Author: Equipe Psycho Blondies

 

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Modern Family chegou à sexta temporada há um tempo e, por isso, resolvi recomendá-la! A série retrata uma família moderna. Meio óbvio, não? Temos o patriarca da família, Jay, que se casou com uma bela e jovem colombiana: Glória. Ele tem dois filhos do casamento anterior: Claire e Mitchell. E Glória tem o Manny, também de um relacionamento anterior.

Claire é casada com Phil, um homem que parece que nunca cresceu e eles tem três filhos: a Haley, adolescente rebelde, a Alex, a cdf da família e o Luke, uma criança distraída e companheira de seu pai pra fazer besteiras. Mitchell é gay e casado com Cameron, com quem vive há anos e resolvem adotar uma filha: a Lily. Com esse cenário, já dá pra imaginar o desenrolar da série.

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Jay, o cara durão, rígido e meio distante de seus filhos, se vê obrigado a mudar suas ideias e comportamentos quando se casa com Glória, uma pessoa mais familiar e quando seu filho se assume gay. Todos os personagens são divertidíssimos (o Cameron é meu preferido!) e as situações pelas quais eles passam vão te divertir.

Esse ano a série ganhou o Emmy de “melhor série de comédia” pelo quinto ano consecutivo! Isso sem contar os prêmios de fora, dos atores e produção. Sendo tida pela crítica como “melhor série de comédia” desde que estreou, dá pra perceber que “Modern Family” não se trata de uma série comum de comédia. Se conviver com família já é difícil, imagina uma família totalmente fora do comum e diferente em muitos aspectos!

Minha recomendação pra quem gosta de uma série leve, de episódios curtos e de se divertir é essa. Espero que gostem tanto quanto eu e escolham os preferidos! Abaixo deixo você com o trailer da série. 🙂

 







 

Inhaí, gente! Tô aqui mais uma vez. Podia estar matando, podia estar roubando, podia estar usando crocs e calça saruel, mas não, estou mais uma vez – com muita honra e felicidade, juro – para escrever a todos os leitores do Psycho Blondies. A pauta da vez é sobre mais uma premiação importante no mundo da música: a Billboard Awards 2014.

Pois bem, ontem, 18, em Las Vegas, rolou esse evento aí que deveria ter o nome substituído para: BillboarZzZz 2014, por quê? Porque a premiação foi tão apagada, mas tão apagada, que contar os carneiros até o tão precioso sonho nosso de cada dia chegar, era realmente mais proveitoso.

Rolou o de sempre. Um cantor que leva um container de prêmios, mais alguns que levam metade do container e um ou outro que levam uns troféuzinhos lá, mas nada de muito grandioso. O diferencial desta premiação, não são os troféus, mas sim as performances, mas não se anime muito não, por que né? Bom, então, que tal conferir tudo com uma “leve pitada de Jonas” sobre os principais acontecimentos do evento? Chega mais que eu conto tudo.

Abertura da B.A.14:

Comecemos pelo começo (jura?) mais fatídico e de forma enumerada: 1) A situação aqui no Brasil, em inúmeras regiões, não anda das melhores no que diz respeito a sermos o país que sediará a Copa do Mundo, então, assim, quem não é muito a favor e tal, já começou desgostoso; 2) No vídeo não é possível ver, mas o rapper Ludacris, que estava abrindo o evento, esqueceu de mencionar o nome da Claudia Leitte… Vergonha alheia gritou, só digo; 3) Além de ser ignorada uma vez, a pobre Claudia foi ignorada pela JLo que, após o término da performance, saiu sem ao menos dar um “tchauzinho” antipática; 4) A música é ruim. Não dá. Não é audível. Não gostou? Me manda um vírus.

O único sinal de felicidade que esbocei, foi pelo fato da Claudia Leitte ter sido a primeira cantora brasileira a se apresentar no Billboard Awards, mas a felicidade vai pelo ralo quando ela não foi muito reconhecida, então, fazer o quê? Senta e chora.

Ah, também valeu (um pouquinho) a pena pela participação do Pitbull por motivos de: entra na minha casa… Entra na minha vida, seu lindo.

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Teve apresentação da minha amada e adorada Lorde, claro, como sempre tendo um ataque epiléptico em suas apresentações – eu prefiro dizer que ela baixa o Exu Caveirinha – mas não perdendo o que ela sabe fazer de melhor na cara das inimigas: sambar. A gótica estranha levou dois prêmios: o primeiro de melhor cantora revelação, isso era mais que óbvio, e segundo de melhor música rock com o single “Royals”. Nexo? Desconheço.

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A performance de “Tennis Court” não deixou de ser a cara dela: bizarra. Mas a gente ama, fazer o quê?

Teve, também, tributo ao eterno Rei do Pop: Michael Jackson, com performance através de um holograma e tudo. A música da apresentação, “Slave to the Rhythm”, faz parte do segundo disco póstumo do cantor, o Xscape, mas cá entre nós: será que esse homem morreu mesmo, galera? Olha, sei não, hein? Tenho minhas dúvidas.

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Bom, mas como o post não é pra falar de defunto, nem de ocultismo, continuemos…

Além disso tudo, teve performance do Ricky (agora assumido e maravilhoso) Martin, também com sua música tema para a Copa do Mundo, “One Love, One Rhythm”; da Iggy Azalea com a Charli XCX (“Fancy”) e com a Ariana Grande (“Problem”), e, também, Katy Perry com “Birthday” direto da Prismatic World Tour, com muita fofura e direito a balões de aniversário.

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E, por fim, abaixo segue a lista dos principais vencedores da premiação. Vale ressaltar que Justin Timberlake foi o gostosão da noite com seis prêmios… É, além de gato, é talentoso.

– Melhor artista de rock: Imagine Dragons

– Melhor álbum do Billboard 200: Justin Timberlake – “The 20/20 Experience”

– Melhor artista de rádio: Justin Timberlake

– Top Billboard 200: Justin Timberlake

– Melhor novo artista: Lorde

– Melhor artista country: Luke Bryan

– Melhor música de rock: Lorde – “Royals”

– Melhor artista feminina: Katy Perry

– Melhor artista masculino: Justin Timberlake

– Melhor artista de R&B: Justin Timberlake

– Melhor atista de streaming: Miley Cyrus

– Melhor música country: Florida Georgia Line com Nelly – Cruise

– Milestone Award (prêmio patrocinado): Carrie Underwood

– Melhor artista do ano: Justin Timberlake

– Ícone: Jennifer Lopez
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Bom, essa foi a minha cobertura sobre os principais acontecimentos da Billboard Awards 2014. Espero, mais uma vez, que tenham gostado do que leram, que tenham desfrutado bem do que venho propondo e se divertido com meus textos.

A princípio é isso! Fiquem ligados, pois texto novo pode surgir a qualquer momento… Assim como ex querendo um remember. Não sou obrigado.







 

Como muito de vocês perceberam novos assuntos foram introduzidos no blog, e a direção também mudou. Então decidimos gravar um vídeo, contando e apresentando oficialmente, as novidades e as mudanças futuras que acontecerão por aqui. Esperamos que vocês gostem, e só lembrando que qualquer critica construtiva é bem vinda.







 

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Doctor Who é uma série iniciada em 1963 e finalizada em 1989, que retornou às telas pela BBC em 2005. Na série, acompanhamos a aventuras do Doctor. Apesar de ter um nome, ele apenas se intitula “The Doctor”, dando assim o título da série: “Doctor Who”. Doctor é um alienígena de dois corações e aparência humana que viaja no tempo e espaço com sua nave, uma cabine policial londrina de 63, que ele chama de TARDIS. O Doctor é o último ser de sua espécie e, portanto, viaja sozinho, no que ele acaba conhecendo gente que o acompanha em suas viagens por um tempo, se tornando assim, sua companion. Suas viagens o permitem ir à qualquer lugar da galáxia e em qualquer data que quiser, quem não gostaria de acompanhar o Doctor nessa?

 

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Apesar da série atual ter sido iniciada em 2005, ela não é uma continuação da série clássica. Grandes personagens se mantêm como os Daleks e alguns episódios com a Sarah Jane, que é a mesma atriz da clássica! Então, não precisa sair correndo atrás de todos os episódios para poder acompanhar a série de ficção científica mais longa e bem sucedida do mundo!

A série tem uma trama envolvente, afinal, conhecer o mundo, a galáxia, gente famosa que já morreu e poder ver o futuro e conhecer o passado parece ser o sonho de muitos, né? A série vale muito a pena ser assistida até porque é um marco da história da televisão, mas tem que ter paciência e força de vontade. O baixo orçamento da série no que diz respeito ao início, faz com que tenhamos uns efeitos especiais e visuais bem pobres, o que dá uma vontade de largar, mas com o tempo você se acostuma e depois melhora. A cada temporada os episódios vão ficando mais complexos e envolventes e não se apegue ao Doctor, pois ele se vai ser regenerar quando você não estiver esperando.

É uma série que te prende, que não te faz cansar do protagonista já que ele muda de aparência e personalidade a cada regeneração e faz você imaginar sobre o espaço e o tempo. A série que fez 50 anos ano passado e ganhou um especial que passou até em cinemas no mundo todo (inclusive aqui no Brasil) está em hiatos agora e volta no fim do ano com um novo Doctor. O que podemos esperar do Peter Capaldi nessa nova temporada? Vale a pena conferir!

Trailer do especial de 50 anos:

 

 







 

O que eu sempre digo às pessoas próximas a mim, é que sou uma pessoa de opinião e gênio forte. Minhas palavras têm força. Raras são as vezes que volto atrás no que digo ou faço, porque, antes de exercer, penso tudo com muita parcimônia (e se eu tô fazendo a bicha pedante em Língua Portuguesa, eu quis dizer que penso tudo com total moderação antes de falar algo). Guardem essa informação, porque será necessária mais adiante.

E é assim que começo a descrição + crítica perante o início da nova tour da Katy loja de doces Perry. Nunca fui fã da indivídua, seja pela personalidade, pelas músicas, pela composição em si. Nada. Absolutamente nada me agrada na dita cuja. O asco que peguei surgiu com a ascensão do seu álbum anterior, o “Teenage Dream”. Achava que aquele exagero de cor, de doce e de “mimimi” infantil demais… Pueril a ponto dela ser eleita a nova Rainha dos Baixinhos (sai debaixo, Xuxa Satânica).

Mas acho que com a chegada de seu novo álbum de estúdio “Prism”, Katy me tem feito acreditar que sempre há uma luz no fim do túnel… Ou um cupcake ambulante, no caso dela. Bom, depois eu continuo a minha opinião sobre a evolução “Katy Perryana”. Vamos ao show!

Ontem, a “Prismatic World Tour” teve seu primeiro show em Belfest – Irlanda. E já logo digo que o show deu o que falar! Primeiramente, quem abriu o show foi ninguém mais, ninguém menos, que a dupla Icona Pop… É, aquelas duas do “I don’t care!” que você sempre canta enlouquecidamente na balada; uma estrutura cênica dexxxtruidora feita com telões de LED que formavam um triângulo + uma passarela (também em forma de triângulo) denominada como “Reflection Section” que, dentro, abrigava alguns fãs (como a Monster Pit, na Born This Way Ball, lembram? Se não: acesse aqui, rs); 10 trocas de figurino e perucas, muitíssimos efeitos especiais, performances divertidas (e ultra coloridas) para as 22 músicas da setlist, contando, inclusive, com canções dos álbuns anteriores e muito mais. Tudo muito digno, então, que tal conferir?

Cartaz do show

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Reflection Section + estrutura do palco

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10177486_807102169302302_7920288514896551799_n(Fonte: Katy Perry Brasil)

Os figurinos

Pictures2(Fonte: Katy Perry Brasil e Papel Pop)

figurino 2(Katy travestida de “Firework” (aqui em casa a gente fala rojão mesmo))

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Pictures3(Katy brincando de gato mia (não))

Pictures4(Fonte: Katy Perry Brasil)
figurino 7 8 9(Fonte: Papel Pop)

figurino 6(Por fim, mas não menos importante, a Katy num “Dark Horse” dourado… É, pois é)

Setlist
(Atenção: apenas algumas músicas contêm link para vídeo)

1. “Roar
2. “Part of Me”
3. “Wide Awake”
4. “This Moment/Love Me”
5. “Dark Horse”
6. “E.T.”
7. “Legendary Lovers”
8. “I Kissed a Girl” + “Hot N Cold”
9. “International Smile” teve um mashup com “Vogue” da Madonna
10. “By the Grace of God”
11. “The One That Got Away”
12. “Double Rainbow”
13. “Unconditionally”
14. “Walking On Air” + “It Takes 2”
15. “This is How We Do”
16. “Teenage Dream”
17. “California Gurls”
18. “Birthday”
19. “Firework”

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Bom, para terminar, é aqui que retomamos o que eu havia pedido a você, caro leitor Psycho, para não esquecer. Não sou uma pessoa que costuma voltar atrás no que diz, mas eu tenho de assumir que a Katy Perry merece, sim, os devidos créditos pela maravilhosa turnê que pretende fazer ao longo dos próximos meses. O espetáculo de ontem foi digno o suficiente para merecer os devidos aplausos de pé.

Não só por isso. Apesar da decepção que tive com o “Teenage Dream”, eu tenho, cada vez mais, me aproximado do “Prism”, por motivos de: não sei, só sei que tá bom, tá legal de se ver. Isso serve para que eu, e muitos que julgam precipitadamente, pagarem a língua, pois nunca se sabe quando algo pode te surpreender, principalmente aquilo que você não aprecia… Essa é uma lição pra vida. Não seja tão radical. Deixa a mulher ser feliz! Temos de encarar que ela sai do T.N., mas o T.N. não irá sair dela.

A Katy merece o reconhecimento pelo incrível trabalho que vem fazendo com este novo álbum. Seja com as músicas, seja com as produções. É, talvez nos clipes não, porque o vídeo de “Dark Horse”, pra ter salvação, só com muita reza, mas, tirando isso, tá tudo ótimo. Valeu, Katy, e foi mal ae por ter te chamado de cupcake ambulante… É um outro jeitinho de te chamar de “gostosa”, quem sabe.

Obrigado, psychos, e até a próxima!