Author: Helena Jimenez

 

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Oláá, voltamos nessa terça com mais uma dica de moda, desta vez para ajudar a você a consumir conscientemente. Vocês que acompanham o blog já devem terem percebidos que sempre apoiamos causas sociais e o nosso posicionamento com marcas de roupas, ou de cosméticos sobre questões que envolvem trabalho escravos, ou o sofrimento dos animais, que geralmente são usados para testes de maquiagem ou abatidos para virarem casacos. Somos totalmente contra esses tipos de consumos, e acreditamos que é possível sim consumir livre desses males!

Então hoje vim indicar um aplicativo para celular em que você pode ver qual marcas foram acusadas de trabalhos escravos e esses detalhes. O app Moda Livre está disponível gratuitamente para Android e Iphone, ele apresenta de forma ágil e acessível  as medidas que as principais marcas e varejistas de roupa do país vêm tomando para evitar que as peças vendidas a seus clientes sejam produzidas por trabalho escravo. Lançado em dezembro de 2013, o app foi desenvolvido pela ONG Repórter Brasil, referência nacional na defesa dos direitos humanos.App-Moda-Livre-01

Moda e trabalho escravo

O Moda Livre avalia os principais grupos varejistas de moda em atividade no país, além das empresas em que a produção de roupa foi marcada por casos de trabalho escravo flagrados por fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Repórter Brasil convidou todas as companhias a responder a um questionário-padrão que avalia basicamente quatro indicadores:

1. Políticas: compromissos assumidos pelas empresas para combater o trabalho escravo em sua cadeia de fornecimento.

2. Monitoramento: medidas adotadas pelas empresas para fiscalizar seus fornecedores de roupa.

3. Transparência: ações tomadas pelas empresas para comunicar a seus clientes o que vêm fazendo para monitorar fornecedores e combater o trabalho escravo.

4. Histórico: resumo do envolvimento das empresas em casos de trabalho escravo, segundo o governo.

Sinal vermelho
As respostas geram uma pontuação e, com base nela, as empresas são classificadas em três categorias de cores: verde, amarelo e vermelho. Aquelas que não responderam ao questionário, apesar dos insistentes convites, foram automaticamente incluídas na categoria vermelha.

O aplicativo não recomenda que o consumidor compre ou deixe de comprar roupas de determinada marca. Apenas fornece informações para que faça a escolha de forma consciente.

O App está disponível na loja da Apple e no Google Play e roda nos sistemas operacionais iOs 5+ e Android 4+. Pode ser encontrado com os termos de busca “moda livre” e “moda livre repórter brasil” ou através dos links na Apple Store e no Google Play.

Se vocês se interessarem por este post e querem saber quais marcas de cosméticos testam e não testam em animais é só dar uma olhada neste post antigo clicando aqui.

Espero que tenham gostado da dica e consumam com mais consciência coracao-1_xl

Fonte: Repórter Brasil







 

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sinopse
“Ninguém morre virgem, a vida f… com todos nós.” (Kurt Cobain) Quando Kurt Cobain e o Nirvana lançaram seu primeiro álbum. Bleach, em 1989, ninguém – nem mesmo Kurt – poderia prever que um ídolo estava prestes a nascer. Em menos de uma década, o jovem de Aberdeen, Estados Unidos, foi mais do que um recordista do mundo fonográfico. E nem mesmo o uso abusivo de drogas e sua rejeição à posição de ídolo impediram que Kurt se tornasse o rosto de uma geração. Doze anos após sua morte, ocorrida em 5 de abril de 1994, a revista Forbes listou as 13 celebridades que mais lucravam após a morte: Kurt Cobain ficou em primeiro lugar com ganhos estimados em 50 milhões de dólares. Mas o que fez Kurt se tornar um ícone da década de 1990 na música, no cinema, no comportamento e até mesmo na moda? Neste livro, o jornalista e especialista em música Charles R. Cross aborda a transição de Kurt Cobain de astro do rock a ícone mundial, que se mantém mesmo vinte anos após sua morte. – Skoob

o que eu acheiPrimeiramente  queria dizer que todos os livros que eu li do Charles R. Cross, (Ok, que foram dois e ambos do Kurt Cobain) posso afirmar que ele consegue ser tão detalhista e perfeccionista que não tem como as leituras de seus livros serem entediantes ou chatas, por isso eu dei cinco estrelas para este livro.

Agora voltando ao que importa, o livro tem como personagem principal Kurt Cobain, mas vale lembrar que não se trata de uma biografia dele. O que Cross quis trazer foi uma análise, com diversas observações pessoais junto com dados que mostram como o artista influenciou a moda, indústria musical, pessoas com dependência química, entre outras diversas áreas sociais.  Alguns destes fatores poderiam até passar bem despercebidas se fosse avaliados por nós, mas com a pesquisa aprofundada do autor podemos ver como Cobain, mesmo não querendo, se tornou uma forte imagem e símbolo para milhares e milhares de pessoas, mesmo depois de sua morte.

PicMonkey Collage– Fotos retiradas do site Redutodorock

Sobre a escrita de Charles R. Cross, como disse acima ele é super detalhista, muitas pessoas, incluindo eu, ficam meio aflitas sobre esse fator, pois quando um livro é contém muitos detalhes pode acabar se tornando uma leitura massiva e cansativa, mas o autor consegue deixar de forma leve. Creio que qualquer pessoa consegue ler em apenas um dia este livro, pode ser uma boa abertura para quem quer conhecer um pouco mais do estilo do autor.

E se você for fã do Kurt Cobain já deixo indicado aqui outro livro dele “Mais Pesado que o Céu” que é uma biografia dele escrita por este mesmo autor. Aliás, vocês já repararam que o Cross é levemente obcecado por Cobain, não é?

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Por final quero dizer que indico esta leitura a todos, serve para qualquer pessoa que goste de música,  porque ele aborda todos os assuntos neste livro sem deixar de perder seu foco principal Kurt Cobain. Abaixo vou deixar para vocês a média de preço e aonde vocês podem encontrar este livro, caso queiram comprar. 🙂

Média de Preço: De R$ 16, 00 a R$ 24,90
Onde Comprar: Saraiva, Fnac, Livraria Cultura

Espero que tenham gostado e se já tiverem lido comentem abaixo o acharam!







 

Olá gente, hoje eu vim com dois assuntos para vocês em um post só, primeiro dizer que fiz uma resenha de alguns produtos, para cabelo, que comprei na minha viagem e que já testei e aprovei, só que como eram muitos preferi falar deles em forma de vídeo, e o outro assunto, que é para felicidade de vocês, é que tem sorteio do livro “Quem é você Alasca?”, do John Green, expliquei como vai funcionar esse sorteio através do vídeo, então bora assistir?


Vale lembrar  que no vídeo eu só expliquei de como será o processo para participar do sorteio, mas você precisa do facebook para participar de verdade, então é só clicar aqui, que ira direto para aonde você precisa ir.







 

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Antes do post começar queria dizer que os posts separados para sextas – feiras iram se intercalar de playlist e Psycho Indica, dito isso vamos ao que importa. Selecionei cinco músicas que não paro de escutar, e são bem animadas, por isso selecionei elas para hoje. Já aviso que sou bem eclética em relação a música, então vocês verão bastante estilos diferentes por aqui.


Melanie Martinez – Descobri essas música essa semana por conta de American Horror Story: Freak Show ( falamos dela aqui no blog, para ver o post é só clicar aqui), que é trilha sonora da série, e já posso dizer que estou viciada, ainda mais pelo moço do clipe.


Meghan Trainor – Já esta música descobri, acreditem ou não, por conta do Justin Bieber, não gosto dele e nem nada, mas vi um vídeo dele dançando o remix dessa música e achei interessante e fui pesquisar, e me apaixonei pelo ritmo e principalmente a letra.


Charli XCX – Estou viciada nas músicas da Charli se eu pudesse só colocaria  os clipes dela aqui, mas tenho que me controlar.

Iggy Azalea – Não sei se já coloquei essa música em alguma playlist antiga, me desculpem se já tenha colocado ela, é que estive/estou tão viciada nela e na letra que coloquei ela no meu face, twitter, etc. Aonde eu pude eu divulguei essa música.

Katy Perry – Pra terminar essa playlist escolhi essa música da Katy Perry.

Espero que tenham gostado da minha seleção para esta semana. 🙂







 

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Depois de quase dois meses de atraso, finalmente este post está aqui, lindão para vocês.  Como havia prometido no meu vídeo anterior (para assistir é só clicar aqui) o diário da minha viagem iria começar com a Irlanda, aonde passei quatro dias na cidade capital, Dublin. Primeiramente queria dizer que é impossível ir lá e não gostar, as pessoas são simpáticas ao extremo, nivel hard, poderia dizer. São super amigáveis, e animadas. Creio que toda essa animação seja para compensar o clima, já que ele deixa a desejar para certas pessoas (não pra mim que amo frio). Quando eu fui para lá, era verão e a máxima foi de 20! Pelo o que a minha amiga, que esta fazendo intercâmbio lá, me disse, é assim o ano inteiro, seja no inverno ou no verão, a temperatura nunca é fria demais e quente demais.

Dublin é tão pequena que poderia se passar facilmente por uma cidade de interior da Inglaterra. A cidade me lembrou muito Oxford, pelo tamanho, pelas suas ruas estreitas, e a principalmente pela a hora que o comércio fecha. Às 7 horas da noite, em ponto. Apesar de ter passado poucos dias na cidade posso dizer que foi uma experiência incrível, e que a cidade é super linda.

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A cidade é a capital e a maior cidade da República da Irlanda, já que a Irlanda é dividida (existe a Irlanda do Norte). O nome em inglês deriva-se da palavra irlandesa “Dubhlinn” que significa “Lago Negro”. Outro ponto interessante é que lá eles falam duas línguas, o inglês e o gaélico. Dublin é localizado na província de Leinster próxima ao ponto mediano da costa leste da Irlanda, sendo cortada pelo Rio Liffey, e o centro da região da cidade.

Fundada como um assentamento Viking, foi o centro do Reino de Dublin e se tornou a principal cidade da Ilha após a invasão dos Normandos. A cidade cresceu de maneira rápida durante o século XVII, e se tornou na época a segunda maior cidade do Império Britânico e a quinta maior da Europa. Dublin entrou em um período de estagnação após o Ato de União de 1800, mas continuou o centro econômico da ilha. Após a Partição da Irlanda em 1992, virou capital do Estado Livre Irlandês, e mais tarde, da República da Irlanda. Dublin é reconhecida como uma cidade global, com ranking “Alpha”, colocando a cidade entre as 30 mais globalizadas do mundo. Atualmente é o principal centro histórico, cultural, industrial e educacional da Irlanda.

Acho que já está bom de história sobre a cidade, não? Vou contar agora o que eu fiz por lá, começando pela igreja Christ Church Cathedral Dublin!

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Localizada no centro da Dublin medieval no topo da colina, mais conhecida como Dulblin Hill (ao final da Dame Street, depois da Lord Edward Street), esta igreja tem uma das melhores localizações da cidade e é um dos pontos turísticos mais visitados. Ela originalmente era uma igreja Viking, fundada em 1030, por isso seu aspecto é um tanto mais “sombrio” do que as igrejas convencionais. Logo depois ela foi ocupada por monges. E em 1169 Richard de Clare, também conhecido como Strongbow, liderou a invasão dos Normandos em terras celtas e durante este período ele entrou em arcodo com o arcebispo john Cumin visando construir uma igreja de pedra que simbolizasse a glória desta união. Aliás, é possiível visitar a tumba dele na própria Christ Church.

Quando eu fui, cheguei por volta das 1 da tarde, estava cheio, mas o que eu mais me chamou atenção é que o visitante pode passear pelo subsolo da igreja, é um tanto escuro e mais gótico, mas é super interessante. Com diversos trabalhos nas paredes e até um gato e um rato mumificados, que não tirei foto por motivos de: Fiquei com aflição e com dó. Me julguem. haha. Uma dica, quando acabar seu passeio por lá você pode ir visitar o museu da história dos Vikings! Chama Dublinia e fica na mesma rua que a Christ Churc (St Michaels Hill, Christchurch), é só atravessar a rua. Vale super a pena.

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Depois deste dois passeios descemos pela avenida principal, íamos andando para outra igreja que íamos visitar, mas parei no meio do caminho, pois eu vi a loja mais fofa ever. Era extremamente linda, cheia de produtos para decoração, como desenhos para quadros, canecas, cofrinhos, etc. Os preços não são lá muito agradáveis, admito, mas eu comprei um desenho para emoldurar quando chegasse no Brasil, porque achei lindo demais, apesar de que a vontade era de levar tudo.

Achei o site deles, acho que eles vendem para ca também, para ver é só clicar aqui. A loja fica na 64/65 Patrick Street, Dublin 8, entrei a Christ Church e a St. Patrick’s Cathedral.  Tirei algumas fotos dela para vocês entenderem do que estou falando.

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Depois dessas pequenas comprinhas, chegamos no nosso destino, na igreja St. Patrick’s Cathedral, é uma das atrações mais importantes da Irlanda! Ela foi fundada ao lado do poço onde dizem que St. Patrick batizava, os locais convertidos ao catolicismo por volta do ano 450. Ao lado da catedral há o St. Patrick’s Park, aonde foi achada uma pedra com uma cruz esculpida, ela estava localizada cobrindo o local do poço, e atualmente ela está guardada dentro da igreja.

A catedral original era somente uma capela de madeira, mas foi reformada pelo arcebispo John Comyn, em 1192, aonde ganhou paredes de pedra. A construção atual foi feita entre 1254 e 1270 e passou por períodos difíceis, incluindo negligência e até um incêndio, mas finalmente foi restaurada por Sir Benjamin Guinness, em 1860.

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Outro ponto interessante é que a St. Patrick’s Cathedral atrai muitos visitantes por abrigar objetos de Jonathan Swift, famoso escritor irlandês, conhecido, principalmente, pelo livro “As Viagens de Gulliver” e também por ter sido Deão da catedral. Aliás, a Irlanda é bastante reconhecida pelos seus escritores, tendo até um museu, em Dublin, especialmente para estes escritores, mas infelizmente não tive a oportunidade de ir. 🙁

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Para concluir este dia, pelo que me lembro, ele se acabou no Temple Bar, como sempre. Todos os dias que estive lá não teve um único dia que não passei por esta região. É uma área situada na margem sul do rio Liffey, no centro de Dublin. E ao contrário de outras áreas circundantes, Temple Bar preservou a sua planta medieval, com muitas ruas estreitas e empredradas. É promovido como o bairro cultural e possui uma vida noturna atrativa para os turistas, já que é quase a única região que continua com o comércio aberto depois das 7 da noite.

É cercada por pubs , e sempre está com gente, seja para almoçar ou beber, em qualquer hora do dia você vai escutar uma cantaria dentro de algum pub. Como eu disse, no começo deste post, os irlandeses são super animados.

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No Temple Bar tem um Hard Rock Cafe, então decidimos jantar por lá mesmo, e foi lá que comi a entrada mais deliciosa do mundo. Estava tão bom que nem precisei pedir um prato principal, ele sozinho me satisfez.  Sério vocês precisavam experimentar essa entrada, com toda a certeza é uma das melhores comidas que eu já experimentei. E é com ela que vou terminar esta primeira parte do Diário de Viagem na cidade de Dublin, na Irlanda. Amor define.coracao-1_xl

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Abaixo deixo vocês com um pequeno vídeo dessa minha viagem, tem algumas prévias do que vira na sequência de posts sobre essa viagem, provavelmente ira ao ar na próxima semana. Então fiquem de olho. Enfim, espero que tenham gostado, qualquer dúvida, ou sugestão comentem ai embaixo que responderei com o maior prazer.coracao-1_xl