Author: Helena Jimenez

 

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Olá gente, tudo bom? Essa segunda, e última, parte da minha viagem para Dublin, demorou para ir ao ar, mas antes tarde do que nunca. Hoje separei alguns  pontos turísticos que fui e que se você for para lá tem que ir dar uma passada por eles!

Primeiramente vou começar pela Guinness StoreHouse, ela cobre um enorme quarteirão nos arredores da Thomas street, aonde foi um dia a fábrica da cervejaria irlandesa. Atualmente é um museu dedicado a cerveja. Pode-se dizer que a Guinness é o que moveu a Irlanda a se tornar mais popular e entres outras questões econômicas. O mais bacana de fazer uma visita por lá é que o é passeio é auto-guiado, ou seja, você escolhe a forma como quer conhecer o espaço, seja simplesmente dando uma olhada por cima e curtindo a atmosfera ou então lendo todos os cartazes e placas informativas, assistindo aos vídeos e mexendo em quiosques multimídias interativos (auto-explicativos) e se atentando aos milhares de detalhes espalhados pelos seis andares do edifício.

Ao entrar na Guinness Storehouse você ganha um  mapa dobrável (disponível em diversas línguas) que lhe permite escolher o quão rápido ou devagar você quer explorar o lugar. No site deles também há a opção de fazer o download do iWalk Podcast, um arquivo em Mp3 que lhe passa todas as informações do tour pela fábrica por áudio.

hahuahuahuA Guinness Storehouse, faz uma linha do tempo da cerveja, des dos os ingredientes que vão nela, como funciona o processo de fermentação e de fabricação, quais são as ferramentas utilizadas para a manufatura dos barris de cerveja, e uma rápida história da exportação da marca, marketing e propaganda, além de informações sobre o famoso Guinness livro de Recordes, inúmeros posters, vídeos de comerciais e itens de colecionadores. Mas o ponto mais legal do passeio é o sétimo e último andar da Guinness Storehouse, o conhecido Gravity Bar (a primeira foto do post foi tirada lá). Situado à 46 metros do chão, o Gravity Bar é um ambiente redondo, fechado por enormes vidros de todos os lados. Ele é o bar mais alto de Dublin e, o mais legal, dá pra ver a cidade inteirinha lá de cima! Pois é, dá e é muito bacana, pois você pode apreciar a vista e curtir sua bebida de cortesia.

Uma dica, quando você comprar seu ingresso para a Guinness Storehouse você tem que guardá-lo bem, pois com ele você tem o direito a desfrutar de uma cerveja no Gravity Bar, ou um refrigerante.E se você estiver com fome, como eu estava, tem uns 3 ou 4 restaurante lá em cima, mas quando eu fui estavam todos fechados devido ao horário. 🙁 Então cheguem cedo. Para finalizar o passeio conta com uma pequena loja de presentes e souvenirs, localizada na saída da Guinness Storehouse, é bem variada e completa, com produtos originais e exclusivos da marca.

A Guinness Storehouse fica localizada na St James’s Gate, na Dublin 8. Para saber mais informações entrem no site deles clicando aqui.
OBS: Adultos que quiserem comprar ingressos online tem 10% de desconto diretamente no site deles.

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Outro passeio turistico muito legal é o Trinity College Dublin, uma das maiores faculdade da Irlanda. Infelizmente não tirei muitas fotos por lá, porque filmei desde tirar fotos. Ele com toda certeza foi o passeio que eu mais gostei, porque entramos na biblioteca da universidade serviu de inspiração para a construção da biblioteca de Hogwarts dos filmes da saga Harry Potter, e eu como uma boa potterhead surtei loucamente!!

A faculdade está localizada na parte central de Dublin, cerca de um quarteirão do Rio Liffey (o rio que cruza a cidade de Dublin). Ela foi fundada em 1592 pela Rainha Elizabeth I. As tradicionais influências Anglo-Irlandesas as famílias protestantes preferiam que seu sucessores estudassem nela do que na Inglaterra. Outro ponto interessante é que a faculdade tem uma certa fama pela formação de importantes nomes na literatura, como Jonathan Swift, Oliver Goldsmith, Oscar Wilde, Bram Stoker, J.M. Synge e Samuel Beckett, e na política Edmund Burke, Wolfe Tone, Robert Emmet, Edward Carson e Douglas Hyde.

Antigamente a universidade pública só aceitava alunos protestantes, porém os alunos católicos poderiam ser aceitos, mas só se abrissem mão de suas crenças. Apesar destas restrições religiosas tenham sido abolidas em 1873, o clime protestante ainda se manteve fortemente na faculdade. E um fato interessante é que hoje em dia a maior parte dos alunos são católicos.

 

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Tem diversas partes abertas para visitação no Trinity College, mas o que eu fui ver mesmo foi a biblioteca (das fotos acima). É incrível lá dentro, tem todos os registros dos livros mais importantes da história e tem, acreditem, o primeiro livro da humanidade também está na biblioteca da universidade. Não da pra expressar a felicidade que fiquei quando entrei lá, porque é lindo e como já dito acima, foi os filmes de HP se inspiraram nela para seu cenário.

A Trinity College Dublin fica na College Green, Dublin 2. Logo na entrada principal você consegue ver diversas informações, você pode pedir um tour completo e guiado se preferir, não foi o meu caso, pois estava com a minha amiga que está fazendo intercâmbio lá, mas creio que é uma boa.

Outro lugar que eu tentei visitar foi a a Biblioteca Nacional de Dublin, que fica localizado na Kildare Street, tinha visto algumas fotos de lá e achei maravilhoso, mas estava fechado. 🙁 Então acabamos indo para o Museum of Archaeology, que ficava na frente.  Se você passar por lá sem dar muita atenção você só verá a Leinster House, um dos prédios do governo irlandês. A entrada do museu é um pouco “escondida”, mas não é difícil encontrá-la.

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O prédio foi criado por dois arquitetos de Cork seguindo o estilo vitoriano com influências neo-clássicas. Foi aberto em 1890, o Museum Of Archaeology incluie diversos artefatos, que vão desde 7.000 a.C. até o século XX! Além das 9 exposições permanentes: The Treasury, Ór – Ireland’s Gold, Prehistoric Ireland, Kingship and Sacrifice, Viking Ireland, Medieval Ireland, Ancient Egypt, Ceramics and Glass from Ancient Cyprus e Life and Death in the Roman World.

A entrada do museu fica exatamente na rotunda onde também estão localizados o guarda-volumes, balcão de informação e lojinha de presentes, mas o mais incrível fica nos detalhes e na decoração, e principalmente pelo mosaico no chão que mostra com cenas da mitologia clássica, incluindo os signos do zodíaco. A única coisa que consegui tirar foto, já que era proibido tirar foto lá dentro. O The National Museum of Ireland Archaeology fica na Kildare Street, Dublin 2.

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Para finalizar este post deixarei vocês com mais algumas dicas. A principal é não deixe de passar na O’Connell Street, é a avenida principal da cidade, e onde tem o Spire Of Dublin (da foto acima) é um monumento alto, em forma de agulha, com 120 metros de altura. Se não me engano é o mais alto monumento que existe. Entre uma das ruas que cruzam a grande avenida, tem uma em especial que você tem que ir caso queira fazer algumas compras, a Mary Street.

Nela você encontra diversas lojas como TopShop, H&M, Forever 21, Next, New Look, Zara, Penny’s (ou Primark) , e o shopping ILAC também está nessa rua, tendo lojas desconhecidas, mas com melhor preço. Ainda tem uma mega store britânica, a Debenhams. A um detalhe interessante, e muito legal, as lojas, quase todas, tem uma área para tamanhos Plus Size, na Forever 21 tinha uma, com roupas lindas! E ainda nos arredores da rua têm algumas galerias, supermercados, feirinhas. Enfim, me apaixonei por ela.

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Outra coisa que você não pode de deixar de experimentar é a comida típica Irlandesa. Estava no Temple Bar e decidi comer algo em alguns dos pubs que tem na região, e tinha um cardápio com as comidas típicas, e escolhi como prato de entrada Mexilhões e prato principal o famoso French Fries, que é comida tipíca da Inglaterra também. Admito que não gostei muito da segunda comida, mas o prato de entrada é muito gostoso.coracao-1_xl

 

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Então é isso minha gente, o Diário de Viagem: Dublin- Irlanda, acaba por aqui, mas aguardem que ainda falta os posts da viagem que fiz para Espanha e Inglaterra. Tem muita muita coisa legal pra contar e mostrar a vocês! Deixo vocês com algumas fotos da cidade, e repare na foto com as portas pintadas de cores diferentes, outro detalhe incrível de lá, cada porta tinha uma cor diferente da outra. Muito amorzinho. coracao-1_xl

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E se você quiser ver o primeiro post dessa minha viagem é só clicar aqui.  E caso você não tenha visto o vídeo desta minha viagem, é só conferir abaixo. 🙂

 







 

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sinopse

 

Hugo Cabret é um menino órfão que vive escondido na central de trem de Paris dos anos 1930. Esgueirando-se por passagens secretas, Hugo toma conta dos gigantescos relógios do lugar: escuta seus compassos, observa os enormes ponteiros e responsabiliza-se pelo funcionamento da máquinas.

A sobrevivência de Hugo depende do anonimato:ele tenta se manter invisível porque guarda um incrível segredo, que é posto em risco quando o severo dono da loja de brinquedos da estação e sua afilhada cruzam o caminho do garoto.

Um desenho enigmático, um caderno valioso, uma chave roubada e uma homem mecânico estão no centro desta
intrincada e imprevisível história, que, narrada por texto e imagens, mistura elementos dos quadrinhos do cinema, oferecendo uma diferente e emocionante experiência de leitura. – Skoob

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A invenção de Hugo Cabret com toda certeza foi o livro mais fofo que eu já li. Confesso que comprei pela capa e pelo seu design gráfico que é totalmente rico, e cheio de detalhes incríveis, mas o que mais me surpreendeu foi quando sentei para ler o livro e pude ver que a maior parte de seu conteúdo são desenhos. É  mais recheado pela parte artística do que a literária. Fato que torna uma leitura extremamente rápida, apesar das 534 páginas.

Voltando rapidamente a atenção aos desenhos do livro, queria dizer que quem foi contratado para fazer eles,  tem um traços mais lindos que eu já vi. Não sei se vocês sabem, mas desenhar é um hobby meu, e de uma certa forma uma terapia de relaxamento, as vezes fico horas olhando alguns desenhos perdidos pela internet. Então com toda certeza posso afirmar que se você gosta de desenhos, assim como eu, vai adorar o livro. Abaixo deixei a foto de um dos desenhos.

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Outro ponto muito, mais muito legal do livro é que ele tem citações sobre o cinema, relembrando do primeiro filme da história da humanidade, e seu criador. Aliás, o grande mistério do livro gira em torno desta história, mas não vou falar mais do que isso se não irei falar algum spoiler, e vocês me matam.

Hugo é um personagem que super cativa e você fica com dó dele em alguns momentos, porque você percebe como ele é sozinho, sério da vontade de levar o personagem pra casa e cuidar dele. Por conta disso ele é um pouco receoso com certas aproximações de outras pessoas, ele demora um certo tempo para confiar completamente e aceitar ajuda. Enfim, posso concluir para vocês que o livro prende sua atenção, aonde você fica na expectativa para saber o que acontece a cada capítulo, além de que você ganha uma mine aulinha da história do cinema .

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O livro inspirou o filme que leva o mesmo nome, e por sinal, na minha humilde opinião, achei bem fiel ao livro. Poucas mudanças foram feitas, mas só teve algo que me incomodou um pouco, a atriz que foi escolhida para viver a amiga de Hugo achei ela um pouco “velha” para o papel, mas nada que mudasse grandes coisas. Espero que vocês tenham gostado da resenha de hoje. coracao-1_xl

 







 

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Oláá, voltamos nessa terça com mais uma dica de moda, desta vez para ajudar a você a consumir conscientemente. Vocês que acompanham o blog já devem terem percebidos que sempre apoiamos causas sociais e o nosso posicionamento com marcas de roupas, ou de cosméticos sobre questões que envolvem trabalho escravos, ou o sofrimento dos animais, que geralmente são usados para testes de maquiagem ou abatidos para virarem casacos. Somos totalmente contra esses tipos de consumos, e acreditamos que é possível sim consumir livre desses males!

Então hoje vim indicar um aplicativo para celular em que você pode ver qual marcas foram acusadas de trabalhos escravos e esses detalhes. O app Moda Livre está disponível gratuitamente para Android e Iphone, ele apresenta de forma ágil e acessível  as medidas que as principais marcas e varejistas de roupa do país vêm tomando para evitar que as peças vendidas a seus clientes sejam produzidas por trabalho escravo. Lançado em dezembro de 2013, o app foi desenvolvido pela ONG Repórter Brasil, referência nacional na defesa dos direitos humanos.App-Moda-Livre-01

Moda e trabalho escravo

O Moda Livre avalia os principais grupos varejistas de moda em atividade no país, além das empresas em que a produção de roupa foi marcada por casos de trabalho escravo flagrados por fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Repórter Brasil convidou todas as companhias a responder a um questionário-padrão que avalia basicamente quatro indicadores:

1. Políticas: compromissos assumidos pelas empresas para combater o trabalho escravo em sua cadeia de fornecimento.

2. Monitoramento: medidas adotadas pelas empresas para fiscalizar seus fornecedores de roupa.

3. Transparência: ações tomadas pelas empresas para comunicar a seus clientes o que vêm fazendo para monitorar fornecedores e combater o trabalho escravo.

4. Histórico: resumo do envolvimento das empresas em casos de trabalho escravo, segundo o governo.

Sinal vermelho
As respostas geram uma pontuação e, com base nela, as empresas são classificadas em três categorias de cores: verde, amarelo e vermelho. Aquelas que não responderam ao questionário, apesar dos insistentes convites, foram automaticamente incluídas na categoria vermelha.

O aplicativo não recomenda que o consumidor compre ou deixe de comprar roupas de determinada marca. Apenas fornece informações para que faça a escolha de forma consciente.

O App está disponível na loja da Apple e no Google Play e roda nos sistemas operacionais iOs 5+ e Android 4+. Pode ser encontrado com os termos de busca “moda livre” e “moda livre repórter brasil” ou através dos links na Apple Store e no Google Play.

Se vocês se interessarem por este post e querem saber quais marcas de cosméticos testam e não testam em animais é só dar uma olhada neste post antigo clicando aqui.

Espero que tenham gostado da dica e consumam com mais consciência coracao-1_xl

Fonte: Repórter Brasil







 

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sinopse
“Ninguém morre virgem, a vida f… com todos nós.” (Kurt Cobain) Quando Kurt Cobain e o Nirvana lançaram seu primeiro álbum. Bleach, em 1989, ninguém – nem mesmo Kurt – poderia prever que um ídolo estava prestes a nascer. Em menos de uma década, o jovem de Aberdeen, Estados Unidos, foi mais do que um recordista do mundo fonográfico. E nem mesmo o uso abusivo de drogas e sua rejeição à posição de ídolo impediram que Kurt se tornasse o rosto de uma geração. Doze anos após sua morte, ocorrida em 5 de abril de 1994, a revista Forbes listou as 13 celebridades que mais lucravam após a morte: Kurt Cobain ficou em primeiro lugar com ganhos estimados em 50 milhões de dólares. Mas o que fez Kurt se tornar um ícone da década de 1990 na música, no cinema, no comportamento e até mesmo na moda? Neste livro, o jornalista e especialista em música Charles R. Cross aborda a transição de Kurt Cobain de astro do rock a ícone mundial, que se mantém mesmo vinte anos após sua morte. – Skoob

o que eu acheiPrimeiramente  queria dizer que todos os livros que eu li do Charles R. Cross, (Ok, que foram dois e ambos do Kurt Cobain) posso afirmar que ele consegue ser tão detalhista e perfeccionista que não tem como as leituras de seus livros serem entediantes ou chatas, por isso eu dei cinco estrelas para este livro.

Agora voltando ao que importa, o livro tem como personagem principal Kurt Cobain, mas vale lembrar que não se trata de uma biografia dele. O que Cross quis trazer foi uma análise, com diversas observações pessoais junto com dados que mostram como o artista influenciou a moda, indústria musical, pessoas com dependência química, entre outras diversas áreas sociais.  Alguns destes fatores poderiam até passar bem despercebidas se fosse avaliados por nós, mas com a pesquisa aprofundada do autor podemos ver como Cobain, mesmo não querendo, se tornou uma forte imagem e símbolo para milhares e milhares de pessoas, mesmo depois de sua morte.

PicMonkey Collage– Fotos retiradas do site Redutodorock

Sobre a escrita de Charles R. Cross, como disse acima ele é super detalhista, muitas pessoas, incluindo eu, ficam meio aflitas sobre esse fator, pois quando um livro é contém muitos detalhes pode acabar se tornando uma leitura massiva e cansativa, mas o autor consegue deixar de forma leve. Creio que qualquer pessoa consegue ler em apenas um dia este livro, pode ser uma boa abertura para quem quer conhecer um pouco mais do estilo do autor.

E se você for fã do Kurt Cobain já deixo indicado aqui outro livro dele “Mais Pesado que o Céu” que é uma biografia dele escrita por este mesmo autor. Aliás, vocês já repararam que o Cross é levemente obcecado por Cobain, não é?

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Por final quero dizer que indico esta leitura a todos, serve para qualquer pessoa que goste de música,  porque ele aborda todos os assuntos neste livro sem deixar de perder seu foco principal Kurt Cobain. Abaixo vou deixar para vocês a média de preço e aonde vocês podem encontrar este livro, caso queiram comprar. 🙂

Média de Preço: De R$ 16, 00 a R$ 24,90
Onde Comprar: Saraiva, Fnac, Livraria Cultura

Espero que tenham gostado e se já tiverem lido comentem abaixo o acharam!







 

Olá gente, hoje eu vim com dois assuntos para vocês em um post só, primeiro dizer que fiz uma resenha de alguns produtos, para cabelo, que comprei na minha viagem e que já testei e aprovei, só que como eram muitos preferi falar deles em forma de vídeo, e o outro assunto, que é para felicidade de vocês, é que tem sorteio do livro “Quem é você Alasca?”, do John Green, expliquei como vai funcionar esse sorteio através do vídeo, então bora assistir?


Vale lembrar  que no vídeo eu só expliquei de como será o processo para participar do sorteio, mas você precisa do facebook para participar de verdade, então é só clicar aqui, que ira direto para aonde você precisa ir.