer algo em alguns dos pubs que tem na região, e tinha um cardápio com as comidas típicas, e escolhi como prato de entrada Mexilhões e prato principal o famoso French Fries, que é comida tipíca da Inglaterra também. Admito que não gostei muito da segunda comida, mas o prato de entrada é muito gostoso.coracao-1_xl

 

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Então é isso minha gente, o Diário de Viagem: Dublin- Irlanda, acaba por aqui, mas aguardem que ainda falta os posts da viagem que fiz para Espanha e Inglaterra. Tem muita muita coisa legal pra contar e mostrar a vocês! Deixo vocês com algumas fotos da cidade, e repare na foto com as portas pintadas de cores diferentes, outro detalhe incrível de lá, cada porta tinha uma cor diferente da outra. Muito amorzinho. coracao-1_xl

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E se você quiser ver o primeiro post dessa minha viagem é só clicar aqui.  E caso você não tenha visto o vídeo desta minha viagem, é só conferir abaixo. 🙂

 







 

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sinopse

 

Hugo Cabret é um menino órfão que vive escondido na central de trem de Paris dos anos 1930. Esgueirando-se por passagens secretas, Hugo toma conta dos gigantescos relógios do lugar: escuta seus compassos, observa os enormes ponteiros e responsabiliza-se pelo funcionamento da máquinas.

A sobrevivência de Hugo depende do anonimato:ele tenta se manter invisível porque guarda um incrível segredo, que é posto em risco quando o severo dono da loja de brinquedos da estação e sua afilhada cruzam o caminho do garoto.

Um desenho enigmático, um caderno valioso, uma chave roubada e uma homem mecânico estão no centro desta
intrincada e imprevisível história, que, narrada por texto e imagens, mistura elementos dos quadrinhos do cinema, oferecendo uma diferente e emocionante experiência de leitura. – Skoob

o que eu achei

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A invenção de Hugo Cabret com toda certeza foi o livro mais fofo que eu já li. Confesso que comprei pela capa e pelo seu design gráfico que é totalmente rico, e cheio de detalhes incríveis, mas o que mais me surpreendeu foi quando sentei para ler o livro e pude ver que a maior parte de seu conteúdo são desenhos. É  mais recheado pela parte artística do que a literária. Fato que torna uma leitura extremamente rápida, apesar das 534 páginas.

Voltando rapidamente a atenção aos desenhos do livro, queria dizer que quem foi contratado para fazer eles,  tem um traços mais lindos que eu já vi. Não sei se vocês sabem, mas desenhar é um hobby meu, e de uma certa forma uma terapia de relaxamento, as vezes fico horas olhando alguns desenhos perdidos pela internet. Então com toda certeza posso afirmar que se você gosta de desenhos, assim como eu, vai adorar o livro. Abaixo deixei a foto de um dos desenhos.

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Outro ponto muito, mais muito legal do livro é que ele tem citações sobre o cinema, relembrando do primeiro filme da história da humanidade, e seu criador. Aliás, o grande mistério do livro gira em torno desta história, mas não vou falar mais do que isso se não irei falar algum spoiler, e vocês me matam.

Hugo é um personagem que super cativa e você fica com dó dele em alguns momentos, porque você percebe como ele é sozinho, sério da vontade de levar o personagem pra casa e cuidar dele. Por conta disso ele é um pouco receoso com certas aproximações de outras pessoas, ele demora um certo tempo para confiar completamente e aceitar ajuda. Enfim, posso concluir para vocês que o livro prende sua atenção, aonde você fica na expectativa para saber o que acontece a cada capítulo, além de que você ganha uma mine aulinha da história do cinema .

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O livro inspirou o filme que leva o mesmo nome, e por sinal, na minha humilde opinião, achei bem fiel ao livro. Poucas mudanças foram feitas, mas só teve algo que me incomodou um pouco, a atriz que foi escolhida para viver a amiga de Hugo achei ela um pouco “velha” para o papel, mas nada que mudasse grandes coisas. Espero que vocês tenham gostado da resenha de hoje. coracao-1_xl